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APROVADO  

 

 

 

Primeiro layout (lilás) do cartão de crédito American Express - 1958

 

 

 

Layouts atuais

 

 

Modelo original do BankAmericard

 

 

Que se transformou em Visa em 1976.

 

 

Evolução do logotipo de 1976 até os dias atuais

 

Layout atual

 

 

 

Somente em 1969 surgiu o famoso logotipo contendo os círculos entrelaçados (Venn Diagram) nas cores ocre e vermelha alaranjada com o nome MasterCharge ao centro.

 

 

Em 1979, a ICA mudou seu nome para MasterCard®

 

Em 1990, no logo MasterCard®, a cor ocre foi substituída pela laranja.

 

 

Maestro é o cartão de débito internacional da MasterCard, que pode ser usado para compras e saques tanto no Brasil como no exterior (através da rede Cirrus).

 

 

Antiga maquineta

Atual terminal eletrônico

 

HISTÓRIA DOS CARTÕES DE CRÉDITO

 

Alguns podem se perguntar: mas o que a História dos cartões de crédito têm a ver com gastronomia?

 

Muita coisa, a começar por sua própria origem. Foi nos Estados Unidos, exatamente na metade do século 20, em 1950, que o advogado Frank MacNamara e seu sócio Ralph Schneider lançaram o Diners Club Card, e distribuíram-no a 200 clientes que poderiam usá-lo, justamente, em 27 restaurantes em New York.

 

E como surgiu essa idéia? Também por causa de um restaurante... Um ano antes, em 1949, MacNamara levou executivos financeiros de  Nova York, como convidados para jantar no Majora’s Cabin Grill e, só quando recebeu a conta, percebeu que não tinha como pagar, pois havia esquecido dinheiro e talão de cheques. Depois de alguma discussão, o dono do restaurante permitiu que MacNamara pagasse a conta em outro dia, mediante a sua assinatura na nota de despesas. Esse jantar entrou para a História com o nome de "Primeira Ceia".

 

De lá pra cá muitos outros cartões surgiram, e compra-se de tudo com eles. Mas, uma coisa continua sendo um fato incontestável: o cartão de crédito é o meio de pagamento mais utilizado nos gastos com gastronomia em todo o planeta.

 

Assim, tendo tal participação no mercado gastronômico, é justo que a sua História conste, também,  nesse portal totalmente voltado para os amantes dos prazeres da boa mesa, boa parte deles, com certeza, usuários dos cartões de crédito das mais variadas bandeiras que circulam no Brasil e no mundo.

 

O Cartão de Crédito

 

O uso de moedas e cédulas está sendo substituído cada vez mais por pequenos cartões de plástico. Instituições financeiras, bancos e um crescente número de lojas oferecem a seus clientes cartões que podem ser usados na compra de grande número de bens e serviços, inclusive em lojas virtuais através da Internet. Os cartões não são dinheiro real: simplesmente registram a intenção de pagamento do consumidor. Cedo ou tarde a despesa terá de ser paga, em espécie ou em cheque. É, portanto, uma forma imediata de crédito.

 

Os Precursores

 

Embora se fale de registros do uso de cartões de crédito na Europa por volta de 1890, a versão mais aceita é que a História dos cartões de crédito ao consumidor começou em 1914, nos Estados Unidos, quando a Western Union, a poderosa empresa americana de telégrafo e transferência de dinheiro, lançou o seu primeiro cartão - na verdade uma plaquinha de metal que continha o nome do portador. Distribuído entre seus clientes preferenciais, o cartão podia ser utilizado para adquirir vários serviços e conferia uma série de benefícios especiais, como atendimento prioritário e o pagamento diferenciado com prazo para quitar suas compras livre de encargos financeiros. Era o início do sistema "compre agora, pague mais tarde", que viria imperar por todo o século 20 e permanece até os dias de hoje.

