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A ÉPOCA DE SANTO ANTÔNIO

 

Santo Antonio  viveu na primeira metade do século 13, em plena Baixa Idade Média, um dos momentos mas turbulentos da história européia, quando lutas políticas e religiosas assolavam todo o continente.

 

Nessa época,  desenvolviam-se as cidades extra-muros - os burgos - e uma nova classe social de artesãos, mercadores, banqueiros, notários e médicos ascendia na sociedade e no poder: a burguesia.

 

Na Europa, formavam-se as nacionalidades sob a égide do Sacro Império Romano-Germânico e os exércitos dos anglos, francos e germanos, dominados pelo espírito das Cruzadas, combatiam os turcos muçulmanos no Oriente (a Terra Santa) e os berberes muçulmanos no Ocidente (Península Ibérica).

 

Em Portugal, reinavam Sancho I, filho de Afonso Henriques, empenhado em alargar o território e proceder ao seu povoamento. Afonso II, neto do Fundador, que se envolveu em lutas civis contra suas irmãs, fato que motivou a perda dos territórios já conquistados ao Sul do rio Tejo, e Sancho II, filho deste último, grande conquistador, que se envolveu em questões com a Igreja Católica e com o papado e foi excomungado e deposto pelo Papa Inocêncio IV a favor do irmão Afonso III, conde de Bolonha.

 

 

CARREIRA MILITAR PÓSTUMA

 

Santo Antônio de Lisboa passou à História, também por sua singular e notável carreira militar póstuma, de Soldado a Coronel.

 

Vários países, em especial Portugal, Espanha e Brasil, conferiram graduações, postos, insígnias e honrarias militares a Santo Antônio.

 

Tudo começou em Portugal, quando, em 1668, D. Pedro II, Regente do Reino, deu ordens para que o Santo fosse recrutado e sentasse praça como soldado raso, no 2º Regimento de Infantaria, em Lagos, sendo promovido, em 1683, a Capitão e, em 1780, a Coronel.

 

O Brasil foi o país que mais galardoou Santo Antônio, por intermédio de promoções e honorificências castrenses. Na Bahia, ele foi Soldado, Alferes, Capitão,Sargento-Mor e Tenente-Coronel de Infantaria, com o respectivo soldo. Em São Paulo, foi Coronel. Em Goiás, Capitão. Na Paraíba e no Espírito Santo, foi Soldado. Capitão de Cavalaria, em Vila Rica/MG. Em Pernambuco, foi Tenente de Artilharia e Capitão; em Igarassu, ainda em Pernambuco, não havendo quartel na cidade, Santo Antônio foi eleito Vereador, com o título de “Protetor da Câmara”. No Rio de Janeiro, foi Soldado, Capitão, Sargento-Mor e Tenente-Coronel (“vencendo soldo, de oitenta mil réis mensais”, pago até alguns anos após à proclamação da República).

 

As promoções de Santo Antônio a Sargento-Mor (Major) e a Tenente-Coronel de Infantaria se deram pelos Decretos de 14 Jul 1810 e de 25 Nov 1814, expedidos por Cartas Régias, com a rubrica do Príncipe Regente D. João, futuro D. João VI.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Santo Antônio, o Casamenteiro

 

Virgínia Brandão

 

Protetor dos pobres, que auxilia na busca de objetos ou pessoas perdidas, o amigo nas causas do coração. Assim é Santo Antônio de Pádua, frei franciscano português, nascido em Lisboa, que trocou o conforto de uma abastada família burguesa pela vida religiosa. Como? Por que? São perguntas que só encontram resposta à luz da fé.

 

Santo Antônio nasceu entre 1191 e 1195 (a data aceita oficialmente é a de 15 de agosto de 1195), e recebeu no batismo o nome de Fernando. Ele era o único herdeiro de Martinho de Bulhões, cavaleiro do rei Afonso II de Portugal e Maria  Teresa Taveira Azevedo, aparentada com Failo I, o quarto rei das Astúrias. Seus pais professavam uma grande fé, tinham hábitos honestos e se distinguiam por sua enorme prodigalidade para com os mais necessitados.

 

Sua infância foi tranqüila, sem maiores emoções, até que, aos 15 anos, ele resolveu seguir a carreira religiosa. A escolha recaiu sobre a ordem de Santo Agostinho e ele ingressou no Mosteiro de São Vicente de Fora dos Agostinianos, nos arredores de Lisboa. Depois de passar dois anos nesse convento, estudando e lecionando, pediu transferência para o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.

