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MACARRÃO

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APROVADO  

 
o MACARRÃO

 

Virgínia Brandão

 

 

Prático, saboroso e de preço acessível, o macarrão tem, pelo menos, quatro mil anos de História. Mas, embora tenha ganho o mundo, no século 19, com inquestionável sotaque italiano, ao longo dos séculos sua paternidade foi disputada por vários povos. A acalorada discussão, entretanto, teve fim em 2005, ao ser encontrado o mais antigo vestígio da iguaria na China. E, até prova em contrário, são os chineses os "pais do macarrão", que, hoje, em suas infinitas variedades, está presente nas mesas do mundo todo, das mais humildes às mais sofisticadas e, tendo se adaptado à cultura e aos costumes de todos os povos, é um dos alimentos mais consumidos do planeta.

 

 

Massa Alimentícia

 

Caracterizam-se como massas alimentícias as obtidas com a mistura de material proveniente do trigo (farinha ou semolina) e água, não-fermentadas, salgadas ou arejadas, amassadas a frio ou a quente, com ou sem a adição de outras substâncias permitidas, como ovos, vegetais, corantes e aromatizantes.


As massas alimentícias são designadas de acordo com sua forma, tipo e substâncias adicionadas. Exemplo: espaguetes, aletria, massas com ovos, massas com espinafre, etc. São consideradas mistas quando preparadas pela mistura de farinha de trigo com outras farinhas, sendo designadas pela espécie das farinhas constituintes.

 

 

25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão

 

Com tanta popularidade, nada mais justo que o macarrão tivesse uma data para ser mundialmente homenageado. Assim, em 1995, os fabricantes de massa de diversos países, reunidos em Roma, no 1° Congresso Mundial da Pasta, escolheram o 25 de outubro para ser o Dia Mundial do Macarrão. Desde então, os festejos no Brasil são capitaneados pela Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias, Abima, entidade que representa, em todo o território nacional, fabricantes de massas alimentícias, Por causa da importante participação do Brasil no mercado mundial de massas, o País foi escolhido para ser a sede do IV Pasta World Congress, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2010. A Abima, também, é membro da IPO - International Pasta Organization, entidade que congrega associações de fabricantes de diversos países, e que tem por objetivo promover e debater questões relacionadas ao macarrão do ponto de vista técnico, nutricional, gastronômico e de marketing.

 

 

MACARRÃO NO BRASIL

 

Unanimidade Nacional

 

Nenhum prato estrangeiro conseguiu tanta aceitação entre nós como o macarrão. Adotado principalmente porque é de fácil preparo, econômico e ainda simples de acompanhar, o macarrão é considerado um prato completo, uma refeição sem problemas. Além de ser uma iguaria tradicional nos almoços de domingo e nas famosas cantinas, vários restaurantes renomados integraram massa em seus cardápios.

 

Com 1.300 milhões de toneladas fabricadas em 2011 e faturamento na ordem de R$ 6,1 bilhões, o Brasil é o terceiro maior produtor de massas do mundo, atrás apenas da Itália e dos Estados Unidos. O consumo per capita anual por aqui, que em 2011 foi de 6,4 quilos, possui, ainda, um enorme potencial de crescimento.  No quesito consumo mundial, o Brasil está em 16° lugar, depois da Itália (26 kgs/habitante), Venezuela (13kg/habitante), Tunísia (11,9kg/habitante), Grécia (10,4kg/habitante), Suíça (9,7kg/habitante), Suécia (9,0kg/habitante), Estados Unidos (8,8 kg/habitante), Chile (8,4kg/habitante), Peru (8,3kg/habitante), França (8,0kg/habitante), Alemanha (7,9kg/habitante), Eslovênia (7,0kg/habitante), Irã (7,0kg/habitante), Portugal (6,6kg/habitante) e Canadá (6,5kg/habitante).

 

Por iniciativa conjunta da ABITRIGO (Associação Brasileira da Indústria do Trigo) e da ABIMA (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), em 2011, foi realizado um estudo de mercado para analisar o gasto médio, a frequência e volume de compra, o consumo per capita e o preço médio pago pelos consumidores em várias categorias de produtos derivados do trigo, entre eles as massas secas, instantâneas e frescas.  

 

Conduzida pela Fundação Cândido Rondon, ligada à Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, e publicada no começo de 2012, a pesquisa acompanhou semanalmente o comportamento de compra em 8,2 mil lares brasileiros durante um mês. O estudo mostrou que a massa seca está presente em 88% dos lares analisados e que o maior consumo se concentra nas regiões Norte e Nordeste (92% e 91% de participação, respectivamente).  

 

As massas instantâneas e frescas ainda têm um importante espaço a ser conquistado. A pesquisa apontou 33% de participação do instantâneo, que tem seu consumo concentrado nas regiões Centro-Oeste e Sul (com 39% e 32%, respectivamente) e apenas 10% das casas pesquisadas consomem a massa fresca, com destaque para as regiões Sul e Sudeste, ambas com 14%. Outro aspecto relevante da pesquisa é que somente 1% dos entrevistados deixa de comprar macarrão por causa de dietas para emagrecer.  

 

 

 

Conheça os melhores endereços para se comer macarrão em São Paulo.

 

em São Paulo

RESTAURANTES COZINHA ITALIANA

RESTAURANTES COZINHA JAPONESA

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O setor de massas alimentícias no Brasil

 

O processo de abertura econômica vivenciado pelo País, a partir dos anos 90, introduziu novos desafios no mercado brasileiro de bens de consumo e resultou em mudanças estruturais na indústria.

 

No setor de massas alimentícias, este processo assumiu contornos decisivos em termos de consolidação mercadológica e impulsionou as empresas a investir em tecnologia, equipamentos de última geração e capacitação de seus profissionais. O resultado destes investimentos é um parque industrial entre os mais modernos do mundo, com capacidade instalada de 1,4 milhão de toneladas e perfeitamente apto a fornecer produtos de qualidade.

 

Existem fábricas de massas alimentícias em todas as regiões do país. São mais de 80 empresas de pequeno, médio e grande porte, além de mais de uma centena de micro empresas que trabalham na produção de massa artesanal, totalizando mais de 20.000 empregos diretos.

 

As massas alimentícias secas, no Brasil, são produzidas, em quase sua totalidade, a partir de trigo soft e estão segmentadas em: massa de sêmola com ovos, massa de sêmola, massa comum e massa tipo caseira. A designação "macarrão" é popularmente utilizada, inclusive nas embalagens, como sinônimo de "massa alimentícia". Há produção também de massas de grano duro, a partir de matéria prima totalmente importada e que representa 3,0% do volume total comercializado.

 

Muitas empresas do setor possuem processo integrado com moinho de trigo e, em geral, possuem um amplo portfólio com outros produtos derivados do trigo, como farinha, mistura para bolo, biscoitos, bolo pronto, etc. O macarrão instantâneo é um dos produtos oferecidos pelas empresas, com possibilidade de adequação de sabores ao mercado alvo.

 

A Matéria Prima

 

O trigo, principal matéria prima na fabricação de massas alimentícias, é produzido basicamente nos Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul, localizados no sul do país. O excedente de trigo consumido pelo país, é importado da Argentina, país vizinho, grande produtor e exportador do cereal e parceiro do Brasil no Mercosul. Atualmente, são consumidas, em média, no Brasil, mais de 10 milhões de toneladas de trigo por ano.  

 

 

Fonte: ABIMA

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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