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MELANCIA

Virgínia Brandão

 

 

A melancia é nativa da África, embora seja encontrada na Índia uma grande diversidade dessa espécie, o que acabou gerando uma controvérsia sobre sua real origem. Extremamente adaptável, é tão resistente que se dispersou sem problemas por quase todo o mundo e é, hoje, a segunda fruta mais produzida no planeta, depois da banana.

 

Existem dois grandes grupos de melancias:

 

1- As melancias forrageiras (Citrullus lanatus var. citroides), de polpa amarga, também conhecidas como melancia-de-cavalo, melancia do mato ou melancia-de-porco. A sua polpa é branca, consistente, pois tem com teor elevado de matéria seca, e não açucarada, pois tem baixo teor de sacarose, daí não ter boa aceitação para o consumo humano. É utilizada em conservas, pickles e na alimentação animal. Na África, são cultivadas por suas sementes que são fritas antes de serem consumidas.

 

2- As melancias de polpa açucarada (Citrullus lanatus var. lanatus), de cor vermelha, laranja ou amarela, muito ricas em água - consumidas como alimento humano no mundo todo.

 

 

História

 

A melancia é originária das regiões secas da África tropical, tendo um centro de diversificação secundário no Sul da Ásia. A melancia  cultivada (C. lanatus var. lanatus), essa delícia doce que nós comemos, deriva, provavelmente, da variedade selvagem C. lanatus var. citroides (a melancia branca, forrageira) que cobriam zonas inteiras da África Central, onde ocorreu a domesticação e onde a melancia é cultivada há mais de 5000 anos. No Egito e no Oriente Médio, é cultivada há mais de 4000 anos. Na China, cultura da melancia foi introduzida no século 10. Na mesma época, o seu cultivo era documentado na Córdoba árabe e, no século 13, já era cultivada em diversas regiões da Europa. Na América, chegou com os colonizadores, ainda no século 16.

 

A Planta

 

Prima do melão, da abóbora e do pepino, a melancia é uma planta herbácea anual, pertencente à família das curcubitaceae. Apresenta hábitos rasteiros, com ramificações que podem alcançar de 3 a 5 metros de comprimento e raízes que se desenvolvem no sentido horizontal, concentrando-se nos 25/30 cm superficiais do solo, embora algumas raízes alcancem maiores profundidades.

 

A planta tem caule rasteiro, longo, ramificado, flexível, cilíndrico, coberto por pêlos e apresenta uma estrutura fina, longa e espiralada de fixação denominada gavinha. As folhas são bem recortadas, divididas em 3 lobos, e formadas ao longo do caule ou ramos.

 

As flores são solitárias, pequenas, de corola amarela. Permanecem abertas durante menos de um dia. Em cada pé há flores masculinas (em maior número) e femininas, produzidas separadamente nas axilas das folhas. As plantas que produzem flores masculinas e femininas, separadas numa mesma planta, são denominadas monóicas. As flores femininas são fáceis de serem identificadas, porque têm um ovário, com formato de frutinho, logo abaixo da flor. A polinização, já que o pólen constitui uma massa pegajosa, que não pode ser transportado pelo vento, é feita pelas abelhas que transportam os grãos de pólen da flor masculina para as femininas, sem a qual não há frutificação. Alguns produtores disseminam colméias de abelhas ao redor de seus campos de melancias para garantir uma melhor polinização.

 

O fruto é um pepônio. Pode ser arredondado ou alongado (alongada, podendo atingir 60 cm de comprimento). A casca é espessa (1 a 4 cm). O exocarpo é verde, claro ou escuro, de uma tonalidade única, listado ou rajado por manchas amareladas. A polpa é normalmente vermelha, podendo ser amarela, laranja, branca ou verde; com ou sem sementes. Nas espécies com sementes, essas são pequenas, chatas, negra, lisas e, ao contrário da maioria das outras cucurbitáceas, as sementes de melancia são repartidas desordenadamente  por todo o fruto e não numa cavidade.

