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CHEF FELIPE CILLI

 

 

Tornar-me um cozinheiro foi algo tão espontâneo e natural na minha vida que nem posso dizer que foi uma escolha - costumo brincar dizendo que foi a cozinha que me escolheu.

 

Dei a sorte de nascer numa família de imigrantes italianos, daquelas bem típicas, que trouxe consigo o apreço pelo bem comer e uma infinidade de receitas que foram sendo adaptadas aos ingredientes disponíveis por aqui e transmitidas de geração para geração.

 

A cozinha sempre foi o melhor lugar da minha casa, especialmente para mim que, desde muito pequeno, via tudo aquilo como uma grande magia. Ficava fascinado olhando os ingredientes se transformando em pratos deliciosos através das hábeis mãos de minha mamma e minha nona que nunca se opuseram a que eu ficasse por ali "rondando e especulando", como diziam . Aos poucos, foram aceitando minha ajuda e, com o tempo, delegando a mim a incumbência de alguns pratos. Quando dei por mim, já havia decidido que faria desse prazer o meu ofício.

 

 

Trajetória Profissional

 

Eu tinha 14 anos quando meu pai comprou um açougue na Mooca, tradicional reduto italiano da cidade de São Paulo, onde nasci. Foi meu primeiro emprego. Estudava de manhã e, logo depois do almoço, assumia meu posto no "Ora Bois Bois". Ali, conheci a fundo os diversos tipos de carne, seus cortes e texturas. Além disso, claro, tinha matéria prima  em abundância para testar todas as receitas de carne que quisesse. Esse precioso aprendizado, além de fazer crescer o meu prazer em cozinhar, tem sido de grande utilidade até hoje.

 

Convicto de que queria ser um cozinheiro profissional, aos 18 anos embarquei pra Itália disposto a aprender "in loco" o máximo sobre a cozinha que mais toca o meu coração e o meu paladar. Meu destino foi o Piemonte, no norte do país, mais exatamente a cidade de Alba, terra do Tartufo Bianco di Alba, uma das máximas expressões da gastronomia italiana.

 

Assim que cheguei, consegui um emprego como lavador de pratos no restaurante de um dos inúmeros castelos da região. Era um lugar bem movimentado, freqüentado, sobretudo, pelas pessoas da própria cidade mas que, durante a temporada das trufas - outubro a dezembro, ficava lotado de turistas. Em dois anos e meio eu passei por todas as funções até tornar-me o chef da cozinha. Fiquei por lá mais um ano e meio até que a vontade de voltar foi maior e eu vim embora.

 

Ao voltar ao Brasil, montei, junto com meu pai, a Cervejaria 67, na Praia Grande. Eu tinha 22 anos, era o meu primeiro empreendimento gastronômico e a minha primeira experiência no comando de uma cozinha no Brasil, desafios que, felizmente, consegui vencer com sucesso.

 

Desde então, são 15 anos nessa profissão, com uma trajetória diversificada e passagens por casas consagradas como “Barão do Café”, “Café e Cia”, "Piccola Forneria", "WTC" e “Empório Villa Borghese”, em Santos, e, em São Paulo, “Farfalla”, “Valentino Wine Bar”, “Goody” (quando fui autorizado pelo Rabino a desenvolver e trabalhar com comida Kosher) e “Felix Bistrot”, onde tive a honra de formar uma parceria franco-italiana com o chef Alain Uzan, um dos melhores chefs franceses que trabalham no Brasil.

 

Em maio de 2008, uma nova parceria veio dar um novo rumo à minha vida profissional: casei-me com Danyela Grandi, chef pâtissier e descendente de uma verdadeira tradição da gastronomia italiana no Brasil: é neta de Piero Grandi, da renomadíssima Cantina do Piero — Il Vero. Juntos, participamos da implementação da Famiglia Grandi Osteria, empreendimento familiar que ficou a cargo do meu sogro quando surgiu a oportunidade de concretizarmos o PIANOPIANO, restaurante especializado em cozinha italiana artesanal que inaugurei em março de 2011e comandei por um ano,.

 

Além do trabalho na cozinha ou como consultor para a implementação de diversas casas espalhadas pelo Brasil, participei, como chef e/ou palestrante convidado, de alguns dos mais importantes eventos gastronômicos e feiras de negócios do setor no Brasil: Restaubar (2006, 2007, 2008), Fispal (2006, 2007, 2008 -  quando fui campeão do Gourmet Show na categoria de Pasta), Equipotel (2006, 2007, 2008), Prazeres da Mesa ao vivo (2007), Feinco (2008), Fispizza (2008) e Abrasel (2008).

Sou, também, membro oficial da FIC (Federazione Italiana Cuochi), entre 2008 e 2009 fui nomeado o Chef Oficial do Mercado Municipal de São Paulo e comandei o programa “Temperando o Papo”, na Tv a cabo, como chef e apresentador.

 

Hoje, assumi a chefia da cozinha do restaurante PEPE NERO, casa localizada em Moema, pertencente aos mesmo donos da rede Don Pepe di Napoli. Espero você lá!!!

 



Chef Felipe Cilli
Fone: (11) 8464-9496

cheffelipecilli@hotmail.com   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 15 junho, 2017.

 
 

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