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Coelho europeu

Coelho das Américas

Coelho das Américas

Pigmeu do Idaho 

 

 

CARNE DE COELHO


 

Famoso pela enorme fecundidade de suas fêmeas, os coelhos foram e são importantes fontes de proteína para muitas populações da Europa, América do Sul, América do Norte, China e Oriente Médio.

 

O coelho é um mamífero da ordem dos lagomorfos e família dos leporídeos. Possui orelhas e pernas compridas (embora menores do que as das lebres verdadeiras), tem a cauda curta e não sobressai como corredor. Os dois gêneros de coelhos mais representativos são o Oryctolagus, a que pertence o coelho europeu comum, o Sylvilagus, com muitas espécies norte-americanas e o tapiti ou coelho-do-mato brasileiro. A maior parte de suas espécies costuma abrir galerias subterrâneas, onde diversas gerações se sucedem nos mesmos ninhos. Seu corpo também é sempre menor do que o das lebres.

 

 

Coelho europeu

Originário do sudeste da Europa, o coelho europeu (Oryctolagus cuniculus) espalhou-se por todo o continente e, nos últimos séculos, por todo o mundo. Como não dispunha de defesa contra seus predadores (lobos, raposas, aves de rapina e o próprio homem), confiou sempre em sua audição privilegiada e no olfato, assim como nos hábitos noturnos e nos abrigos subterrâneos. Segundo muitos estudiosos, seu ouvido distingue sons inaudíveis para o homem.

 

Extremamente prolífica, a fêmea do coelho europeu pode parir desde a idade de seis meses. O período de gestação dura pouco menos de seis semanas e em cada uma das quatro a seis ninhadas anuais nascem de quatro a oito filhotes, cegos e sem pelagem. Doze horas depois de nascidos os filhos, a fêmea já se acha pronta para novo acasalamento, mas em 60% das gestações os embriões são reabsorvidos pela mãe, especialmente quando há excessiva aglomeração ou quando são precárias as condições de alimentação ou do ambiente em geral.
 

Sua carne é saborosa, e a pele, apreciada, mas muitos consideram difícil saber se esses aspectos compensam os prejuízos freqüentemente causados pela espécie à agricultura. Do coelho europeu selvagem provêm todos os tipos de coelho doméstico, criado para corte em muitos países, e a chamada "lebre belga".

 

 

Coelhos das Américas

O gênero Sylvilagus abrange os tapitis do Brasil e várias espécies da América do Norte, onde recebem os nomes de cotton tail rabbits (coelhos de cauda de algodão) e marsh rabbits (coelhos dos mangues). São estes, certamente, os integrantes mais comuns da família dos leporídeos na América do Norte, menores do que as lebres verdadeiras e com membros posteriores, cauda e orelhas mais curtos. Também diferem daquelas nos hábitos, preferindo esquivar-se até o esconderijo mais próximo a confiar na corrida. Pela aparência e pelo comportamento, assemelham-se bastante ao coelho europeu, embora não cavem galerias.

 

 

Tapiti, o coelho do Brasil


O tapiti é o Sylvilagus brasiliensis, também chamado de coelho-do-mato ou, impropriamente, de lebre. É uma espécie de coloração geral pardo-amarelada, com partes inferiores mais claras e cauda pequena, orelhas curtas e finas e membros posteriores grandes e adaptados ao salto. Mede de 35 a 40 cm de comprimento total e pesa entre 950g e 1,2Kg. De hábitos noturnos, abriga-se de dia em tocas que escava ou em buracos e raízes de árvores. Sua carne é apreciada por caçadores, sendo por isso muito perseguido e tornando-se raro em muitas regiões do País. Sua ocorrência em algumas regiões do Sul e Sudeste do Brasil, por exemplo, está ameaçada devido à introdução da lebre européia Lepus capensis no Uruguai ou Argentina pelos colonizadores europeus. Animal herbívoro, alimenta-se de folhas, brotos, cascas e talos de vários vegetais. O período de gestação é de cerca de 30 dias e a fêmea constrói um ninho com palhas e pêlos onde nascem de 2 a 7 filhotes. Pode haver 4 a 5 crias por ano. Habitam bordas de matas, campos e cerrados. Distribui-se geograficamente, no Brasil pelos Estados de Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. América Central e América do Sul.