 

O caldo generoso e a polpa consistente da melancia são adocicados. Em geral, quanto mais madura a fruta, mais doce seu sabor. Porém, algumas vezes, este é insípido e sem graça e, então, só serve para alimentar os animais que nunca se fartam de comê-la.

 

O ciclo, que vai do plantio à colheita, varia de 85 a 120 dias. A melancia produz bem em solos com boa drenagem de água, boa disponibilidade água durante todo o ciclo, clima quente e seco e não tolera frio e geada.

 

O plantio é feito o ano todo, nas regiões mais quentes, ou de agosto a novembro, em clima frio. A propagação é feita por sementes, colocando-se três a quatro unidades em covas de cinco centímetros de profundidade.

 

Seu período de safra é de novembro a junho.

 

Formas de Consumo

 

A melancia é cultivada pelos seus frutos e sementes. Os frutos são normalmente consumidos crus, como sobremesa refrescante. Nas regiões áridas de África são utilizados como fonte de água desde tempos imemoriais. As sementes são muito consumidas em diversas regiões da Ásia. Na Índia faz-se pão de farinha de semente de melancia; no Médio Oriente comem-se as sementes assadas.

 

Além da fruta ao natural, a melancia também é consumida como suco, drinks, geléias, doces, molhos e saladas. No sul da Rússia, uma cerveja tem suco de melancia como ingrediente. Nos Estados Unidos, costuma-se fazer picles com a casca da melancia. Outra variação é fazer doce com a parte branca, que se prepara da mesma forma que o doce de mamão verde.

 

Como Comprar

 

Uma melancia de boa qualidade tem casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. As manchas claras não são sinais de um produto de má qualidade.

 

Determinar se uma melancia está ou não está madura não é tarefa fácil. Sua casca, dura e espessa, não deixa transparecer o que há lá dentro. Um bom método é dar uns soquinhos com os nós dos dedos: se a fruta ainda estiver meio verde, o som sairá um pouco metálico. Do contrário, quanto mais surdo for o som que vier da fruta, mais madura ela estará. Comparando duas frutas do mesmo tamanho, fique sempre com a mais pesada.

 

Por seu tamanho excessivo, uma melancia inteira chega a ser aquisição exagerada para o consumo de uma família comum. Assim, as melancias são normalmente vendidas, nos mercados e nas feiras brasileiras, já cortadas em pedaços, quartos ou metades.Escolha, então, as bem vermelhas e brilhantes. Quanto mais escura a polpa mais doce ela será.

 

Como Conservar

 

Fora da geladeira, a melancia se conserva bem durante uma semana, se guardada em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, deve ser conservada na geladeira, envolvida em plástico ou papel de alumínio, para evitar que resseque ou absorva o odor de outros alimentos. Conserva-se em geladeira por 2 a 3 semanas.


Se quiser apressar o amadurecimento da fruta, basta embrulhá-la em uma folha de jornal por um ou dois dias
 

Propriedades Nutricionais

 

A melancia é uma das frutas mais ricas em vitaminas vendida no Brasil: vitaminas A, C, B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B6, B12, niacina, ácido fólico e biotina. O valor nutritivo do fruto é reduzido,

 

A pigmentação vermelha da polpa da melancia é conferida pelo licopeno, um caroteno com elevada atividade antioxidante, classificado como um útil na dieta humana para a prevenção de ataques cardíacos e de certos tipos de câncer. Aliás, a melancia tem o mais alto teor de licopeno dos vegetais de polpa vermelha: 60% a mais do tomate, por exemplo. Nas cultivares de polpa amarela a cor é conferida por betacaroteno (pró-vitamina A) e por xantofilas.

