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Peru - o preferido dos mexicanos

Bacalhau em "Salsa Vizcaína),

a receita mais tradicional

 Pernil de Porco Assado, normalmente servido com saladas doces como a de maçã ou de manga

Salada de Maçã

Romeritos (ou Revoltijo)

Comida é feita à base de romeritos, planta sagrada do México, amêndoas, camarões secos, batatas e pimentas, servida com pães. 

Romerito, a erva sagrada 

Caldo de Camarão

Tamales

Comida de origem pré-hispânica, os tamales podem ser preparados de várias maneiras. A base do recheio é a farinha de milho que pode ser misturada com carne de porco, boi, frango, queijo, frutas, pimentas e tudo o mais que sua imaginação conseguir inventar.

Buñuelos

Massa frita, feita a base de farinha, muito apreciada pelos mexicanos. Originalmente a receita era feita com feijão e o quitute já era consumido por culturas pré hispânicas como os Mayas e os Aztecas em diversas celebrações. No México é possível encontrar o tradicional doce, que tem formato arredondado, em tamanhos de até meio metro de largura. No entanto, é mais fácil encontrar os menores, com cerca de uns 5 cm de diâmetro, empacotados e prontos para consumo. Atualmente, nas datas de comemorações religiosas, principalmente no Natal, os buñuelos ganham a cena como a sobremesa mais esperada: recebem um pouco de açúcar por cima, um toque de mel e podem ser acompanhados de sorvete de creme. 

Buñuelos Gigantes

 

 

 

 

 

 

 

 

CEIAS DE NATAL AO REDOR DO MUNDO

 

 

NATAL NO MÉXICO

 

Mexicanos vivem as festas natalinas de alma e coração, num clima fabuloso de festa, entre a fé e o folclore.

 

 

Com fortíssima tradição católica e um que povo adora uma festa, no México o Natal espalha cores e alegria por todo o país em boa parte do mês de dezembro, estendendo-se as comemorações a 06 janeiro, o Dia de Reis, quando tradicionalmente são distribuídos os presentes às crianças, e ao dia 02 de fevereiro, com a Festa da Candelária, ou da Luzes, que festeja a apresentação do Menino Jesus no Templo de Jerusalém (Lc 2;22-39) e a Purificação da Virgem María depois do parto, seguindo a prescrição da lei judaica constante no Antigo Testamento (Lev 12;1-8).

 

No dia 16 de dezembro, as procissões começam em todas as partes do país. Crianças vestidas de carneirinhos e adultos em oração carregam pelo bairro, por nove noites seguidas, a imagem de Maria e José, os pais de Jesus, solicitando abrigo a eles. São as "posadas", uma espécie de novena que é a comemoração mais tradicional do Natal mexicano. A encenação diária das famílias representa os nove meses de gravidez de Maria e é uma alusão à passagem bíblica que conta que ela não encontrou vaga em nenhuma hospedaria de Belém, onde estava com o marido às vésperas do nascimento de seu filho, e teve de dar à luz em uma estrebaria.

 

A cada noite, o ritual termina com ponche quente, buñuelos (massa doce frita) e as piñatas - grandes peças de barro ou de papel recheadas de doces, penduradas no teto e estouradas com bastões pelas crianças.

 

Mas a grande festa fica para o dia 24 de dezembro: o encontro ocorre na missa, que é seguida de uma intensa comemoração por todas as ruas da cidade com a ajuda das pastorelas, os pequenos corais e peças de teatro que falam dos acontecimentos bíblicos do Natal.

 

Os dias 24 e 25 de dezembro são celebrados pelos mexicanos de uma forma tradicional. Eles se reúnem em família para comer juntos, cantar cânticos, comemorar o nascimento do Menino Deus.

 

No México, o Natal é festejado sempre à volta do Menino Jesus. É possível ver árvore de Natal, mas o que eles realmente comemoram é o presépio. Os enfeites, velas, coroas, etc., são os verdadeiros protagonistas das festas.  

