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Labarum do Imperador Constantino

 

 

 

 

Constantino, o Grande


O primeiro imperador cristão de Roma, Constantino, passou à História por ter adotado o cristianismo como religião oficial do Império e por ter transferido a capital para Constantinopla (Bizâncio), cidade a cuja construção deu início.


Flávio Valério Aurélio Cláudio Constantino nasceu em Naísso, mais tarde Nis, em 27 de fevereiro, provavelmente após o ano 280 da era cristã. Filho de Constâncio I Cloro com sua concubina Helena, passou a juventude na corte. Seu pai foi membro da tetrarquia criada pelo imperador Diocleciano e, após a abdicação de dois dos tetrarcas -- o próprio Diocleciano e Maximiano -- passou a governar, em 305, juntamente com Galério. Nesse mesmo ano, Constantino uniu-se ao pai e participou das campanhas da Bretanha. Em 25 de julho de 306, pouco depois da morte de Constâncio, as legiões comandadas por Constantino aclamaram-no imperador.


Em Roma, o título de Constantino não foi reconhecido: o sistema de governo instaurado por Diocleciano não admitia a sucessão hereditária. Após a morte de Galério, em 310, surgiram novos pretendentes ao império: Maxêncio, Maximino e Licínio. Entrementes, Constantino já havia consolidado seu domínio sobre a Gália, Bretanha e Espanha. Aliando-se a Licínio, derrotou Maxêncio às margens do Tibre em 312 e, com a morte de Maximino, vencido por Licínio em 313, dividiu com este o império.


Construção de Constantinopla

Constantino e Licínio conseguiram superar suas divergências e estabeleceram um sistema de rodízio, em que se revezavam como cônsules, juntamente com os filhos. Em 324, talvez motivada pelas perseguições de Licínio contra os cristãos, declarou-se a guerra entre os antigos aliados, logo vencida por Constantino, que dessa forma se tornou o primeiro chefe único do Império Romano desde 285.


Em 326, sentindo que Roma se tornara imprópria para continuar como sede de um império tão vasto, Constantino deu início à construção de Constantinopla sobre o sítio da antiga Bizâncio, posteriormente chamada Istambul pelos turcos, e inaugurou a nova capital em 11 de maio de 330. Cinco anos mais tarde, consolidada a paz no império, este foi dividido entre Constâncio, Constante, Delamácio e Anibaliano.


Adoção do cristianismo

Nos trinta anos em que se manteve no poder, Constantino realizou substanciais reformas administrativas, monetárias e financeiras. Firmou a monarquia absoluta, unificou o império e reforçou a defesa das fronteiras. Como soldado, nunca perdeu uma batalha.


Até sua vitória sobre Maxêncio, Constantino parece ter sido pagão. Nessa época, induzidos por uma visão sobrenatural, seus soldados passaram a usar nos escudos o monograma cristão. Em 313, Constantino reconheceu oficialmente o cristianismo como religião pelo edito de Milão e, no mesmo ano, promulgou uma lei que protegia os sacerdotes cristãos contra injúrias dos hereges.


As convicções cristãs de Constantino tornaram-se mais arraigadas com o passar dos anos, sobretudo depois que ele se tornou chefe absoluto do império. Proibiu que os senhores matassem os escravos, coibiu o adultério e o concubinato, extinguiu o suplício da cruz e interditou os combates de gladiadores. Em 325, convocou o Concílio Ecumênico de Nicéia e desde então o paganismo foi apenas tolerado. Constantino costumava exortar seus súditos à conversão, embora ele mesmo só tenha recebido o batismo pouco antes de morrer, em Ancirona, perto da Nicomédia (hoje Izmit, Turquia), em 22 de maio de 337.
 

 

 

A conversão de Constantino e o Édito de Milão

 

Conta a lenda que, antes da batalha contra seu cunhado Maxêncio, quando seus 40 mil soldados enfrentariam os 100 mil soldados do inimigo, Constantino, até então adorador do deus Sol, invocou Jesus Cristo e, por isso, obteve a vitória. Para Lactâncio (professor e escritor convertido ao catolicismo), Constantino teve um êxtase no qual recebeu a ordem de colocar sobre o escudo de suas tropas um sinal formado pelas letras gregas X (chi) e P (rô), iniciais de Cristo. De fato, tal monograma foi encontrado em moedas e inscrições constantinianas.

