CORREIO GOURMAND    

Home

|

O CORREIO GOURMAND

|

CUPOM GOURMAND

|

SORTEIO DO MÊS

|

PREMIADOS

|

PROMOÇÕES

PROMOÇÕES

CORREIO GOURMAND

CADERNO DE CULTURA GASTRONÔMICA CADERNO DE NOTÍCIAS DICIONÁRIOS GASTRONÔMICOS CADERNO SAÚDE & SABOR

CADERNO FOODSERVICE

CADERNO DE RECEITAS VÍDEOS GOURMANDS

CADERNO ROTEIROS TURÍSTICOS

 

CADERNO DE CULTURA GASTRONÔMICA

CADERNO DE NOTÍCIAS

DICIONÁRIOS GASTRONÔMICOS

CADERNO SAÚDE & SABOR

CADERNO FOODSERVICE

CADERNO DE RECEITAS

VÍDEOS GOURMANDS

CADERNO ROTEIROS TURÍSTICOS

CORREIO GOURMAND

Mapa do Portal

 

GUIAS GOURMANDS

GUIA ONDE COMER BEM

GUIA ONDE SE HOSPEDAR

GUIA FAZENDO FESTA

GUIA DE ESCOLAS E CURSOS DE GASTRONOMIA

GUIA ONDE COMPRAR PRODUTOS GASTRONÔMICOS

GUIA DO MERCADÃO DE SÃO PAULO

 

   

Alimentando o saber, aprimorando o paladar...

 

Apoio cultural:

APROVADO  

 
  COZINHA JUDAICA

 

 

 

 

 

A CHALÁ (Challah)

Virgínia Brandão

 

 

Chalá, é o nome dado ao  pão trançado consumido pelos judeus no Shabat e, no Rosh Hashaná, o ano novo judaico, na forma redonda. Uma mesa com Chalot (chalot - plural de chalá) é um sinal de festividade. A preparação da chalá é tida como uma tarefa especial das mulheres na família,  e elas costumam assar duas chalot na sexta-feira, em honra ao Shabat..

 

Entretanto, quando a Torá menciona a chalá, refere-se à parte que se tira da massa do pão antes de assar, e que era dada aos Cohanim (sacerdotes). Separar uma porção, isto é, a chalá, ao preparar o pão que serviria como alimento, é uma das três mitzvot que D'us¹  ordenou às mulheres judias, juntamente com as leis da mikvé e do acender das velas de Shabbat. Originalmente esta lei bíblica só se aplicava a produtos de Israel, mas após a queda do Templo e conseqüente dispersão dos judeus, os rabinos estenderam este mandamento à Diáspora² .

 

Para entender o significado da chalá, é  preciso lembrar a saída do povo de Israel do Egito. No deserto, os judeus queixavam-se de fome e sede. D'us então realizou um milagre ao deixar cair um pequeno grão que ninguém jamais havia visto. Quando perguntaram o que era aquilo, Moisés respondeu: "É o pão que D'us nos mandou do céu." Era o maná. Nas vésperas de Shabat e nas vésperas dos feriados sempre caíam do céu duas porções de maná. É justamente em lembrança a este fato que, na Sexta-feira, são colocadas duas chalot na mesa do jantar.

 

Os judeus que saíram do Egito alimentaram-se durante 40 anos de maná, um alimento celestial, totalmente diferente do chamado "pão da terra" usual. Os judeus haviam atingido um tipo de existência ideal, da qual não queriam abrir mão. D'us, então, revelou-lhes que, ao entrar em Canaã, poderiam atingir o mesmo grau de santidade ao se alimentarem com o pão da terra, se separassem uma porção da massa do pão antes de assá-lo. Esta parte era entregue ao Cohen (sacerdote) que só podia comê-la se estivesse ritualmente puro.

 

Após a destruição do Segundo Templo os Cohanim (sacerdotes) encontravam-se num estado de impureza ritual não podendo, portanto, comer a chalá. Por isso, a partir dessa época, começou a separar-se da massa de fazer pão uma pequena quantidade que é queimada e tirada fora.

 

Ao cumprir o ritual da chalá, a mulher judia reconhece que o pão é uma dádiva divina. Ao seguir este mandamento, ela estará atraindo bênçãos para o seu lar e o seu ato é comparável à oferenda dos Cohanim na época do Grande Templo, às Sextas-feiras.

