CORREIO GOURMAND    

Home

|

O CORREIO GOURMAND

|

CUPOM GOURMAND

|

SORTEIO DO MÊS

|

PREMIADOS

|

PROMOÇÕES

PROMOÇÕES

CORREIO GOURMAND

CADERNO DE CULTURA GASTRONÔMICA CADERNO GASTRONOMIA EM NOTÍCIAS DICIONÁRIOS GASTRONÔMICOS CADERNO SAÚDE & SABOR

CADERNO FOODSERVICE

CADERNO DE RECEITAS VÍDEOS GOURMANDS

CADERNO ROTEIROS TURÍSTICOS

 

CADERNO DE CULTURA GASTRONÔMICA

CADERNO DE NOTÍCIAS

DICIONÁRIOS GASTRONÔMICOS

CADERNO SAÚDE & SABOR

CADERNO FOODSERVICE

CADERNO DE RECEITAS

VÍDEOS GOURMANDS

CADERNO ROTEIROS TURÍSTICOS

CORREIO GOURMAND

Mapa do Portal

 
GUIAS GOURMANDS

GUIA ONDE COMER BEM

GUIA ONDE SE HOSPEDAR
GUIA FAZENDO FESTA
GUIA DE ESCOLAS E CURSOS DE GASTRONOMIA
GUIA ONDE COMPRAR PRODUTOS GASTRONÔMICOS
GUIA DO MERCADÃO DE SÃO PAULO
 

   

Apoio cultural: 

APROVADO  

   

 

 

 

História

 

Virgínia Brandão

 

 

No Brasil comemoramos o Dia dos Namorados no dia 12 de junho. Na Europa e na América do Norte, essa festa é tradicionalmente comemorada no dia 14 de fevereiro, dia de São Valentim.

 

A Igreja Católica reconhece três santos com o nome de Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século 3, em Roma.

 

Era um sacerdote cristão, contemporâneo do imperador Cláudio II, que queria constituir um exército romano grande e forte, mas não conseguiu atrair muitos soldados, porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias e partirem para a guerra. Usando a lógica ilógica daqueles que arquitetam guerras, o imperador simplesmente proibiu os casamentos entre os jovens. Valentim, então, revoltado com a injustiça do decreto imperial, resolveu realizar casamentos secretos. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de fevereiro de 270 d.C. Mas, enquanto esperava a execução de sua sentença, Valentim apaixonou-se perdidamente pela filha cega do seu carcereiro e, sustentado pela sua profunda fé religiosa e pela intensidade dos seus sentimentos, devolveu-lhe milagrosamente a visão. Em 498 d.C., o Papa Gelasius proclamou-o santo e o dia 14 de fevereiro passou a lhe ser consagrado.

 

Mas o dia de São Valentim está tão ligado à religião quanto aos rituais pagãos de um passado ancestral. Como muitas outras datas comemorativas católicas, sua origem está na Roma Antiga, nas festas pagãs de Lupercália, que aconteciam em 15 de Fevereiro (no calendário romano, fevereiro era oficialmente o início da Primavera e era o tempo de purificação). O festival era dedicado a Lupercus (o deus pastoral romano protetor dos rebanhos e da fertilidade) e a Juno (deusa romana do amor, das mulheres e do casamento) e buscava assegurar a fertilidade, a purificação e a proteção contra todos os males. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua "namorada" durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia, acabando até em casamento!).

 

Como aconteceu com muitas outras festas pagãs, a Lupercália também foi 'cristianizada', substituindo-se os jogos e celebrações pagãs por ritos e santos Cristãos. Deste modo, a transição de uma religião para outra era menos traumática, aumentando sua aceitação. São Valentim foi o escolhido para essa transição, tornando-se o patrono dos enamorados.

 

No século 17, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como o dia da união dos namorados e pretendentes passaram a trocar bilhetinhos de amor e presentes. Um século depois, a data foi adotada nos Estados Unidos. Canadenses, mexicanos e australianos também mantêm a tradição: no dia 14 de fevereiro os casais participam de missas e trocam presentes, pedindo proteção e felicidade ao santo. Mas, ao contrário da versão brasileira do dia de São Valentim, o nosso Dia dos Namorados, é comum nos países europeus as pessoas presentearem não somente seus namorados(as), mas aqueles que gostam, como mães, pais, irmãos, amigos.

 

 

No Brasil

 

No Brasil, o fato de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, é apenas mera coincidência. De fato, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pela Standard Propaganda, por encomenda da extinta loja Clipper, com o intuito de melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio.

 

Idealizada pelo publicitário João Dória e contanto com o apoio da Confederação de Comércio de São Paulo, a campanha instituiu a data de 12 de junho como Dia dos Namorados com o slogan: "Não é só de beijos que se prova o amor".