 

Eusébio de Cesaréia, considerado o pai da História da igreja católica, dá outra versão aos fatos. Segundo ele, instantes antes de enfrentar Maxêncio, o imperador apelou para o Deus dos cristãos, que lhe respondeu através de um sinal celeste: uma cruz luminosa acompanhada da frase: "Com este sinal vencerás". Na noite seguinte, Jesus lhe apareceu e pediu que fizesse da cruz uma insígnia, o Labarum. Desde então, os exércitos de Constantino usaram o Labarum como estandarte.

 

Para alguns, a "conversão" de Constantino foi apenas uma jogada política, uma tentativa de atrair para o Império a força do cristianismo. Pode ser, provavelmente, nunca se saberá com certeza. Resta-nos, apenas, a constatação dos fatos e de suas conseqüências: em 313 d.C., Constantino decretou o Édito de Milão, dando liberdade de culto aos cristãos e trocando, dessa forma, a perseguição religiosa pela tolerância tão desejada. Foi a união de Mitra (Sol) e Jesus (Cruz) no catolicismo.

 

 

 

 

 

História do NATAL

Virgínia Brandão

 

 

As origens pagãs da grande festa da Cristandade


Nos primeiros anos da Igreja Católica, a Páscoa era a sua principal festa, não havendo uma comemoração específica do nascimento de Jesus, já que não se sabia, com exatidão, a data em que Ele havia nascido.

 

Mas, como acontece com muitas outras festas cristãs, o Natal originou-se de celebrações pagãs às quais a Igreja Católica, ao longo dos séculos, foi sobrepondo suas próprias festividades, nas mesmas datas ou épocas do ano, fornecendo um pretexto cristão para atividades festivas ancestrais. 

 

Na maior parte da Europa, a situação favorecia a realização de celebrações no início do inverno. Nesse período do ano, muitos dos animais criados nas fazendas eram mortos para poupar gastos com alimentação durante a estação fria que se iniciava e, para a grande maioria, a única época do ano em que haveria carne fresca na mesa. Além disso, a cerveja e o vinho produzidos durante o ano estavam fermentados e prontos para o consumo.

 

O Solstício de Inverno, a noite mais longa do ano, que marcava o início da estação escura e gelada, era uma data reverenciada pelos povos da Antigüidade, sendo uma das maiores e mais importantes das celebrações pagãs.

 

Para os Celtas, por exemplo, o Solstício do Inverno era um momento extremamente importante. O inverno que chegava, com suas longas noites geladas, era sempre um desafio a ser enfrentado, muitas vezes com pouca comida para as pessoas e para os animais. Não havia nunca a certeza de se estar vivo até a próxima estação. Por isso, na noite mais longa do ano, havia sempre um grande banquete de despedida, ao qual se seguiam diversos dias de festa.
 

 

Deus Mithras -  o  "Sol Invencível"

 

Há 6 mil anos, tribos nômades de cavaleiros habitantes da Eurásia, capturavam gado selvagem que criavam em pastos naturais. Esses pastores cultuavam um deus-touro, chamado Mithras, símbolo da força, da masculinidade e do poder.

 

Mithras era um deus do bem, criador da luz (por isso mesmo era associado ao Sol), em luta permanente contra a divindade obscura do mal. Seu culto estava associado à crença numa existência futura absolutamente espiritual e liberta da matéria. Protetor dos justos, agia como mediador entre a humanidade e o Ser Supremo. Ele encarnou para viver entre os homens e, enfim, morreu para que todos fossem salvos. Os persas o adoravam por influência dos babilônios, os primeiros astrólogos da Antiguidade. Seu nome, de raiz indo-européia, significa "troca", "contrato" e "amizade". Era o correspondente iraniano do deus sumério Tamuz, do egípcio Horus, do Phebo grego e romano...

 

Como cada vez que um pasto acabava, era preciso encontrar um novo, os adoradores de Mithras eram expansionistas por natureza. No início da era cristã, eles já tinham se espalhado da Índia à Portugal. Com isso, também, espalhou-se o culto ao deus-touro, que conquistou especial popularidade no Império Romano, onde penetrou no 1º século a.C., difundindo-se como o deus da luta e protetor dos soldados.

