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Festas Juninas

 

 

Em junho tem arraiá!!!!

 

Homenageando três santos - Santo Antônio, no dia 13, São João, no dia 24, e São Pedro, no dia 29, junho é o mês das alegres, coloridas e deliciosas Festas Juninas, também conhecidas como Festas dos Santos Populares ou, simplesmente, São João, como se diz no Nordeste.

 

Aliás, no Nordeste, não há cidade que escape do clima de São João, com a festança, muitas vezes, durando o mês inteiro e com milhões de pessoas nas ruas, como acontece em Caruaru (Pernambuco) e Campina Grande (Paraíba), cidades que disputam entre si o título de "Maior São João do Mundo".

 

Mas embora predomine no Nordeste, a festa se espalha pelo País todo. A região Norte também tem festas tradicionais e o Centro-Oeste mescla a influência nordestina com a dos países fronteiriços (em especial o Paraguai). No Sudeste, a comemoração tem sotaque caipira. Já no Sul, é bombacha e vanerão no lugar da camisa xadrez e do forró. Neste período, praticamente em todo o Brasil, são construídos os chamados arraiais.

 

História

 

Entender o porquê das festas juninas terem se tornado uma tradição e parte importante da cultura do nosso povo é montar um quebra-cabeça de histórias e culturas ancestrais.

 

Segundo alguns estudiosos, as antes chamadas festas joaninas têm sua origem na Europa católica do século 4, em homenagem a São João Batista.

 

No século 13 os portugueses incluíram São Pedro, fundador da Igreja Católica, e Santo Antônio, conhecido pela fama de casamenteiro, às comemorações. No Brasil, a data é celebrada desde 1583. Antônio é um santo português, sendo, por isso, especialmente cultuado naquele país e também no Brasil colonial. É atribuído a ele, ainda, poderes de reparar causas perdidas.

 

Origens pagãs

 

Mas registros históricos mostram que as festas realizadas nesta época do ano são muito mais antigas e vêm de muito antes da era cristã. De fato, remontam aos primórdios da civilização, quando, em junho, no hemisfério Norte, o início do verão ensejava inúmeros rituais de invocação de fertilidade, necessários para se garantir o crescimento da vegetação, fartura na colheita e clamar por mais chuvas. Estes rituais foram praticados pelas mais diferentes culturas, em todos os tempos e em todas as partes do planeta.

 

Os antigos celtas, povos que habitavam a região da atual Grã-Bretanha, por exemplo, já comemoravam a chegada do verão com danças em volta da fogueira e oferendas aos deuses (em especial à deusa-Mãe), com pedidos para uma boa colheita e fertilidade para as mulheres da aldeia.

 

Ao longo dos séculos, nas mesmas datas ou épocas do ano, a Igreja Católica foi sobrepondo suas próprias festas aos ritos pagãos e fornecendo um pretexto cristão para atividades festivas ancestrais. Assim, para os ritos do Solstício de Verão, vieram as festas dos três santos católicos mais importantes.

 

No Brasil

 

Por aqui, os festejos juninos se intensificaram depois da chegada da corte portuguesa, em 1808, passando a ser mais um reflexo do misto de culturas que traduz o povo brasileiro.

 

A quadrilha, por exemplo, vêm da "quadrille" francesa e fez um sucesso enorme nos salões da alta sociedade carioca do século 19. Com o passar do tempo, a dança caiu no gosto popular e foi sendo alterada até chegar na versão que conhecemos hoje, tendo o típico forró como música de base (mas os comandos em um francês adaptado permaneceram na dança: "anavam", "anarriê", "changê"...).

 

Tradições

 

As tradições fazem parte das comemorações juninas, são muitas e variadas. Conheça algumas:

 

As fogueiras servem como centro para a dança das quadrilhas.

 

Os balões, também, sempre compuseram este cenário, mas hoje são cada vez mais raros por conta do perigo de incêndio que representam e das leias que proíbem essa prática. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança.

 

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

 

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

 

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz ainda a tradição, devem comer deste pão.

 

Seja pela tradição católica ou pelos ritos pagãos, as festas juninas sempre estiveram relacionadas ao meio rural, ao homem da terra e, no Brasil, não poderia ser diferente: a figura do caipira, do vigário, o baile na roça e o casamento são ícones da cultura popular que, com a ajuda de escolas, igrejas e centros culturais de todo o País, continuam vivos no imaginário popular e fazem de junho um mês tão especial.

 
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FESTAS JUNINAS 

 

No filme acima, produzido pelo programa Brasilidade, da Câmara Federal, você vai saber sobre estes festejos tão populares entre nós, suas origens e tradições.

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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