 

Foi um sucesso absoluto. A Standard ganhou o título de "Agência do Ano" e, para a alegria dos comerciantes, a moda pegou de verdade, transformando pra sempre o resultado das vendas do mês de junho.

 

Mas muito além dos interesses comerciais que possam tê-la gerado, não deixa de ser verdade que uma data especialmente dedicada a festejar o namoro, com direito a troca de presente, cartões, bilhetes, flores, bombons, jantarzinho romântico, e outras inúmeras opções de se dizer "Eu te amo" é sempre muito bom para unir os casais, renovar votos, dar uma incrementada na relação.

 

 

No resto do mundo

 

Nem todos os países comemoram o Dia dos Namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções e, em troca, recebem doces, balas de frutas e dinheiro de seus pais.

 

No Japão o Sei Barentain Dee (Dia de São Valentim) é reservado especialmente para as mulheres declararem amor aos seus amados. O presente mais tradicional é o coração de chocolate, feito pela própria moça. Também é comum oferecer presentes aos superiores do local de trabalho, veteranos e até mesmo para colegas da escola que freqüenta. Estes são chamados de "giri tyoko", ou seja, chocolate de cortesia. Em contrapartida o homem deve retribuir a esta gentileza um mês depois, na ocasião do "White Day" (white, por responderem à cortesia presenteando com chocolate branco), enviando chocolate branco, marshmallow ou ainda biscoitos.

 

Nos Estados Unidos, nos dias que antecedem o 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines. Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças costumam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.

 
  Você gostou? então compartilhe!!  
 
 
 

 

 

 

CUPIDO E O AMOR ETERNO

 

 

Símbolo mais ilustre do Dia dos Namorados, o Cupido, aquele simpático "anjinho" com arco e flecha, também tem origens ancestrais.
 

A gênese de sua história está há milhares de anos atrás, nas mitologias grega e romana. Na Grécia, o menino alado cujas flechas faziam homens e deuses se apaixonarem era conhecido como Eros, o filho mais novo da deusa do amor e da beleza, Afrodite. A mitologia análoga romana foi que lhe nomeou Cupido, filho de Vênus.

A história em torno do deus Cupido tem um exemplo de prova de amor incondicional. Reza a lenda que Vênus tinha inveja da beleza de uma mortal chamada Psique e pediu a seu filho que a castigasse. Em vez de castigá-la, no entanto, Cupido se apaixonou por ela e a tomou como esposa.

 

Mas havia uma condição para que permanecessem juntos: como era uma mortal, a bela moça não podia olhar no rosto do deus com quem se casara. Persuadida por suas irmãs, Psique transgrediu a proibição e, como castigo, Cupido a abandonou. O castelo em que moravam também desapareceu, assim como os jardins, e a jovem se viu isolada num campo aberto sem sinal da presença de seu amado ou de qualquer outro ser vivo.

 

À procura de seu amor, Psique se deparou com o templo de Vênus. A deusa, como preço a pagar pela desobediência, ordenou-lhe uma série de quatro tarefas, cada qual mais árdua e perigosa que a outra.

 

Movida pelo desejo de seguir em busca do amor que perdera, a bela mortal completou as provas do Fogo, da Terra e do Ar até a tarefa final e mais difícil: com uma pequena caixinha às mãos, deveria descer ao reino sombrio dos mortos e nela trazer um pouco da beleza de Prosérpina, mulher de Plutão e rainha daquelas trevas.

 

Aflita, a jovem foi ao alto de uma torre e pensou em de lá se jogar para, assim, chegar ao reino dos mortos. Antes que pudesse concretizar a idéia de suicídio, a própria torre ergueu a voz e a ensinou o caminho até as profundezas sem que fosse necessário se matar. Aconselhou-a, ainda, com um aviso específico: que jamais abrisse a caixa.

 


Psique teve sucesso na missão, mas, no caminho de volta, foi vencida pela tentação. Abriu a caixa e o que encontrou não foi beleza, mas um sono letal que a invadiu.

 

Tempos depois, Cupido a encontrou. Jazia sem vida no chão. O filho de Vênus, motivado pelo perdão, retirou o sono do corpo da amada e colocou de volta na caixa. Vênus também a perdoou. Os deuses, tocados pelo amor de Psique a Cupido, alçaram-na à condição de deusa e permitiram que ela vivesse ao lado de seu grande amor - e que para ele pudesse olhar - por toda a eternidade.

VB

 

 

    Voltar ao topo  

 

  no Correio Gourm@nd  

 

APOIO:

 

 

 

 

Ovadia Saadia Comunicações

 

 

 

 

|

|

 

Copyright ©  -  VB Bureau de Projetos e Textos

Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

Voltar ao topo