 

 

A Saturnália Romana 

 

Os romanos promoviam a "Festa da Saturnália" em honra de Saturno, o deus da Agricultura, que permitia o descanso da terra durante o inverno. Este festival era celebrado entre 17 e 23 de dezembro. Nos últimos dois dias, trocavam-se presentes em honra de Saturno. Era uma festa hedonista, período de comida e a bebida abundantes, em que a ordem social romana virava de cabeça para baixo - durante um mês, os escravos se tornavam mestres, os camponeses assumiam o comando da cidade, negócios e escolas fechavam para que todos pudessem participar da diversão. Com o tempo, à medida que as tradições romanas iam sendo suplantadas pelas tradições orientais importadas, os maiores festejos passaram a ser realizado em honra do deus Mithras, que conquistava cada vez mais prestígio.  Em sua honra, também, foram construídos numerosos santuários (Mithraea, singular Mithraeum). A maior parte eram câmaras subterrâneas, com bancos em cada lado, raras vezes eram grutas artificiais. Imagens do culto eram pintadas nas paredes, e numa delas aparecia quase sempre Mithras que matava o touro sacrificial.

 

Era tanta a sua importância que, em 274 d. C., o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como "Dies Natalis Invicti Solis" - dia do nascimento do Sol Invencível, o maior feriado de Roma, comparável ao Carnaval brasileiro. Para muitos romanos, o aniversário de Mithras tornou-se o dia mais sagrado do ano. Os adeptos do mitraísmo costumavam se reunir na noite de 24 para 25 de dezembro, quando comemoravam o nascimento do Menino Mitra, fazendo oferendas e preces pela volta da luz e do calor, numa alusão ao alvorecer de um novo sol.

 

 

O sincretismo e o surgimento do Natal de Jesus

 

Para conter o culto a Mithras, no século 4, a Igreja Católica, por um decreto do Papa Júlio I, adotou o 25 de dezembro como a data do nascimento de sua estrela maior, Jesus. Estava estabelecido o Natal, substituindo as festividades do dia do nascimento do "Sol Inconquistável", pelo nascimento do Cristo Salvador.

 

Além do aniversário, assimilou ritos do culto a Mitra como, por exemplo, adotar o domingo, dia dedicado ao Sol, como o dia de culto. Chama-se mitra o chapéu quadrangular usado pelo Papa, por cardeais e bispos - alto e cônico, com fendas laterais na parte superior e duas faixas que caem sobre os ombros, símbolo da plenitude sacerdotal. As "coincidências" não param por aí:

 

Mithras, também, nasceu de uma virgem. Pastores, que assistiram ao evento, foram os primeiros que o adoraram. O líder do culto mitráico era chamado de "papa" e ele governava de um "mithraeum", na colina do Vaticano, em Roma. Uma característica iconográfica proeminente no mitraísmo era uma grande chave, necessária para destrancar os portões celestiais pelo qual se acreditava passar as almas dos defuntos. Os Mitraístas consumiam uma comida sagrada (Myazda) que era composta de pão e vinho. Assim como os cristãos, eles celebraram a morte reconciliada de um salvador que ressuscitou em um domingo.

 

O acontecimento mais marcante da história de Mithras foi a luta simbólica contra o touro sagrado (o primeiro ser criado por Ahura Mazda, o deus supremo que tudo governava), que ele derrotou e sacrificou em prol da humanidade. Todavia, como nos antigos textos persas o próprio Mitra era o touro, esse gesto adquire um dúplice significado de vitória - sobre o mundo terreno e de auto-sacrifício da divindade a fim de redimir o gênero humano de seus pecados, assim como Jesus. Figuras do pequeno Mithras dos tempos dos rituais pagãos já encontradas e as semelhanças com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis.

 

Tudo isso demonstra um claro sincretismo, onde o mitraísmo foi fonte e o cristianismo o destino. É por essa razão, que algumas religiões cristãs, como as Testemunhas de Jeová, não participam de festividades natalinas.

 

 

Os rituais do Natal de Jesus

 

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois esse foi o tempo que os três reis Magos levaram para chegar até a cidade de Belém, louvarem e presentearem o menino Jesus. A tradição, de alguma forma, atravessou os séculos e chegou até nós, através dos reisados e folias de reis, e do costume de desmontar as árvores e outras decorações natalinas no Dia de Reis, 06 de janeiro.

 

Durante a época natalina, acontecem, também, em três dias consecutivos - 26, 27 e 28 de dezembro - outras três festas católicas que celebram:

  • Santo Estevão, mártir que representa aqueles que morreram por Cristo voluntariamente.
     