 

Ao longo dos anos seguintes, diversas outras empresas americanas, como as petrolíferas, as cadeias hoteleiras e lojas de departamentos e, até, de telefonia, começaram a emitir seus próprios cartões e distribuí-los entre seus clientes, concedendo-lhes, também, um prazo para o pagamento das despesas. Na mesma época, empresas hoteleiras da França, Inglaterra e Alemanha também passam a contemplar seus clientes fiéis com cartões preferenciais que lhes permitiam faturar gastos com hospedagem e alimentação.  Estes primeiros cartões, que mais se assemelham aos atuais cartões de fidelidade, podem, entretanto. ser considerados os precursores dos cartões de crédito atuais, embora pressupusessem o pagamento total da conta no final do mês.

 

Durante os anos 30, alguns varejistas americanos começaram a adotar o chamado "crédito rotativo", permitindo aos possuidores de cartão pagar apenas uma parte dos seus gastos e ter o saldo financiado automaticamente para a próxima fatura, acrescido de encargos financeiros. Entretanto, foram experiências embrionárias que ainda limitavam a continuidade do uso do cartão à quitação total do débito.

 

Foi somente anos mais tarde que o crédito rotativo pleno passou a ser usado e, além de financiar o débito, tornou-se possível continuar comprando até o limite de crédito estipulado de cada cliente. É esse sistema que continua sendo adotado pelos cartões de crédito até hoje e é exatamente essa característica - concessão de prazo de financiamento - que distingue os cartões de compra dos cartões de crédito.

 

O pioneiro Diners Club Card

 

Com a grande depressão americana, seguida da segunda guerra mundial, período durante o qual o uso de qualquer tipo de cartão foi proibido, houve uma grande estagnação da indústria de cartão de crédito nos Estados Unidos e, também, na Europa. Mas, o boom econômico do pós guerra, mudou completamente o cenário, e, quando, em 1950, MacNamara e Ralph Schneider fundaram a Diners Club Inc. e lançaram o primeiro cartão de crédito moderno, a situação não poderia ser mais favorável.

 

Primeiro cartão de crédito moderno, o Diners Club Card cobrava dos estabelecimentos conveniados um percentual de 7% sobre o valor gasto, a título de taxa de serviço, e, dos usuários do seu cartão, aos quais concedia 60 dias para o pagamento integral das faturas, uma taxa administrativa anual de três dólares.

 

Rapidamente, o conceito do cartão Diners Club ganhou novos adeptos - em apenas um ano conquistou 20 mil associados; sua área de atuação estendeu-se para além de New York, atingindo as cidades de Miami, Boston, Chicago, Los Angeles e San Francisco, e, em 1952, sua rede afiliada já abrangia um grande número estabelecimentos (400 restaurantes, 30 hotéis, 20 agências de locação de veículos e em 5 floriculturas). Ainda em 1952, o cartão se tornou internacional, passando a ser aceito no Canadá, França e Cuba. Em 1956, chegou ao Brasil e, por volta de 1960, ele já era estava em mais de 50 países de todos os continentes. Sempre pioneiro, em 1975, o Diners Club introduziu o seu “Corporate Card”, o primeiro cartão de crédito empresarial.

 

Os Cartões de Crédito Bancários

 

Em 1951, surgiu o primeiro cartão de crédito bancário emitido pelo Franklin National Bank, atualmente chamado de European American Bank, de Long Island, New York. Aceito pelos comerciantes locais, não cobravam juros ou taxas dos seus portadores que deviam quitar o total dos débitos a cada mês, mas cobravam um percentual dos comerciantes sobre as transações efetuadas com seus cartões. Rapidamente, por volta de 100 outros bancos começaram, também, a emitir seus cartões. O reduzido número de transações correspondente ao comércio local, no entanto, limitava a expansão – eram poucos os cartões para garantir uma fonte de renda para os bancos emissores, razão pela qual começaram a desaparecer com a mesma rapidez com que surgiram.