 

Os primeiros oito anos de vida do jovem frei, passados nas cidades de Lisboa e Coimbra, foram dedicados ao estudo. Nesse período, nada escapou a seus olhos: desde os tratados teológicos e científicos às Sagradas Escrituras. Sua cultura geral e religiosa era tamanha que alguns dos colegas não hesitavam em chamá-lo de "Arca do Testamento". Em 1219 ele ordenou-se sacerdote.

 

Reservado, Fernando preferia a solidão das bibliotecas e dos oratórios às discussões religiosas. Bem, pelo menos até um grupo de franciscanos cruzar seu caminho. O encontro, por acaso, numa das ruas de Coimbra, marcou-o para sempre. Eles eram jovens diferentes, que traziam nos olhos um brilho desconhecido. Seguiam para o Marrocos, na África, onde pretendiam pregar a Palavra de Deus e viver entre os sarracenos.

 

A experiência costumava ser trágica. E, daquela vez, não foi diferente. Como a maioria dos antecessores, nenhum dos religiosos retornou com vida. Depois de testemunhar a coragem dos jovens frades, Fernando decidiu entrar para a Ordem Franciscana e adotar o nome de Antônio, numa homenagem a Santo Antão. Disposto a se tornar um mártir, ele partiu para o Marrocos. Mas Deus tinha outros planos!

 

Após um ano de catequese nesse país africano, Antônio contraiu uma febre, ficou tão doente que foi obrigado à voltar para a casa. Mais uma vez, os céus lhe reservava novas surpresas. Uma forte tempestade obrigou seu barco a aportar na Sicília, no Sul da Itália. Aos poucos, recuperou a saúde e concebeu um novo plano: decidiu participar da assembléia geral da ordem em Assis, em 1221. E, deste modo, conhecer São Francisco pessoalmente.

 

Emoção Especial

 

É difícil imaginar a emoção de Santo Antônio ao encontrar seu mestre e inspirador, um homem que falava com os bichos e recebeu as chagas do próprio Cristo... Infelizmente, não há registros deste momento tão particular da história do Cristianismo. Sabe-se apenas que os dois santos se aproximaram mais tarde, quando o frei português começou a realizar as primeiras pregações. E que pregações! Santo Antônio era um orador inspirado. Suas pregações eram tão disputadas que chegavam a alterar a rotina das cidades, provocando o fechamento antecipado dos estabelecimentos comerciais.

 

Indicado professor de teologia pelo próprio são Francisco de Assis, lecionou nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-en-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro no Sul da França e na Itália. Ficaram célebres os sermões que proferiu em Forli, Provença, Languedoc e Paris. Em todos esses lugares suas prédicas encontravam forte eco popular, pois lhe eram atribuídos feitos prodigiosos, o que contribuía para o crescimento de sua fama de santidade.

 

E do que falava o santo? Em geral, das Santas Escrituras e das heresias (falsas doutrinas), muito comuns naquela época. Assim, de pregação em pregação, de povoado em povoado, o santo chegou a Pádua. Lá, converteu um grande número de pessoas com seus atos e suas palavras. Foi para essa cidade que ele pediu que o levassem quando seu estado de saúde piorou, em junho de 1231. Santo Antônio, porém, não resistiu ao esforço e morreu no dia 13, no convento de Santa Maria de Arcella, às portas da cidade que batizou de "casa espiritual". Tinha apenas 36 anos de idade.

 

O pedido do religioso foi atendido dias depois, com seu enterro na Igreja de Santa Maria Mãe de Deus. Anos depois, seus restos foram transferidos para a enorme basílica, em Pádua. O processo de canonização de frei Antônio encabeça a lista dos mais rápidos de toda a história. Foi aberto meses depois de sua morte, durante o pontificado de Papa Gregório IX, e durou menos de ano. Em 1946, foi proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, que o considerou "exímio teólogo e insigne mestre em matérias de ascética e mística".

 

Graças a sua dedicação aos humildes, Santo Antônio foi eleito pelo povo o protetor dos pobres. Transformou-se num dos filhos mais amados da Igreja, um porto seguro ao qual todos – sem exceção – podem recorrer.

 

Uma das tradições mais antigas em sua homenagem é, justamente, a distribuição de pães aos necessitados e àqueles que desejam proteção em suas casas - reza a lenda que guardado no pote de farinha de trigo da casa (ou açúcar, ou arroz), garante até o próximo junho fartura e harmonia a seus moradores.

 

No Brasil

 

Nós herdamos dos portugueses e dos italianos a devoção a Santo Antônio e ela constitui um dos elementos integrantes da tradição religiosa do povo brasileiro. Esteve presente desde o Inicio da evangelização e continua vivo em nossos dias, com milhões de fiéis espalhados pelo Brasil afora. O dia 13 de junho, é feriado em diversos municípios portugueses e brasileiros.

