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CHEF elzinha nunes

 

 

Elzinha Nunes nasceu no Serro, antiga Vila do Príncipe, uma das mais importantes cidades coloniais mineiras. Quarta dos onze filhos do Sr. Marcílio Nunes e de Dona Lucinha, renomada representante e defensora da culinária histórica de sua região, ela traz no sangue o amor pela cozinha, por suas tradições e por Minas Gerais.

 

Ela cresceu dentro do hotel que a família tem no Serro, num original casarão do século 18, e em cujo restaurante sua mãe, Dona Lucinha, desenvolvia um trabalho de preservação da culinária mineira típica dos tempos do ciclo do ouro e dos diamantes.

 

 

Belo Horizonte e o Dona Lucinha

 

Em meados dos anos 80, quando sua família resolveu fixar-se em Belo Horizonte para abrir o primeiro Restaurante “Dona Lucinha”, Elzinha foi junto e prestou vestibular para Hotelaria. Nos intervalos da faculdade, atuou como relações públicas da casa e, nos finais de semana, pegou firme no fogão.

 

Ao escolher uma área para estágio, optou pela Gerência de A&B e passou por vários hotéis e restaurantes da Capital mineira. Depois de formada, voltou ao restaurante da família para atuar na administração e na cozinha.

 

O Restaurante “Dona Lucinha” foi um sucesso desde o seu início. Hoje são três casas, duas em Belo Horizonte e uma em São Paulo, todas com uma ambientação que faz lembrar a arquitetura dos sobrados e fazendas coloniais e servindo um delicioso buffet self-service das mais tradicionais comidas e sobremesas mineiras do século 18.

 

 

O Dona Lucinha em São Paulo

 

Em 1992, Elzinha aceitou o desafio de mudar-se para São Paulo e, junto com o irmão Alcebíades, tocar a primeira filial paulistana do “Dona Lucinha” no bairro de Moema.

 

As deliciosas iguarias mineiras com gosto de História, preparadas artesanalmente com ingredientes naturais de alta qualidade logo conquistaram o paladar dos paulistanos e da crítica especializada que sempre prestigiaram a casa.

 

Quatro anos depois, inauguraram a sua segunda filial, no sofisticado bairro dos Jardins, casa  totalmente gerenciada por Elzinha até maio de  2004, quando a chef vendeu o ponto e, ampliando seus domínios de atuação gastronômica, partiu para um novo desafio, o restaurante Aneto.

 

 

O Aneto

 

Instalado no térreo do imponente Centro Empresarial do Aço, o maior edifício de estrutura metálica da América Latina, no bairro do Jabaquara, o Restaurante ANETO conquistou o público executivo que trabalha no próprio CEA, no Centro Empresarial Itaú Conceição, seu vizinho de frente, e em outras empresas da região.
 
O grande diferencial da casa é a sua cozinha variada e sem bandeira que oferece cardápios especialíssimos para o almoço executivo, o happy hour e o Buffet  Aneto, que atende ao Centro de Convençes do condomínio e a eventos internos e externos de qualquer porte.
 

 

A chef fora da cozinha

 

Conhecida e respeitada, a Chef Elzinha Nunes vem dedicando seu trabalho a difundir e dignificar a Cozinha Brasileira, tanto no resgate e preservação de suas tradições culinárias, quanto no fomento a modernas leituras dessa mesma tradição.

Atuante, foi fundadora e primeira presidente do Clube da Cozinha Brasileira, é associada à Aregala Brasil (Associação dos Restauradores Gastronômicos das Américas) e à ACLA Internacional. Ministra aulas nos Cursos livres de Gastronomia da FAAP(Fundação Armando Álvares Penteado) e participa de bate papo sobre a cultura alimentar do povo mineiro no SENAC e no SESC São Paulo.

