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CAMARÃO

O mais conhecido dos crustáceos

 

 

Um dos ícones da gastronomia mundial, conhecido pela exuberância e pelo gosto saboroso, o camarão é uma variedade de crustáceo decápode macruro, pertencente às famílias dos peneídeos (marinhos) e palemonídeos (fluviais). Todos são invertebrados artrópodes (com apêndices articulados compostos por segmentos). Sua classe, a dos crustáceos, também inclui caranguejos e lagostas.

 

O corpo dos camarões é coberto por uma carapaça impregnada de sais cálcicos e divide-se em três regiões: o cefalotórax, na parte anterior; o abdome, onde se inserem os apêndices locomotores ou patas, em número de dez; e o telso, na parte posterior. Os camarões possuem antenas longas e finas, bem como um conjunto de apêndices bucais utilizados na alimentação. Nadam para a frente mas, quando amedrontados, movem-se rapidamente para trás.

 

Sua área de distribuição compreende o oceano Atlântico, o mar Mediterrâneo, regiões delimitadas do oceano Pacífico, as plataformas continentais, os leitos lamacentos dos riachos, rios e lagoas, assim como os alagados deixados pelas marés. Algumas espécies constituem um elo importante na cadeia alimentar do mar, pois são a base da nutrição dos grandes mamíferos marinhos -- baleias, cachalotes -- e de numerosos peixes.

 

Os camarões comuns atingem cerca de vinte centímetros de comprimento, mas a maioria das espécies é de pequeno tamanho e algumas, microscópicas. Entre os diferentes tipos destacam-se o camarão-rosa (Penaeus brasiliensis), camarão-sete-barbas (P. kroyeri), o camarão-branco e o camarão-verdadeiro ou camarão-lixo (Xiphopenaeus schmitti). Os camarões de água doce chamam-se pitus.

 

 

MUITO ALÉM DO SABOR...

 

Além de ser um ingrediente versátil e delicioso, o camarão é também uma importante fonte de nutrientes. Como todo crustáceo, o camarão é rico em ômega 3, um tipo de gordura “do bem”, que diminui o risco de doenças cardiovasculares, normaliza os níveis de colesterol e de triglicérides na corrente sangüínea e também atua no sistema imunológico. Além disso, é composto por proteínas e sais minerais.

 

Esse fruto do mar apresenta, ainda, outras duas substâncias benéficas ao organismo do homem: a glicosamina e a quitosana. A primeira ajuda no combate à artrite e à artrose, reduzindo a velocidade do desgaste das articulações. Já a quitosana é uma fibra que se liga às gorduras dos alimentos e as remove do corpo. Essa substância é encontrada em cápsulas industrializadas.

 

 

COMO COMPRAR

 

Se possível, compre sempre o camarão inteiro e fresco, é o ideal. Por serem altamente perecíveis, devem ser preparados no dia da compra.

 

Ao comprá-los frescos, observe se:

 

A casca e a cabeça estão intactas;

a cabeça está aderida ao corpo;

o corpo está rijo, com a casca firme e presa;

a cor está clara;

o cheiro está agradável;

o produto está sendo mantido sob refrigeração.

 

Se for congelado, deve estar limpo, sem a cabeça e as cascas, e colocado em embalagens hermeticamente fechadas. O consumo deve ocorrer logo após o descongelamento.

 

Após seis dias, o camarão pode perder sua consistência, ficando com a musculatura mole, além de favorecer o ataque microbiológico, deixando o alimento impróprio para consumo.

 

 

COMO PREPARAR

 

Para evitar a perda de nutrientes, o recomendado é prepará-lo cozido. Cozinhá-lo a vapor também é uma opção. Se for fritar, dê preferência ao azeite, mas o utilize com cautela. Evite usar o forno microondas, pois esse eletrodoméstico potencializa a perda das propriedades nutricionais do camarão.

 

 


 


 

 

 

 

 

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CAMARÃO

 

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CAMARÃO CULTIVADO


O cultivo de camarão é o segmento da aquicultura que mais se destaca no setor pesqueiro mundial. A carcinicultura, criação de camarão marinho em cativeiro, é praticada em mais de 50 países. Para o setor primário, a carcinicultura se constitui a alternativa de maior viabilidade, contribuindo para o desenvolvimento de tecnologias que beneficiam toda a cadeia produtiva da aquicultura.
Atualmente, os principais centros importadores de camarão são Estados Unidos, Japão, União Européia (Espanha, Dinamarca e França).

 

 

 

 


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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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