 

O American Express Card

 

Em 1958, foi a vez da American Express lançar o seu cartão de crédito. Criada em 1850, em Búfalo, Estados Unidos, pelos senhores Wells, Fargo, Butterfield, Livingston e Wasson, a American Express Company  oferecia um "serviço expresso" de transporte de cargas e valores, que se estendeu a produtos financeiros como ordens de pagamento e cheques de viagem. que viria a liderar por muito tempo o mercado.  Desde 1882, oferecia a inovadora ordem de pagamento "Money Order" da American Express e a partir de 1891, os Travelers Cheques, em resposta às necessidades daqueles que realizavam viagens extensas, principalmente viagens internacionais, e que necessitavam de uma forma simples e segura de transportar valores.

 

Inicialmente o Cartão American Expresss tinha como público alvo os seus próprios clientes. Entretanto, rapidamente, estendeu-se  a outras áreas, até converter-ser num cartão de uso generalizado, e transformar-se numa gigante do mercado financeiro. Seis anos depois, em 1964, a empresa já contava com mais de um milhão de Associados e 121.000 estabelecimentos afiliados. A expansão teve continuidade, e, em 1970, já era aceito em mais de dez países. Chegou ao Brasil em 1980.
 

Enfim, o cartão atual

 

Também em 1958, surge uma grande inovação no mercado dos cartões de crédito. Lançado pelo Bank of America, sediado na Califórnia, o BankAmericard foi o primeiro cartão de crédito realmente rotativo, que oferecia opções de pagamento (o total da fatura, ou o parcelamento da dívida com cobrança de encargos sobre os saldos remanescentes). O êxito foi imediato e, rapidamente, outros bancos uniram-se ao sistema BankAmericard, que ganhou amplitude nacional, tornando-se o cartão mais conhecido dos EUA.

 

Em 1970, o Bank of America renunciou ao controle do programa BankAmericard. Os bancos que emitiam o cartão tomaram o controle do programa, formando a National BankAmericard Inc. (NBI), uma corporação independente, fins lucrativos, que administraria, promoveria e desenvolveria BankAmericard dentro dos Estados Unidos.

 

No exterior, o Bank of America continuou outorgando licenças aos bancos para emitir o BankAmericard, e, em 1972, o cartão estava licenciado em 15 países. Em 1974, foi fundada a IBANCO, uma corporação multinacional de membros, também sem fins lucrativos, que administraria o programa internacional do BankAmericard. Entretanto, em muitos países, havia resistência em emitir um cartão associado ao Bank of America, ainda que fosse uma associação unicamente nominal. Para superar esse obstáculo, foi necessário buscar uma marca universal, livre de associações com entidades bancárias competidoras. Em 1976, numa convenção bancária realizada em Orlando, na Flórida, o presidente da NBI-Ibanco, Dee Ward Hock, anunciou oficialmente a mudança do nome da empresa. O cartão BankAmericard adotou uma nova imagem com a marca VISA, mantendo suas cores tradicionais - azul, branca e dourada. O NBI transformou-se em Visa USA e o Ibanco mudou para Visa International Service Association. Na década de 90, o Visa tornou-se o maior cartão com circulação mundial, sendo aceito em 12 milhões de estabelecimentos. Atualmente, possui mais de 21.000 instituições financeiras membros, tendo no mercado mais de 1 bilhão de cartões sob sua bandeira

 

O Master Charge/MasterCard®

 

Em 1966, seguindo o exemplo do Bank of America, formou-se a aliança denominada Interbank Card Association (ICA), que, diferente de outras organizações similares, não era dominada por um único banco e sim por 17 bancos regionais americanos. Comitês membros foram estabelecidos para gerenciar a associação e estabeleceram normas para autorização, compensação e liquidação, manipulando também aspectos jurídicos, de segurança e de marketing. Em 1968, a ICA formou uma associação com o Banco Nacional do México, tornando-se uma organização internacional. Um ano depois, aliou-se ao Eurocard, na Europa e passou a chamar MasterCharge, lançando um novo logo para fortalecer a identificação de sua marca. Nesse mesmo ano, vieram os primeiros membros japoneses, e não demorou muito para que outros países seguissem os mesmo passos.
 

