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OS SÍMBOLOS DO NATAL

 

 

Missa do Galo

 

Missa do Galo ou Missa da Meia-Noite é o nome dado à celebração da Eucaristia em louvor ao nascimento de Jesus que acontece à meia-noite de 24 de dezembro, véspera do dia do Natal. Desde início das comemorações natalinas, um hino latino aponta o nascimento do Cristo no meio da noite. Daí o costume de considerar-se essa a hora do seu nascimento.

 

O galo era uma ave sagrada para os pagãos, que consideravam seu canto, ao surgir os primeiros raios de sol, uma forma de reverência e agradecimento ao deus que representava luz e calor e que ressurgia após a escuridão da noite.

 

No cristianismo, o galo passou a simbolizar vigilância, fidelidade e testemunho cristão, pois, diariamente, ao reverenciar o sol nascente, o galo estaria, simbolicamente, louvando a Jesus Cristo, considerado a Luz Divina que veio ao mundo para clarear a escuridão dos homens. É por essa razão, que é comum encontrar-se um galo no campanário das igrejas mais antigas, representando, justamente, a Luz Divina.

 

Só a Missa do Galo e a Missa de Páscoa são celebradas à meia-noite, pois em ambas há o sentido de procurar a luz em meio à escuridão.
 

 

As três Eucaristias do Natal


O Natal é a única celebração do calendário litúrgico que contempla três eucaristias: a da noite, a da aurora e a do dia. Das três, a celebração da noite (do galo) é a que reúne os aspectos históricos e humanos do nascimento de Cristo. A missa da noite comemora o nascimento temporal de Jesus; a da aurora ou do galo, celebra o nascimento de Jesus no coração dos fiéis; a missa do dia ou da festa, evoca o nascimento do Verbo no seio do Pai, ou “a última vinda de Jesus”. Celebrada à meia-noite, a missa do galo, «in galli cantu», passou a ser a primeira da seqüência litúrgica. Seguia-se a ela a da «aurora» ou missa de alva (introduzida no século 6) e a missa própria do dia que, no século 4, foi a primitiva celebração da festa religiosa do Natal.

A expressão “Missa do Galo” é específica dos países latinos e deriva da lenda ancestral que aponta ter sido a única vez que um galo cantou à meia-noite. Uma outra lenda, de origem espanhola, conta que antes de baterem as 12 badaladas da meia noite de 24 de dezembro, cada lavrador da província de Toledo, na Espanha, matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus, por ocasião da sua morte. A ave era, depois, levada para a Igreja a fim de ser oferecida aos pobres, que viam, assim, o seu Natal melhorado. Era costume em algumas aldeias espanholas e portuguesas, levar o galo para a Igreja para este cantar durante a missa, o que, se acontecesse, significava um prenúncio de boas colheitas.
 

 

As vigílias festivas dos primeiros séculos do cristianismo


Nos primeiros séculos, as vigílias festivas eram dias de jejum, que tinham por intuito conduzir ao desprendimento e contemplação do mistério religioso. Os fiéis reuniam-se na Igreja e passavam a noite rezando e cantando. A Igreja era toda iluminada com lâmpadas de azeite e com tochas, enquanto que as paredes eram revestidas de panos e tapetes. O templo era perfumado com alecrim, lavanda e murta. Em alguns locais mais frios, era costume colocar palha no chão para aquecer o ambiente.

A vigília de Natal começava com uma oração, com a leitura de Palavra de Deus, pregação e com um canto. Após a missa, acontecia a representação de um auto de Natal, dentro da Igreja. Antes do sol nascer, rezava-se a missa do galo ou da aurora. No meio da manhã do dia 25, celebrava-se a missa da festa. Ao entrar na Igreja, a grande curiosidade era o presépio. A missa de Natal começava com um cântico natalício. No momento do “Gloria in excelsis Deo”, as campainhas tocavam para assinalar o nascimento do Redentor. No fim da missa, todos iam beijar o menino. Em algumas Igrejas, o presépio estava coberto até a altura do cântico.

 

 

A Missa do Galo hoje
 

Embora a tradição permaneça e, a Missa do Galo seja celebrada em igrejas católicas do mundo todo, a mais imponente e famosa delas é a do Vaticano, tradicionalmente celebrada pelo próprio Papa, na Basílica de São Pedro e televisionada para os quatro cantos do planeta.


Depois da missa, as famílias voltam para casa, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, distribuem os presentes e compartilham a Ceia de Natal.
 

 

 

 

 

 

 

 

 
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Vaticano

 

 

Sede da Igreja Católica Apostólica Romana, é o menor estado independente do mundo.

 

O Estado da Cidade do Vaticano, também chamado Santa Sé, está situado numa área plana da cidade de Roma, com uma pequena elevação, a colina do Vaticano. Ocupa uma superfície de 0,44km2, na margem esquerda do rio Tibre. Muralhas medievais e renascentistas marcam seus limites, exceto no extremo sudeste.


O território do Vaticano inclui a praça e a basílica de São Pedro, além de palácios, museus e jardins. Também pertencem à cidade, embora fora de seu perímetro, as basílicas de São João de Latrão, São Paulo Extramuros e Santa Maria Maggiore, entre outras, além de Castel Gandolfo, residência de verão do Papa, que fica fora de Roma. Os jardins do Vaticano são famosos por sua rica coleção de orquídeas e outros tipos de flora exótica.


População e economia

A população permanente, que gira em torno de mil pessoas, é formada por eclesiásticos e funcionários. O italiano é a língua oficial do Estado; o latim, usado nas encíclicas papais e em outros pronunciamentos, a da instituição eclesiástica. O Vaticano é regularmente visitado por turistas e, em ocasiões especiais, por numerosos peregrinos, aos quais são oferecidas facilidades para alojamento em Roma, já que não há acomodações públicas na Santa Sé.