Outros representantes da família dos leporídeos são espécies americanas como o Brachylagus idahoensis (pigmeu do Idaho), com pouco mais de trinta centímetros, e o raro pigmeu mexicano (Romerolagus nelsoni), um pouco maior. A ausência de cauda torna essa última espécie mais parecida com os componentes da família dos octonídeos, os lágomis e assemelhados.

 

 

A Carne dO coelho

grande valor nutricional


O coelho passou a fazer parte da dieta humana há mais de 2.000 anos. A França atualmente é o país que mais consome coelho no mundo.

 

Conta a História que os monges espanhóis foram os pioneiros a domesticar coelhos, durante a Idade Média. Eles retiravam os animais dos túneis cavados na terra e os abrigavam nos mosteiros. Dessa primeira forma de criação às instalações e tecnologias da cunicultura de hoje, o bichinho percorreu um longo caminho que redundou em novas raças, diversas variedades e numa capacidade espantosa de proliferação. Não foi só isso. Na culinária de vários países, a carne do coelho foi aproveitada para o preparo de uma diversidade de iguarias. Na França, onde é mais apreciada, o consumo per capita chega a oito animais por ano. Tanto que o país não consegue suprir sua demanda e importa animais da China.

 

No Brasil, o consumo ainda é muito pequeno, cerca de 120 gramas per capita/ano, Segundo a APCC - Associação Paulista dos Criadores de Coelhos, o baixo consumo se deve ao desconhecimento do produto, ao preço da carne, ainda alto justamente por conta do baixo consumo e, também, ao rótulo de produto exótico que acaba intimidando o consumidor.


Mas, vale a pena experimentar. A carne do coelho é macia, saborosa, tem mais proteínas que a do frango, boi, carneiro ou porco, e menos colesterol do que todas elas. Seu consumo é apropriado para a prevenção de doenças cardiovasculares. É também um alimento de fácil digestão, ideal para a alimentação de crianças, idosos e convalescentes. 

 

 

Tabela Nutricional

 

COMPOSIÇÃO DA CARNE

ELEMENTOS

%

Água

67,85

Proteína

25,20

Gordura

4,01

Sais minerais

2,13

Materiais nitrogenados

0,50

 

VALOR CALÓRICO/100g

CARNES

CALORIAS

Coelho

137

Frango

35

Vitela

130

 

TEOR DE COLESTEROL/100g

CARNES

ml

Coelho

50 ml

Frango

90 ml

Vitela

105 ml

Vaca

125 ml

 

 

 

Fontes: Enciclopédia Britânica

Governo do Estado do Espírito Santo

Globo Rural

Prave

 

 

 
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CARNE DE COELHO

 

Outros idiomas:

Francês - Viande de Lapin

Italiano - Carne di Coniglio

Espanhol - Carne de Conejo

Inglês - Rabbit meat
Alemão - Kaninchenfleisch

 

 

A LEBRE


Mamífero da ordem dos lagomorfos e da família dos leporídeos, a lebre assemelha-se muito ao coelho, mas difere deste pelas longas patas posteriores e pelas orelhas, rematadas na extremidade por manchas escuras. As crias da lebre nascem com olhos abertos, ao contrário do que ocorre com as do coelho. Pelo aspecto, a lebre lembra também os roedores, mas, diferentemente daqueles, possui dois pares de incisivos (dentes frontais utilizados para roer) na mandíbula superior, e não um, como os roedores.
 

Lebre comum

 

A lebre comum (Lepus europaeus), própria da Europa e África, é de cor parda grisácea no dorso e esbranquiçada no ventre; tem orelhas e patas posteriores longas e chega a pesar 3,5kg. Costuma viver em campos abertos, em desertos e também em bosques e alimenta-se de relva, raízes, grãos e cascas. É solitária por costume e não faz tocas, mas repousa em simples depressões do solo, das quais irrompe como que empurrada por uma mola, aos saltos. Ao chegar a época do cio, os machos correm, perseguem-se e lutam entre si. O período de gestação dura sete semanas.

 

snowshoe rabbit


Na América do Norte há várias outras espécies de lebres, chamadas de coelhos (rabbits) nos Estados Unidos, como o snowshoe rabbit (L. americanus), que tem uma almofada de pêlos na sola dos pés, e o jack rabbit (L. californicus).

jack rabbit

 

A maior das lebres é a ártica (L. othus), que fica marrom no verão e branca no inverno e cujo peso excede os cinco quilos. Dotada de fortes garras e dentes projetados para a frente, com os quais cava a neve a fim de alimentar-se da vegetação encoberta.

 

Lebre do Ártico




 


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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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