 

 

Composição média da melancia

Valores expressos por 100 g de parte comestível

 

Macro-constituintes

Teor

Vitaminas

Teor

Minerais

Teor

Água

93%

Vitamina A

590IU

Cálcio

 7mg

Energia

31kcal

Tiamina

0,03mg

Fósforo

10mg

Proteína

0,5%

Riboflavina

0,03mg

Sódio

1mg

Gorduras

0,2%

Niacina

0,2mg

Potássio

100mg

Carboidratos

6,4 %

Ácido ascórbico

7mg

Magnésio

10,2mg

Fibra

0,3%)

Vitamina B6

0,07mg

Ferro

0,5mg

 

 

Ácido pantoténico

0,3mg

Zinco

0,09mg

 

 

Ácido fólico

8mcg

Cobre

0,02mg

 

 

Biotina

3,6mcg

 

 

 

 

Propriedades Medicinais

 

As sementes da melancia são utilizadas em algumas regiões do país no preparo de uma bebida diurética e vermífuga, denominada orchata; torradas e aplicadas sobre qualquer ferida acalmam a dor. As sementes são ricas em lípidos.

 

Possui excelentes propriedades diuréticas, e por isso, é recomendada aos que tem problemas renais, nas dietas de emagrecimento, para pressão alta, reumatismo ou gota. O suco de melancia provoca eliminação de ácido úrico, além de limpar o estômago e o intestino. Também é eficaz no tratamento da acidez estomacal, obesidade, bronquites crônicas, problemas de boca e garganta - com um pouco de mel e limão, pode ser usada contra resfriados, catarros, excesso de bílis e o gosto amargo da boca. Além disso, protege contra o câncer e a oxidação celular.

 

Para curar erisipela, aplique uma pasta feita com polpa e casca de melancia trituradas. Para combater a febre, tome suco de melancia ou coloque fatias da fruta sobre a barriga.

 

A parte comestível contém apenas 6% de açúcar e 93% de água, o que faz a melancia ser um eficiente refrescante do sangue. Mas, justamente por seu alto teor de água, deve ser comida antes ou no intervalo das refeições e, nunca, após, pois pode tornar a digestão mais lenta.

 

Por conter o aminoácido citrulina, deve ser evitada pelas pessoas que possuem artrite reumatóide e uma doença genética chamada citrulinemia.

 

No Brasil

 

No Brasil, a melancia chegou com os escravos e é cultivada, com sucesso, em climas e solos dos mais diversos, da Amazônia ao Rio Grande do Sul. No volume e no valor econômico, a melancia está entre os dez primeiros lugares na lista das hortaliças comercializadas no mercado nacional, posto de relevada importância. Nas cidades brasileiras, é comum encontrar ambulantes vendendo pedaços já partidos de melancia e de outras frutas refrescantes, tais como o abacaxi para atenuar o calor dos passantes. Desde 2006, o dia 26 de novembro é o Dia da Melancia no Brasil.

 

Os principais polos produtores de melancia no país estão no Sul, sendo que os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo abarcam quase a metade de toda a produção nacional e, no Nordeste, mais precisamente na Bahia e em Pernambuco, onde as áreas irrigadas do Vale do Rio São Francisco são responsáveis por cerca de um quarto do total produzido. Parte dessa produção destina-se à exportação, especialmente para alguns países da própria América do Sul  O maior produtor nacional é o Rio Grande do Sul. seguido por São Paulo, Bahia, Rio Grande do Norte e Tocantins (Ibraf 2004). A principal região produtora de melancia do Estado de São Paulo é Marília.

 

As melancias mais cultivadas no Brasil enquadram-se nas variedades japonesas e americanas, que são mais precoces e resistentes aos longos transportes após a colheita (tais como Crimson Sweet, Madera, Congo, Charleston Gray e Rubi AG-08, além de uma pequena escala de melancia sem semente). As japonesas dão frutas redondas, com até 40 centímetros de diâmetro, colhidas cerca de 85 dias após o plantio; as americanas, frutas alongadas de até 60 centímetros de comprimento e têm 105 dias de tempo médio para amadurecer. Todas têm polpa vermelha e adocicada, com alto teor de água. Em boas condições e com uma armazenagem adequada, em locais ventilados e secos, a produção pode suportar a estocagem por até 20 dias.

 

Melancias sem semente

 

Na verdade, as sementes existem, mas são pouco desenvolvidas e totalmente comestíveis. Tanto a melancia com polpa vermelha como a amarela já são encontradas sem sementes por aqui e não deixam a desejar em relação ao sabor ou nutrição da melancia com semente, sendo de mais fácil digestão, mais prática para o consumo e menos calórica (22 kal/100g). Entretanto, custam cerca de 3 vezes mais que as tradicionais.