 

Por aqui, também, ele é reverenciado como protetor dos pobres e como casamenteiro. Embora as festas populares de Santo Antônio sejam cada vez mais raras, as simpatias relacionadas a ele são muitas e continuam populares por todo País. Uma das mais conhecidas, é  utilizada por moças solteiras, desejosas de se casar, que o colocam de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem-lhe o pedido e enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo.

 

Outra tradição Antonina que herdamos, foi a do "Pãozinho de Santo Antônio", que, nas cidades do interior, e mesmo nas capitais, são distribuídos gratuitamente pelos padres aos fiéis que vão às igrejas no dia 13 de junho para buscá-lo. O pão é bento e, acredita-se, que se colocado junto aos demais mantimentos, estes jamais faltarão nas casas dos que assim procederem. Outra variação dessa mesma tradição, muito comum entre a classe burguesa das grandes cidades paulistas, principalmente, é dar aos pobres, no dia 13 de junho, um determinado número de quilos de alimentos, correspondente ao peso da pessoa que fez a promessa a Santo Antônio.

 

Em certas zonas paulistas, na Serrana, na Mantiqueira, Santo Antônio recebe um vintém para achar os animais perdidos nas capoeiras; para o porco alongado voltar ao chiqueiro, uma pequena moeda de cobre é colocada sob a imagem.

 

Santo Antônio, também, se faz representar no sincretismo religioso brasileiro. No Candomblé e na Umbanda, ele é Ogum, o orixá senhor das guerras, protetor de todos os profissionais ligados ao ferro e, por isso, nos locais que lhe são consagrados, ele é representado por instrumentos de ferro forjado alinhados sobre uma haste de ferro: lança, espada, enxadas, torquês, facão, ponta de flecha, enxó, símbolos de suas atividades.

 

 

 

 


 

 

 

 

 

Pádua - Itália

 

Importante centro comercial da Antiguidade romana, a cidade de Pádua já existia no ano 302 a.C. (Patavium), segundo informações do historiador Tito Lívio, que ali nasceu em 59 a.C.


Pádua (em italiano, Padova) fica na região do Veneto, a 43km de Veneza. Situa-se às margens do rio Bacchiglione. Os vários braços do rio, interligados por pontes, contribuíram na defesa da cidade que, no período romano, não tinha muralhas.


A cidade mantém características medievais, com ruas estreitas e irregulares, cingidas de arcos. Ali viveu Dante e morreu santo Antônio de Lisboa (ou de Pádua). A cidade abriga tesouros do Renascimento, como a estátua eqüestre do Gattamelata (Erasmo da Narni) de Donatello; afrescos de Giotto, na igreja de Santa Maria dell'Arena; e de Mantegna, na igreja dos Eremitani, quase destruídos na segunda guerra mundial. A basílica del Santo data do século 8.


Foi importante o papel de Pádua no Risorgimento. Patriotas, artistas e escritores encontravam-se no tradicional café Pedrocchi, prédio neoclássico projetado por Giuseppe Zappelli. Na Universidade de Pádua (1222), a segunda fundada na Itália, estudaram Tasso e Petrarca. O museu local abriga relíquias que pertenceram a Galileu, um de seus mais ilustres mestres. O jardim botânico, de 1545, é dos mais antigos da Europa, assim como o observatório e a biblioteca, de 1629, com mais de 200.000 volumes.


Centro agrícola, comercial e industrial, Pádua produz azeite, cereais, vinho e gado bovino, além de tintas, madeira, seda, couro, máquinas agrícolas e motocicletas. No entroncamento da rede rodoviária do Veneto, liga-se também por ferrovias com o sul, leste e oeste da Itália.

 

 

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Basílica de Sto. Antônio

 

Pádua

 

A BASÍLICA DEL SANTO

 

 

 

 


 

 

Nossa Senhora com a Criança, São Francisco e Santo Antônio

Obra de Donatello - Basílica de Santo Antônio - Pádua

 

 

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Oração de Santo Antônio

"Meu grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faze que eu seja realista, confiante, digna(o) e alegre. Que eu encontre um namorado(a) que me agrade, seja trabalhador(a), virtuoso(a) e responsável. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus uma vocação sagrada e um dever social. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja."