  • São João Evangelista, que representa aqueles que estiveram dispostos a morrer por Cristo mas não foram mortos. São João foi o único Apóstolo que se arriscou a estar com a Virgem aos pés da cruz.
     

  • Os Santos Inocentes que representam aqueles que morreram por Cristo sem sabê-lo.

 

 

 

 
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AFINAL, QUANDO JESUS NASCEU?

 

Nos relatos bíblicos não encontramos nenhuma referência sobre a data do nascimento de Jesus. Naquela época os calendários eram muito confusos. Os antigos calendários romanos tinham, às vezes, semanas de quinze dias e meses de dez dias, de acordo com a vontade do Imperador reinante. O povo, em geral, não conhecia as datas de nascimento, casamento ou falecimento. Não existem registros históricos a respeito de "Festas de Aniversário" na Antigüidade.

 

Sobre o nascimento de Jesus, sabemos muito pouco. Ele nasceu antes da morte de Herodes Magno (Mt 2.1; Lc 1.5), que aconteceu na primavera de 750 da era romana, quer dizer: no ano 4 antes de Cristo. Conforme estudos o ano mais provável do nascimento de Jesus é 7 ou 6 antes da era cristã.

Quanto ao mês, ou ao dia...

 

O inverno era chuvoso e gelado na Judéia no mês de dezembro. É improvável que os pastores passassem uma noite de dezembro em campo aberto. O mais provável é que o nascimento de Jesus tenha ocorrido na primavera, época em que as noites são frescas e os pastores ficam acordados apascentando as ovelhas nos campos. 

 

VB

 

 

Mithras contra o touro sagrado

 

"O touro sagrado pastava tranqüilo num prado. Mithras precipitou-se sobre o animal, tomou-o pelos chifres e, ambos, saíram em desabalada carreira, até que o animal, esgotado, caiu de joelhos. Por ordem do deus supremo, que lhe enviou seu mensageiro, o corvo, Mitra enterrou a faca no animal. Da sua medula e do seu sangue, germinaram todas as plantas úteis aos mortais, de modo especial o trigo e a vinha. Os animais maléficos enviados por Ahriman, o escorpião, a serpente, a formiga etc., tentam prevenir esses felizes efeitos bebendo o sangue derramado e envenenando a fonte do poder gerador. Mas é em vão. A alma do touro, transportada ao céu, continuará a proteger a vida agrícola. Depois, vem a seca. Mithras, em figura de arqueiro, fere um rochedo e dele jorra água, e vem o dilúvio. A seca foi vencida. Ele prende homens e animais numa arca e estes são salvos do dilúvio. No final de sua carreira, Mitra abandona a Terra num carro de fogo conduzido pelo Sol. Após ciclos sucessivos, Mithras deverá reaparecer na Terra para sacrificar, mais uma vez, o touro misterioso, cuja gordura, misturada ao suco da planta Haoma, restituirá a vida, a existência imortal, aos fiéis de Mithras. Do céu, então, cairá o fogo devorador que consumirá todos os seres maus, homens e demônios, juntamente com o princípio do Mal, Ahriman".

 

 

TAMUZ

O deus dos sumérios

Tamuz é filho de Ninrode (equivalente ao deus Sol), o primeiro grande poderoso da Terra que se casou com sua própria mãe, a astuta Semírames (equivalente à lua). Ninrode morreu de forma violenta, mas Semiramis criou o mito da sua sobrevivência pós-morte, alegando que, de um dia para o outro, um grande pinheiro havia crescido de um pedaço de árvore morta, simbolizando a passagem de Ninrode para outra forma de vida. Semiramis garantia que , todos os anos, por ocasião do seu aniversário de nascimento, o espírito de Ninrode visitava o pinheiro, "a árvore sempre viva",  ao pé da qual deixava oferendas. A data do aniversário Ninrode, adivinhem, é 25 de dezembro. Não fica difícil identificar aí elementos que nos remetem ao Natal atual, como a data do aniversário de um deus que morreu e ressuscitou e o pinheiro aos pé do qual são depositados presentes.

 

Fontes: Enciclopédia Britânica

Wikipedia 

 

 

  A Visão da Cruz, afresco de Rafael, pintado entre 1520 e 1524 no Palácio do Vaticano, referente à conversão do Imperador Constantino ao catolicismo Voltar ao topo  

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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