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Dicionário Gastronômico de Pimentas

com suas receitas
 

Nelusko Linguanotto Neto

 

 

Dicionário Gastronômico

de Pimentas e suas Receitas

Boccato Editores 2006 -  SP

Brochura

164 páginas

Tamanho do livro: 11,5x21cm.


 

 

 

Este livro proporciona aos aficionados por pimentas e aos mestres-cucas de horas vagas, uma oportunidade rara de conhecer alguns dos principais tipos de pimentas usados no mundo (e a maioria, felizmente, disponível também no Brasil). Mas, e o que é ainda melhor, ele ensina também como utilizá-las na prática, para extrair o máximo de seu sabor e beleza.

 

Conteúdo

 

O "Dicionário Gastronômico de Pimentas e suas Receitas" é um verdadeiro guia sobre o universo da pimenta. Nelusko pesquisou 51 tipos de pimentas que aparecem no livro com dados de sua história, origem e utilização, além de fotos e receitas produzidas especialmente para o livro por Maria Helena Vieira.


"São todas receitas simples de fazer, embora em alguns casos haja dificuldade no tipo de pimenta utilizado, que pode não ser encontrado no Brasil, mas todas elas podem ser substituídas pelas pimentas encontradas por aqui", diz Nelo.


O dicionário está dividido em três capítulos, relacionando as famílias de pimentas existentes. As mais comuns, ou capsicum, que incluem vários tipos (tabasco, malagueta e dedo-de-moça); as piperáceas, como a pimenta do reino, de origem asiática e as falsas pimentas, condimentos que são batizadas de pimentas, embora não o sejam. Um exemplo é a pimenta rosa, que, na verdade, é a semente de aroeira. "Muita gente não se atreve a comê-las por causa da picância. Mas basta retirar as sementes e a placenta, aquele miolo meio branco da pimenta, para consumi-la sem ser tão agressiva", explica Nelo.


O "Dicionário Gastronômico de Pimentas e suas receitas" conta ainda que o coreano é o campeão mundial de consumo da pimenta com 8 gramas per capita dia. Não existe um levantamento do seu uso no Brasil mas Nelo calcula que ele seja parecido com o do europeu com um consumo de meio grama por dia. A Índia possui as maiores plantações de pimenta do mundo com 2,2 milhões de acres enquanto o México, outro grande consumidor, tem 200 mil acres plantados.


Também ensina como tirar a picância da pimenta para quem prefere mais o seu aroma, como secar pimentas, e como fazer geléias e picles e fala ainda de seus muitos outros usos como o spray de pimenta usado em defesa pessoal e seu uso medicinal: o conhecido emplasto Sabiá, por exemplo, tem em sua composição a capsaina, que vem da pimenta. Só um detalhe: se a pimenta arder demais, não tome água que, na verdade, espalha a picância.

 

O Autor

 

 

Desde tempos remotos, as especiarias inspiram o imaginário humano. Com sua miríade de cheiros, cores e sabores, com seus nomes que evocam lugares e costumes exóticos, com suas histórias de aventuras e riquezas, essas ervas, favas e grãos são também sério objeto de estudo para nomes como o do empresário paulista Nelusko Linguanotto Neto (ou Nelo), indiscutível conhecedor dos temperos e suas combinações, capazes de transformar o mais simples prato em fina iguaria.

Bisneto de italianos, já aos 14 anos, Nelo trabalhava na empresa alimentícia da família. Fundada pelo bisavô Vicenzo Linguanotto em 1913, a Linguanotto se destacava por um produto inovador à época: o Feijolina, um feijão desidratado em pó para sopas e caldos. Mas as especiarias, que consagraram a marca no mercado, só entram em cena nos anos 50, sob o comando do pai de Nelo, que também inovou ao adotar embalagens de vidro e lançar o primeiro tempero completo brasileiro - o Tempero da Vovó. Anos mais tarde, em 1987, a Linguanotto surpreende outra vez com as misturas de especiarias, os desidratados e as embalagens dotadas de moedores.


Em sua trajetória, Nelo conheceu plantações de especiarias em todo o mundo. Além de ampliarem seus conhecimentos técnicos, essas viagens também lhe despertaram o interesse pelos aspectos mais subjetivos da relação do homem com o uso e a descoberta das ervas e grãos aromáticos. Ele cita o exemplo da noz-moscada: "Ela vem da Indonésia, de uma árvore que dá um fruto de casca amarela do tamanho de um limão. Quebrando-o, encontra-se uma polpa branca e uma semente coberta por filetes vermelhos. A semente, ainda coberta por uma grossa casca, é a noz, e os filetes vermelhos são o macís, um dos temperos mais valiosos do mundo. É intrigante pensar em como, algum dia, passou pela cabeça de alguém que aquilo servia para cozinhar".


Nelo é casado há 18 anos com Gisele e tem um filho, Sthefano, de 9 anos. Formado em Engenharia Química e Administração de Empresas, ele se diz cozinheiro amador, mas já editou um guia de especiarias pela revista Cláudia Cozinha, um livro pela Editora Três e vários artigos. Este Ervas & Especiarias com suas Receitas, que está nas suas mãos, é resultado de um sonho antigo e também o mais completo dos seus trabalhos.


Para os leitores nos primeiros passos no mundo dos temperos, ele aconselha não juntar, de saída, várias ervas num mesmo prato. "No início, tem que provar uma especiaria de cada vez e conhecer seus efeitos". Entre os seus temperos indispensáveis, ele destaca a noz-moscada, o alecrim, o tomilho e o louro. Mas também ressalta o curry, a segurelha e o zimbro, ainda pouco conhecidos no Brasil, como capazes de dar um toque diferenciado nos pratos para ocasiões especiais.


 

Confira!!

 

 



 

 

 

Do mesmo autor, conheça também o livro Dicionário Gastronômico Ervas & Especiarias - com suas receitas, clique aqui

 

 

 

 

 
   
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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.