O sistema ICA era totalmente informatizado, eliminando a necessidade de autorizações telefônicas nos estabelecimentos comerciais já em 1973. No ano seguinte, implantou a tarjeta magnética, que se tornou padrão em todos os seus cartões de crédito no mundo, com o objetivo de rastrear as transações e reduzir fraudes. Para refletir um compromisso com o crescimento internacional, em 1979, a ICA mudou seu nome para MasterCard®. Nesta época, já possuía membros na África e na Austrália, chegando na década seguinte à Ásia e América Latina. Os cartões de crédito MasterCard® foram os primeiros emitidos na República Popular da China em 1987 e, em 1993, já representava para a marca o segundo maior país em volume de vendas. Em 1988, foi emitido o primeiro cartão MasterCard® na União Soviética. Somente em 1996, quando a Credicard deixou de ser o seu único emissor no país e todos os principais bancos começam a emitir cartões da marca, a MasterCard® estabeleceu seu escritório no Brasil. Hoje, existem mais de 30 escritórios da MasterCard® em todo o mundo, incluindo Índia, Tailândia, Chile, Coréia do Sul e Taiwan.


Disseminação do uso dos Cartões de Crédito

 

Anos mais tarde, novas tecnologias foram adicionando funções ao plástico. A 1ª delas foi o saque em caixas eletrônicos, que rapidamente se popularizou. Em 1974, surge a função débito, sucedida pela criação dos pré-pagos e smart cards.

Hoje, quem compra com cartão de crédito pode pagar à vista, escolher já na loja pelo parcelamento em até 12X, utilizar o crédito rotativo e refinanciar o saldo devedor. Quem compra com cartão de débito pode pagar à vista, pré-datar o débito para até 30 dias ou desfrutar de linhas de crédito especiais vinculadas ao cartão.

É possível realizar negócios B2C e B2B. É possível comprar de um pãozinho a um avião. É possível pagar taxas públicas, contas, mensalidades, consultas e até recarregar um celular pré-pago. É possível realizar compras no varejo, no atacado, por catálogo, pela Internet e até em feiras livres, comércio ambulante e venda porta a porta.

A evolução do cartão de plástico têm sido tão rápida que o próprio plástico está se tornando obsoleto. A tecnologia mobile já permite efetuar compras pelo celular. Em alguns países, é possível realizar suas compras pelo controle remoto da televisão, o que, em breve, deve ser realidade no Brasil.

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Crédito

 

A palavra crédito deriva das palavras latinas "credere",
"confiança" e creditum, “uma coisa confiada de boa-fé”.

 


Quando um primitivo agricultor cedeu a outro sementes em troca de certa participação nos resultados da futura colheita, estava realizando uma operação de crédito, baseada na confiança pessoal, na garantia oferecida, ou na combinação de ambas. Genericamente, crédito é antecipação de recursos - dinheiro, serviços, mercadorias, títulos - mediante a garantia de pagamento futuro, na qual está embutida a taxa de juros -- a remuneração do risco assumido pelo credor. Crédito, portanto, é uma transação que tem por objeto qualquer bem fungível (que se consome com o uso), e a relação econômica e jurídica por ele criada só deixa de existir mediante o pagamento da dívida contraída, ou, em caso de inadimplência (descumprimento da obrigação), por meio de execução judicial dos bens do devedor. A essência do conceito moderno de crédito é a mesma do lavrador primitivo: a expectativa do credor (ou prestatário) de que o devedor (ou prestamista) cumpra o prometido no tempo e nas condições pré-estabelecidas. A rigor, o crédito não está ligado à honra pessoal, mas ao potencial em saldá-lo de que dispõe o devedor.


O desempenho econômico das sociedades modernas subordina-se à existência do crédito. Este se converteu, através do sistema bancário, em poderoso gerador e ampliador dos meios de pagamento, sem os quais as diferentes atividades econômicas não teriam sustentação, desde o crédito pessoal - para o pagamento de dívidas, financiamento de viagens, bens móveis e imóveis - ao crédito de que se servem as empresas para seus diversos projetos e necessidades. Os governos usam o crédito para financiamento de suas atividades correntes (pagamento de salários de servidores públicos) ou de investimento (em centrais de geração de energia, por exemplo), o que vem a criar a chamada dívida pública, que pode ser, segundo a fonte, interna ou externa.