 

E a festa natalina continua depois de 25 de dezembro.

 

No México, os presentes são tradicionalmente entregues no dia 6 de janeiro, quando se recordam os Reis Magos, que visitaram Jesus e levaram-lhe alguns mimos.

 

É possível esbarrar com essas tradições em qualquer canto do México, mas há quem diga que as festas são ainda mais coloridas na Cidade do México e na montanhosa San Miguel de Allende, no centro do país.

 

Durante todos esses dias, a comida é farta e deliciosa. Na mesa de Natal dos mexicanos a estrela maior é o peru (ou guajolote como são chamados por lá), mas é comum encontrar receitas com bacalhau (sobretudo Bacalao a la Vizcaína), além dos típicos tamales (uma espécie de pamonha recheada com carne), dos buñuelos (massa fininha frita passada pelo açúcar com canela) e da rosca de reis (pão doce assado com uma imagem de Jesus-menino em seu interior e repartido em família no dia 6 de janeiro. A maior sorte do ano caberá àquele que tirar a figura em seu pedaço de pão).

 

Três tipos de bebidas são praticamente obrigatórias no Natal mexicano: o Chocolate Quente, o Atole e o "Ponche Navideño". O cacau já era consumido como alimento por povos pré-colombianos, como Maias, Toltecas e Astecas que com ele faziam uma bebida fria e espumante, chamada "tchocolath" (água amarga). Os espanhóis, que não tardaram a perceber a maravilha que tinham nas mãos, o misturaram cacau com leite e adoçaram, criando esta bebida deliciosa. O Atole é uma bebida feita com massa de pão, milho, leite, água, áçucar, canela e baunilha (pode ser de morango ou chocolate). O Ponche, que é servido quente, é feito de frutas de temporada fervidas em água e adoçada com açúcar de cana. Inclui ingredientes tais como tamarindo, goiaba, cana de açúcar, ameixa, maçã, "tejocotes", nozes, suco de laranja, canela e aguardente.  

 

A passagem do ano

 

Se tudo é motivo de festa no México, não seria diferente na noite de ano novo. Como ocorre no Brasil, os mexicanos também são cheios de superstições, desde as cores com que decoram a casa e se vestem - vermelho para atrair amor, amarelo para sorte e verde para esperança -, até as comidas escolhidas para a data - uvas para realizar desejos e lentilhas para atrair dinheiro. Para aqueles que desejam viajar muito no ano que se inicia, um ritual é fundamental: dar voltas pela rua com uma mala vazia.

 

Acreditando ou não nas simpatias, a certeza é a de que as festas mais animadas ocorrem no país, sobretudo nas cidades litorâneas. Riviera Maya, Playa del Carmen e Cancun, no Caribe, oferecem festas badaladíssimas em boates descoladas e comemorações mais moderadas nos hotéis e restaurantes. Outras regiões, como a Cidade do México e localidades no Pacífico são opções menos concorridas, mas não menos animadas.

A PIÑATA

 

 

Simbologia das Piñatas

 

  • A piñata simboliza a estrela de Belém que guiou o caminho dos três Reis Magos.

  • As sete pontas simbolizam os sete pecados capitais.

  • A venda nos olhos da pessoa que tenta quebrá-las significa a fé cega.

  • O palo (pedaço de pau usado para tentar quebrá-la) significa a virtude e é a arma com que se vence a tentação e os pecados.

  • Romper a piñata representa a destruição do mal e o triunfo do bem.

  • Os doces e os presentinhos que caem da piñata representam todas as coisas boas que podemos ganhar na vida.

 

 

Hoje em dia a quebra da piñata nas festas não tem um sentido muito religioso, está mais ligada à diversão das crianças do que qualquer outra coisa. Depois da quebra da piñata, todos os participantes jantam e confraternizam, e ainda recebem o chamado Aguinaldo – pode ser um presente ou uma cestinha de doces – são como as lembrancinhas nas festas do Brasil.

 

RECEITA para UM natal MEXICANO

 

Salada de Maçã Natalina
 
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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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