 

 

 

 

1- D'us ou D-us é uma das formas utilizadas pelos judeus de língua portuguesa para se referirem ao criador do mundo sem citar seu nome completo em respeito ao terceiro mandamento recebido por Moisés  (Não tomarás em vão o nome de YHWH). Em outros idiomas, eliminam-se também uma ou mais letras da palavra correspondente, como no hebraico transliterado El'him ou no inglês G-d / G'd.

voltar

 

2- Diáspora é o nome dado ao processo de dispersão dos judeus pelo mundo no decorrer dos séculos, e a conseqüente formação de comunidades judaicas fora da Palestina. Por extensão de sentido, diáspora também se aplica à dispersão de qualquer povo em conseqüência de preconceito ou perseguição política, religiosa ou étnica.

voltar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aprenda a fazer, clicando no link abaixo:.

 
  Chalá
 
Saiba mais sobre:

 

A Imigração Judaica para o Brasil e as cozinhas Ashlenaze e Sepharade

Eliana Rosebaum Didio

Judaísmo e Natal  -  Diferenças e semelhanças

Eliana Rosebaum Didio

A Festa de Chanuká - Eliana Rosebaum Didio
Yom Kipur - O Dia do Perdão - Eliana Rosebaum Didio
Rosh Hashaná - O Ano Novo
Pessach - A Páscoa
Restaurantes Judaicos em São Paulo
 
  Você gostou? Então compartilhe!!  
 
 
Voltar à página inicial de Cozinha JUDAICA
 

 

 

 

O Shabat

 

Shabat significa "descanso" em Hebraico, é o dia de descanso semanal no Judaísmo. É observado desde o pôr do sol de Sexta-feira até ao início da noite de Sábado.

 

Em Israel, o sábado é considerado como o principal dia de descanso semanal. O Fim-de-semana consiste de Sexta-feira e sábado.

 

Até ao primeiro concílio de Nicéia, em 325, cristãos e judeus mantinham o Shabat como o dia de descanso semanal. Nesse concílio, os líderes (religiosos e políticos - Constantino presidiu às sessões) decidiram postergar para Domingo o descanso semanal, uma entre outras medidas para separar os cristãos dos judeus, até então comunidades irmãs.

 

Conceito religioso

O Shabat foi instituído pelo próprio Deus nos primórdios da Criação. Quando o Eterno criou o homem o colocou numa posição de domínio sobre a Terra que havia preparado. E separou o Shabat para descanso, para que o homem buscasse de Deus como deveria exercer o seu domínio sobre a natureza que Deus criou. O Shabat é um princípio eterno instituído pelo próprio Deus; nesse dia o homem deve cessar toda atividade que se limita à matéria e voltar-se para o mundo espiritual, pois nada do que é material terá valor para o homem quando essa terra passar, apenas o que se construir em sua alma fará parte da vida eterna. Para os judeus o Shabat é um sinal da vinda do Mashiah, para a Igreja é o sinal da Sua segunda vinda; da primeira vez veio como Ben-Yosef, mas voltará como Ben-David para celebrar as Bodas do Cordeiro. É também o sinal do descanso Sabático para o Povo de Deus - Israel, eleito para ser luz às nações da Terra "Porque o Senhor consolará a Sião; consolará a todos os seus lugares assolados, e fará o deserto como o Éden, e a sua solidão como o jardim do Senhor; gozo e alegria se acharão nela, ação de graças e voz de cântico. Atendei-me, povo meu, nação minha, inclinai os vossos ouvidos para mim; porque de mim sairá a lei, e estabelecerei a minha justiça como luz dos povos" (Isaías 51:3-4) A bênção do Senhor, Deus de Israel se estende a todos quantos guardam o sábado, quer judeus, quer estrangeiros. Entre a bênção e a maldição está o livre-arbítrio. "Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares de deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs; então te deleitarás no Senhor, e Eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Iacov; porque a boca do Senhor o disse" (Isaías 58:13-14)

 

  Chalá Voltar ao topo  


 

  no Correio Gourm@nd  

 

APOIO:

 

 

 

 

Ovadia Saadia Comunicações

 

 

 

 

|

|

 

Copyright ©  -  VB Bureau de Projetos e Textos

Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 

 

 

Voltar ao topo