 

Registros históricos demonstram que assírios, babilônios e egípcios já utilizavam mecanismos de crédito há 3 mil anos atrás. No século 14, com a expansão do comércio entre regiões cada vez mais distantes no final da Idade Média, surgiram as letras de câmbio, documento que não só permitia a cobrança de seu próprio valor, mas também podia ser utilizado como forma de pagamento. Elas foram precursoras do papel-moeda, que só surgiria no século 17, lançado pela primeira vez, em 1661, pelo Banco de Estocolmo, como solução paliativa para compensar a escassez de prata. Os cheques só começaram a ser utilizados em 1875 na Grã-Bretanha.


 

Letra de câmbio
Ordem de pagamento em que uma pessoa (sacador ou emitente) ordena que uma segunda pessoa (sacado) pague determinada quantia a uma terceira (tomador ou beneficiário). Deve explicitar o valor do pagamento, a data e o local para efetuá-lo.

 

 

 


 

 

 

Cartões de Crédito de companhias petrolíferas americanas, precursores dos atuais cartões

 

Frank MacNamara

 

 

Primeiro Diners Club Card - 1950

Era confeccionado em papel cartão e trazia o nome do associado de um lado e dos estabelecimentos filiados em outro. Somente em 1961, o Diners passou a usar o plástico em sua fabricação.

 

 

Layout atual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HISTÓRIA DOS CARTÕES DE CRÉDITO NO BRASIL

 

 

No Brasil, a História dos cartões de crédito teve início em 1956, porém, sua expansão ocorreu principalmente a partir dos anos 90, quando a quebra de exclusividade de bandeiras e a estabilização da economia incentivaram o surgimento de novos competidores, bem como a criação de produtos.

Em 1970, o Citibank, o Itaú e o Unibanco associam-se e criam a Credicard, empresa que ajudou a solidificar o mercado de cartões de crédito no Brasil. No final desse ano, a Credicard já contava com 180 mil cartões emitidos e 15 mil estabelecimentos afiliados.

 

Em 1971, um "pool" formado por 23 bancos lança o Cartão Elo, associado ao cartão internacional BankAmericard. Em 1977, após desfeito o "pool", cada banco passou a emitir o seu cartão de crédito.

Em 1980, a American Express entra no Brasil. Em 1983, a Credicard associa-se a Visa para a emissão dos cartões dessa bandeira, ocupando a segunda posição entre os emissores, com 550 mil cartões, atrás do Bradesco, que possuía 1,2 milhões de cartões emitidos.

A Credicard adquire, em 1984, o Diners Club. Já em 1987, a empresa rompe com a Visa International e passa a emitir com exclusividade os cartões com a bandeira Mastercard.

A partir de 1991, ter uma bandeira internacional estampada no plástico do cartão passou a ser quase uma exigência do mercado, uma vez que o governo liberou a utilização no exterior dos cartões emitidos no Brasil.

Em 1997, os bancos começaram a explorar fortemente o segmento de baixa renda, o que alavancou as concessões de crédito ao consumidor, além de ter propiciado o surgimento de produtos inéditos, como os Private Label (marca própria).

Além disso, empresas como a Visanet e a Redecard estruturaram-se na captura de transações, contribuindo para difundir a aceitação do cartão de crédito no País, em todos os ramos de atividade.

Hoje, é quase impossível não encontrar estabelecimentos aptos a aceitar cartões em todos os cantos do Brasil. O mercado brasileiro de meios eletrônicos de pagamento, atualmente, é estimado em 400 milhões de cartões. Além dos convencionais, existem 80 milhões de private labels, 150 milhões de débito, 5 milhões de pré-pagos, 50 milhões de cartões-saúde e 50 milhões de cartões fidelidade.


 

 

 

 

Fontes: Banco Central do Brasil

Canal Executivo

Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços

Creditcards.com

American Express

Visa

Mastercard

Citibank

Enciclopédia Britânica

Texaco

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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