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  Chambaril
Cozido, preparado com osso buco de boi, refogado em temperos. É servido com pirão, feito com o caldo fervendo e farinha de mandioca.

  Sarapatel
Prato feito com sangue avinagrado e miúdos de porco, picadinhos em pequenos cubos, refogados em temperos e cozidos. É acompanhado com farinha de mandioca, podendo, também, ser servido como petisco ou tira-gosto para cachaça ou batida de limão.

  Dobradinha
Consiste em bucho e tripas de boi; linguiças cortadas em pequenos cubos, refogados e cozidos junto com feijão branco. É servido com farinha de mandioca ou arroz.

  Cozido
Carne do peito e osso buco do boi, charque, toucinho, linguiças, refogadas em temperos e cozidas junto com batata-doce, repolho, couve, jerimum, cenoura, quiabo, maxixe e banana comprida. É servido acompanhado de arroz branco e pirão.

  Buchada
É um dos mais tradicionais pratos da cozinha sertaneja. Preparado com o bucho de bode ou carneiro, recheado com um picadinho do sangue coagulado, tripas e fígado, refogado com hortelã, limão, alho, cebola e temperos.

  Mão de Vaca
Consiste em um cozido preparado com as patas dianteiras da vaca refogadas com temperos. É servida com pirão feito do caldo em que foi cozida.

  Cuscuz de Milho
É a massa de milho, pilada, temperada com sal, cozida ao vapor d’água e depois umedecida com leite de coco, com ou sem açúcar. De feitura caseira ou industrializado, é vendido pela manhã e à tarde. Fazem-no também de mandioca, arroz, macaxeira (aipim), inhame, mas o de milho é mais consumido cotidianamente (95%).

  Guaiamum
Caranguejo de grande porte e muito saboroso, essa espécie possui carapaça azulada, com cerca de dez centímetros de comprimento e chegam a pesar mais de 500 gramas. Os machos possuem pinças desiguais, a maior chegando a atingir trinta centímetros, o que facilita levar os alimentos à boca.

  Farofa de Bolão
Também conhecida como farofa d'água ou farofa matuta, é aquela em que a farinha é temperada com cheiro-verde e sofre golpes de água quente até ficar embolotada. O que o preparo tem de simples, o sabor tem de especial.

 

  COZINHA BRASILEIRA




  COZINHA DE PERNAMBUCO

 

 

 

 

A Cozinha Pernambucana é uma das mais ricas e criativas do Brasil e os seus pratos típicos refletem fortemente a miscigenação de europeus, indígenas e africanos que formou a nossa cultura e a nossa gente. Uma culinária criada nas aldeias indígenas, na casa grande e na senzala, nas cozinhas dos mosteiros, nos terreiros de xangô e na beira da praia.

A diversidade da gastronomia local é capaz de deixar qualquer um com água na boca. Tem sarapatel, buchada, dobradinha, mão-de-vaca, cozido, chambaril, peixada pernambucana, macaxeira com charque e a tradicional carne-de-sol. Achou pouco? Para a sobremesa tem os deliciosos bolo de rolo, bolo Souza Leão e ainda a Cartola, feita com banana frita, queijo, canela e açúcar.

Não é para menos que o Recife ostenta o título de primeiro pólo gastronômico do Nordeste e terceiro do Brasil, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Um verdadeiro festival de sabores está à disposição do turista, que pode provar desde a mais deliciosa comida caseira ao mais sofisticado prato da culinária internacional. Segundo estimativa da Assosiação Brasileira de Bares e Restaurantes de Pernambuco (Abrasel-PE), são mais de 1,7 mil bares e restaurantes espalhados pela cidade, gerando 120 mil empregos diretos e indiretos.

Variedade e Fartura

Quem acha que a primeira refeição do dia deve ser a mais leve, não conhece um típico café da manhã pernambucano. No menu do desjejum tem cuscuz de milho ou de mandioca, inhame e macaxeira com carne de sol ou charque, batata doce, banana comprida, munguzá, frutas, pão, arroz doce, angu, coalhada, broa de milho, canjica e pamonha. Os sucos e refrescos de frutas regionais, a exemplo do caju, são idéais para acompanhar a refeição.

A tapioca do Alto da Sé, em Olinda, dá gosto ao pôr-do-sol visto de lá. Na praia de Boa de Viagem, a variedade de caldinhos e frutos do mar, faz muita gente passar um tempo a mais curtindo a brisa do mar. Da herança dos engenhos, na Zona da Mata, vieram os vários tipos cachaça, fabricadas artesanalmente. É também da cana-de-açúcar que se originam a rapadura, o melaço e o delicioso mel de engenho. Este último, quando combinado com o tradicional queijo coalho, dá origem a uma das iguarias mais cobiçadas da culinária pernambucana.