 

Além disso, é presença freqüente em júris de gastronomia, está sempre na mídia, com participação semanal em renomados programas de TV, e realiza apresentações e festivais gastronômicos por todo o Brasil. No exterior, ministrou aulas no Instituto de Culinária da América (CIA) de Nappa Valey, na Califórnia e no Salone Del Gusto, Turim/Itália. Também, representou o Brasil no Slow Food, quando cozinhou no Castelo de Verduno em Alba, região do Piemonte. Atualmente, é  convidada do Canal Chef TV, onde apresenta diariamente o programa Condimentos pela TVA.



Chef Elzinha Nunes

elzinha@donalucinha.com.br   

 

RESTAURANTE DONA LUCINHA

Av. Chibarás, 399

Moema - São Paulo - SP
Fone/Fax: (11) 5051-2050

Para saber mais, CLIQUE AQUI.

 

ANETO RESTAURANTE
Centro Empresarial do Aço
Av. do Café, 277 (Estação Conceição do Metrô)
Entrada pela Rua Guatapará
Estacionamento no próprio condomínio
Fone: 5070-8000
aneto@aneto.com.br
Horário de Funcionamento:

De segunda a sexta

Almoço: das 11h30 as 15h00

 

 

 

 

 

 

 

 

As Minas Gerais,

Sua gente

Sua comida maravilhosa

 

No raiar do século 18, a coragem, audcia e persistência de uma nova e brava gente, nascida e criada nas terras portuguesas da América, venceu todas as dificuldades de um inóspito terreno montanhoso, com muitas matas fechadas habitadas por indígenas hostis e, no interior do Brasil, entre as montanhas milenares da região que se chamaria Minas Gerais, fez encontrar o maior veio aurífero que o mundo já tinha tido notícia.

 

Entre 1700 e 1800, das entranhas do solo mineiro, foi extraída uma quantidade de ouro superior a tudo o que antes já se havia produzido na Terra, inclusive as Minas do Rei Salomão.

 

Além do ouro, ali também foram encontrados diamantes em tal abundância, que seu preço sofreu uma acentuada queda no mercado internacional daquela época.

 

Toda essa riqueza custeou o opulento “Século das Luzes” europeu, incluindo a revolução industrial inglesa, e fez florescer, nos confins do sertão do Brasil, uma rica e populosa sociedade urbana, com um nível de progresso tão alto que a colocava entre as mais evoluídas do mundo.

 

Amálgama de brancos, índios, negros e mestiços vindos de todas as partes, e que, apesar das profundas desigualdades sociais, eram atraídos pela mesma cobiça, essa sociedade forjou a jovem nação brasileira e o espírito livre, forte, corajoso e empreendedor da sua gente.

 

Desse período de apogeu da História do Brasil que durou exatos 100 anos, tempo em que se exauriram os garimpos e com eles a riqueza de quase toda a gente da região, herdou-se um patrimônio cultural de valor inestimável, expresso na preciosa arquitetura e nas artes barrocas das cidades coloniais mineiras do ciclo do ouro e dos diamantes, verdadeiros museus a céu aberto que atraem e encantam turistas do mundo inteiro.

 

Herdou-se, também, a rica e deliciosa comida mineira, fruto da miscigenação dos saberes e sabores dos povos indígenas, africanos e europeus que povoaram as Minas Gerais do século 18.

 

Farta e variada, colorida pelo urucum e pelos brotos nativos, sem temperos fortes, com pouquíssimo sal, gordura só para o refogado ou conservação das carnes, em cujo preparo se faz uso abundante do limão e da cachaça, o sabor da típica cozinha mineira fez fama muito além de suas montanhas.

 

Ao longo dos séculos, dois importantes fatores vêm atuando para que a cozinha mineira colonial, essa tão representativa expressão das origens do Brasil, preserve sua autenticidade e suas tradições: as próprias montanhas de Minas que, de certa forma, a resguardou das influências estrangeiras e o trabalho persistente e talentoso de alguns filhos da terra, mineiros apaixonados e determinados a manter e divulgar suas raízes culinárias, entre eles, Dona Lucinha Nunes e sua filha, a  Chef Elzinha Nunes.

Virginia Brandão

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 15 junho, 2017.

 
 

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