 

 

OS SÍMBOLOS DE SANTO ANTÔNIO

 

 

O Livro dos Evangelhos

O livro é o seu atributo mais antigo.
Representa o Evangelho e a sabedoria de Antônio, primeiro mestre de Teologia da Ordem dos Frades Menores e doutor da Igreja. Lembra o pregador que arrebatava as multidões com as palavras do Evangelho. Por sua sabedoria bíblica, o Papa Gregório IX chamou-o de "Armário (Arca) do Testamento"

 

O hábito franciscano

É um atributo que aparece desde a primeira hora e sempre teve como objetivo mostrar que ele foi um frade franciscano. No século 15, apareceram algumas breves representações que mostravam o santo com um hábito cinza, dos penitentes ou mendicantes; o corte tonsurado do cabelo tem o mesmo significado.

 

O Menino Jesus

O menino é visto em três tipos de representação:

 

1- Em cima do livro: em geral, aparece sobre o livro aberto que o santo tem na mão, em gesto de quem abençoa, ou, usando um gesto de origem grega, com os dedos médio e indicador levantados, juntos, como a chamar a atenção para alguém que vai falar (no caso, o santo, pregando); o estar em cima do livro (Bíblia) evoca a característica de Frei Antônio como pregador do Verbo encarnado; o menino, segundo algumas fontes, nos primeiros tempos, não seria Jesus, mas as crianças, por quem o santo tinha enorme predileção; numa obra de El Greco, o menino (Jesus) aparece como brotando das páginas do livro, onde Antônio mostra a revelação do Verbo.

 

2- No colo do santo: em outras representações, o livro aparece de lado, e o menino Jesus está no colo de Antônio, numa atitude de extraordinária familiaridade, acariciando-lhe o rosto.

 

3- Sendo mostrado ao santo, pela Virgem Maria: um quadro (reproduzido em alguns "santinhos", mostra a Virgem apresentando o Filho à adoração de Antônio).

 

A Cruz na mão

A cruz na mão (do século 16) pode significar duas coisas: o espírito missionário do santo, ou, seu desejo de tomar-se um mártir da fé.
 

O Lírio

O lírio é um símbolo-atributo que aparece nas representações artísticas após o século 15 e se torna muito popular; tem dois significados: o mais antigo remete a Pádua; o lírio é a flor da estação na qual Antônio morreu; é a flor do campo, ornamental, perfumada,medicinal e frágil. O outro significado simbólico, posterior ao primeiro, refere-se à pureza, à castidade, à pobreza e ao vigor do testemunho de vida, na entrega do coração virginal a Deus. Há ainda um terceiro atributo, paralelo: a natureza, mostrada, pelos franciscanos, como sinal de Deus.

 

Os pés desencontrados

Se observarmos as imagens de Santo Antônio, veremos que seus pés não estão um ao lado do outro, mas um mais à frente do outro; trata-se de um indicativo de "em marcha", "a caminho", atitude que sempre caracterizou seu trabalho

missionário.

 

A fisionomia adolescente

O rosto jovem, alegre e belo é consequência, como já vimos, daquela perfeição que a religiosidade popular passa à arte, relativamente aos santos e bem-aventurados; significa, também, a jovialidade do espírito do cristão.

 

O pão

Em certas obras de arte antigas (séculos 16-18) vê-se o santo distribuindo o "pão dos pobres"; esse atributo é o mais recente; apareceu em Messina, na Sicília, em meados do século 19, durante uma época de fome.

 

A chama

A chama de fogo que aparece em alguns ícones, especialmente orientais, simboliza o amor divino, o zelo e a paixão do santo por Jesus e seu Evangelho.

 

A nogueira

Esta é uma representação não muito conhecida; pouco antes de morrer, com falta de ar. Frei Antônio pediu que armassem sua cela no topo de uma nogueira frondosa, possivelmente nas propriedades do Conde Tiso. O santo já estava doente; falam em hidropisia e asma; há quem suspeite de obesidade ("adquirira certa corpulência...") e diabetes; ali, além da altura (que proporcionava o ar fresco), o odor das resinas da árvore mantinha-o defendido dos mosquitos; pois mesmo ali vinha gente ouvir sua palavra. Uma pintura renascentista mostra o santo em cima da árvore, pregando ao povo, sentado, com a Bíblia na mão, como se estivesse numa cátedra, tendo, abaixo de si, São Boaventura, na época, o coordenador geral dos franciscanos; o estar na árvore é figura do desprender-se da vida terrena, já que o santo estava nos últimos dias de vida.

 

O terço

Para explicitar que Santo Antônio era um homem de oração, a iconografia do século 16 representou-o com um terço pendurado à cintura. O terço foi criado por São Domingos de Guzman, utilizando antigos modelos orientais.

 

 

Santo Antônio por El Greco

 

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Fontes: Enciclopédia Britânica

Wikipedia

Centro de Documentação do Exército

Ordem dos Franciscanos

Alceu Maynard Araújo - Folclore nacional

 

 

 

 

 
     

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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