O Vaticano é fundamentalmente um centro administrativo. Sua economia depende das contribuições de instituições católicas de todo o mundo e de indenização paga pelo governo italiano, além da venda de selos postais, publicações e ingressos para os museus. A cidade tem serviços próprios de telefone, correios e rádio. Possui sistema bancário e comércio próprios, embora quase todos os bens básicos, como alimentos, água, eletricidade e gás, sejam importados.


História

Como bairro da cidade de Roma, o Vaticano esteve sempre intimamente ligado à história do cristianismo. Teria sido o local de martírio de inúmeros cristãos, entre os quais o apóstolo Pedro. Quando o cristianismo gozou de liberdade, a partir do ano 313, sob o imperador Constantino o Grande, este presenteou o Papa com o palácio do senador romano Pláutio Laterano. Na Roma pagã, o Vaticano era um subúrbio de belos jardins e residências luxuosas. Os chefes bárbaros Alarico e Genserico, ao invadirem Roma, ordenaram a seus soldados poupar o Vaticano, que não se livrou, porém, do saque a que os sarracenos submeteram Roma em 846. Depois desse fato, o Papa Leão IV (847-855) mandou cercá-lo com muralhas.


No século 14, durante a residência dos Papas em Avignon, ficou praticamente abandonado, mas apesar disso Gregório XI, ao restaurar Roma como sede do papado, ali foi residir. A partir de então, suas dependências foram ampliadas e, com o novo gosto artístico que surgia na Europa, embelezadas. Durante os séculos 15 e 16, foi decorado por grandes pintores, como Fra Angelico, Rafael, Michelangelo, Leonardo da Vinci, Murillo, Pinturichio, Bramante, Perugino, Ticiano e Correggio.


A condição de Estado político independente surgiu como solução para a chamada Questão Romana. Desde o início da Idade Média os Papas exerciam o governo efetivo sobre Roma e a parte central da Itália. Os Estados pontifícios ocupavam área aproximada de 41.000km2. Em meados do século 19, irrompeu o movimento pela unificação da Itália, liderado por Cavour e Garibaldi, o que tornou urgente a definição dos limites da Santa Sé. O Papa Pio IX negou-se a aceitar as propostas de solução do novo governo italiano, e tanto ele como seus sucessores se consideraram prisioneiros encerrados em seus palácios.


Mais de meio século se passou antes que os Papas aceitassem discutir um acordo para resolver a questão. As negociações terminaram em 1929 com o Tratado de Latrão, que não impediu, no entanto, sérios atritos entre o Vaticano e o regime fascista, sobretudo por causa das críticas à política educacional de Mussolini. Após a segunda guerra mundial, as autoridades do Vaticano assumiram uma postura nitidamente anticomunista e anti-soviética, que durou até a ascensão do Papa João XXIII.


Instituições

O Papa é o chefe do estado e o líder da Igreja Católica Apostólica Romana em todo o mundo. Exerce seus poderes temporais por intermédio de uma comissão pontifícia, presidida por um cardeal, e de um governador, chefe da guarda pontifícia, assistido por um conselho central. Para solucionar casos legais ordinários de justiça no território do Vaticano, existe um tribunal de primeira instância. Para casos religiosos, funcionam três tribunais. O secretário de Estado, uma espécie de primeiro-ministro, exerce o governo político.


A corte papal rege-se por cerimonial que lembra muito a corte romano-bizantina. O Vaticano tem quatro guardas encarregadas da proteção do papa: a guarda nobre, de oficiais de famílias nobres; a guarda suíça, criada por Júlio II e composta exclusivamente por cidadãos suíços; a guarda de honra, formada por cidadãos romanos; e a gendarmeria pontifícia, responsável pela manutenção da ordem.
Sociedade e cultura. A biblioteca do Vaticano, uma das mais famosas do mundo, foi fundada em 1450 pelo papa Nicolau V. Herdeira do que restou da biblioteca imperial de Constantinopla, depois que essa cidade foi conquistada pelos otomanos, abriga mais de um milhão de livros, além de milhares de manuscritos e incunábulos das eras pré-cristã e cristã.


A basílica de São Pedro, construída e decorada pelos maiores artistas do Renascimento italiano, situa-se na área onde ficava a antiga basílica e um circo mandado edificar por Calígula. Como reminiscência desse circo, foi conservado seu obelisco, na praça de São Pedro, em frente à basílica. A basílica é reservada para os atos mais solenes do Vaticano. Nela se fazem as canonizações, as recepções de peregrinos, as proclamações de Ano Santo, as grandes cerimônias festivas dos dias santos e as exéquias papais. Fora disto, o papa celebra em sua capela particular e era nesta que, no quarto domingo da Quaresma, benzia a rosa de ouro, presente seu a membros de famílias reais que se destacavam de algum modo.


A necessidade de se criar museus no Vaticano surgiu já no século 16, quando as obras de arte antiga adquiridas pelos papas exigiram locais para alojamento e cuidados especiais. A construção dos primeiros museus foi adiada, no entanto, por dois séculos, e as peças permaneceram em diversos palácios pontifícios de Roma. Somente no século 19 inauguraram-se os primeiros museus, o Gregoriano Egípcio e o Gregoriano Etrusco. A pinacoteca vaticana foi constituída no fim do século 18 e, no pontificado de Pio XI, ergueu-se um edifício especial para ela nos jardins do Vaticano. Reúne obras medievais e peças dos séculos 15 a 17, período durante o qual os papas eram os principais patronos das artes no Ocidente.

 


Fonte: Enciclopédia Britânica

 

Escadaria, teto salão do  Museu do Vaticano

Capela Sistina

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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