Para os enófilos, a degustação de vinhos do Vale do São Francisco é imperdível. A região irrigada fica no sertão pernambucano e é responsável pela produção de 15% dos vinhos finos nacionais. O bode é o prato principal do lugar. Tanto que existe um complexo gastronômico chamado Bodódromo, com 10 bares, todos especializados em servir a carne caprina.

 

Viagem pelos sabores de Pernambuco

 

Em uma viagem imaginária pelos sabores da Cozinha Pernambucana, o ponto de partida seria o sertão, região castigada pela seca, com economia rústica e de fruticultura irrigada, com uma culinária simples e generosa imitando o seu povo. Entre os principais ingredientes estão cuscuz de milho ou mandioca, tapioca, queijo de coalho, batata doce, inhame, carne de sol ou charque, farinha de mandioca e/ou farofas de bolão e manteiga de garrafa.

 

Logo temos o agreste, com economia baseada na indústria, comércio e pecuária, sendo esta a região onde mais se produz leite no estado, além do cultivo de raízes e grãos. Nessa região a cozinha abusa do sal, utilizado principalmente para produção de carne de sol e charque – com mantas expostas ao vento para secar, tendo no milho, sua principal vedete.

 

Bem mais diversa é a zona da mata. Com uma culinária diferenciada graças à introdução de uma novidade pelos portugueses – a cana-de-açúcar – e marcada pela civilização dos engenhos de açúcar, Pernambuco chegou nos séculos XVI e XVII a ser o maior produtor mundial de açúcar. Graças a proximidade com o litoral, surgiu nessa região uma das mais importantes doçarias do mundo, com destaque para sequilhos, pão sovado, bolinhos de goma, pão de ló e suspiros, consumidos entre as refeições.

 

Por fim, vê-se no horizonte o mar, destino final de nossa viagem imaginária, síntese de todas as vilas e todos os sabores trazidos de nossos interiores, e enriquecidos por outros que vêm do mangue e da foz dos rios, onde tudo se pesca e tudo se aproveita: aratu, caranguejo, guaiamum, siri, sururu, unha de velho, camarão de água doce (entre eles o pitu), ostras e peixes, cioba, garoupa, sirigado, agulha, beijupirá, cavala. Todos preparados de diversas maneiras, fritos ou enriquecendo o arroz, na peixada, no escabeche, na fritada, na caldeirada ou simplesmente ofertando caldo para os pirões. Mas, usando como ingrediente (quase) obrigatório o coco. E é só assim, juntando todos estes sabores, que podemos compreender o verdadeiro espírito do povo pernambucano.

 

 

Receita
BOLO-DE-ROLO

No vídeo acima, aprenda como fazer o bolo-de-rolo, o delicioso, belo e genuinamente brasileiro doce com sotaque pernambucano, saborosa herança das nossas cozinhas coloniais.

 

Clique aqui

e veja este vídeo ampliado

Fonte: Governo de Pernambuco

Boa Lembrança

Receita PERNAMBUCANa:

 

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COZINHA DE PERNAMBUCO
BOLO DE ROLO
BOLO SOUZA LEÃO

 

 

  Bolo de Rolo
Bolo preparado com uma massa de espessura finíssima de pão-de-ló, recheado com goiabada derretida e enrolada em forma de rocambole, polvilhado com açúcar.
 

  Bolo Souza Leão
É um dos mais tradicionais bolos da culinária pernambucana. O nome vem da família que repassou a receita. Tem consistência cremosa e é preparado com massa de mandioca, calda quente de açúcar, ovos e manteiga.
 

  Tapioca
É uma espécie de beiju feito com goma de mandioca umedecida e temperada com sal. Tem recheio de coco ralado, queijo coalho ou manteiga. As tapioqueiras, são facilmente encontradas nos pontos turísticos das cidade de Pernambuco. Existe também a tapioca molhada, umedecida com leite de coco misturado com açúcar.

  Cartola
É uma das mais tradicionais sobremesas da gastronomia pernambucana. Seu preparo consiste em banana frita coberta com queijo coalho assado, polvilhada com açúcar e canela.

  Munguzá
Típico do ciclo junino, o munguzá é preparado com milho cozido em água e temperado com leite de coco, açúcar, cravo e erva-doce. É servido quente e polvilhado com canela.

  Canjica
É um dos pratos típicos do ciclo junino. De consistência cremosa, a canjica é preparada com milho verde ralado, açúcar e leite de coco. É servida polvilhada com canela. É conhecida no Sul do País como curau.

  Bolo de Goma
É a versão nordestina dos conhecidos sequilhos encontrados em outras regiões do Brasil. A receita com goma de mandioca, manteiga, açúcar e ovos, dizem, é herança do período em que holandeses estiveram na região.

 

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 

 

 

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