 

A produção de melancia sem sementes no Brasil ainda é pequena. A tecnologia foi desenvolvida no Japão, ainda na década de 40 (1947 foi apresentada o primeiro exemplar da nova espécie), e vem sendo adaptada pela Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. "Há pouca disponibilidade de híbridos no mercado e suas sementes são muito caras em relação às variedades tradicionais", segundo os técnicos da Embrapa. A espécie sem sementes possibilita maiores colheitas devido ao vigor híbrido; resultando em mais toneladas produzidas por hectare.

 

A ausência de sementes na melancia ocorre como resultado de um cruzamento, entre plantas de diferentes constituições genéticas, levando a uma semente especial que proporciona a fruta "sem sementes". Os pesquisadores alertam que, em alguns casos, pouquíssimas sementes são originadas, mas isso não é comum. No entanto, é normal a presença de rudimentos brancos de sementes, que podem ser ingeridas com a polpa, sem problemas.

 

Melancia de Polpa Amarela

 

A variedade de polpa amarela (melancia japonesa ou kodama) também vem sendo objeto de estudos da Embrapa há alguns anos, comandado pelo pesquisador Flávio de França Souza, e o resultado foi lançado no mercado em 2007: duas variedades de melancia de polpa tenra: a BRS Soleil e a BRS Kuarah, levemente crocantes, com alto teor de açúcares e coloração amarelo canário. Para o consumidor, as futuras variedades serão mais práticas, pois, além de apresentarem excelente sabor, os frutos são pequenos, variando em média de dois a quatro quilos, o que representa menor preço por unidade, maior facilidade de transporte e rapidez no consumo, mesmo em famílias pequenas, evitando a armazenagem no refrigerador.

 

Melancia Forrageira - polpa branca

 

As melancias de polpa branca são, na verdade, a ancestral das doces e saborosas melancias que comemos hoje. Originária da África, a melancia forrageira foi introduzida no Brasil no período colonial,  "naturalizou-se" e se disseminou por meio de cruzamentos com outras espécies de melancia. Atualmente, encontra-se na natureza uma grande quantidade de tipos. Depois de maduro, o seu fruto se conserva, de forma absolutamente natural, por mais de um ano sem perder suas qualidades nutricionais. O mais impressionante é que a conservação pode ser obtida com a manutenção do fruto amadurecido no próprio campo em que foi cultivado e sob o sol escaldante das áreas secas do Nordeste, por exemplo, sem qualquer necessidade de práticas sofisticadas de armazenamento. 

 

Este tipo de melancia é um recurso alimentar essencial à criação pecuária da região, já que outra característica interessante dessa planta para os criadores, é a grande quantidade de água dos frutos, cerca de 90%. Em proporções adequadas pode, inclusive, chegar a suprir quase que integralmente a necessidade de água diária dos animais. E isto não é pouca coisa numa região como o semiárido nordestino.

 

Os percentuais de proteína bruta e fibra bruta, bem como a digestibilidade "in vitro" da matéria seca dos frutos e das sementes da melancia forrageira se assemelham aos níveis mínimos, constituintes da matéria seca das plantas forrageiras, exigidos pelos animais. Alguns elementos, como potássio e cobre, são encontrados em proporções muito superiores. Portanto, é uma alternativa promissora para complementar a alimentação dos rebanhos não só no semiárido nordestino .

 

Diferente das melancias tradicionais comercializadas em supermercados e feiras livres, que possuem casca verde, polpa vermelha e são doces, a espécie forrageira tem casca dura bastante resistente aos impactos e à deterioração, a polpa é branca e geralmente consistente, e apresenta baixo teor de sacarose o que a torna sem sabor.

 

Conhecida por "citron melon" ou "pie melon" nos Estados Unidos, é  

 

Curiosidades:

 

1- Segundo a obra "A farmacopéia marroquina tradicional", "os nômades e as pessoas do campo sabem empiricamente que para refrescar uma melancia, tem que cortá-la em duas partes e expô-las ao sol. O éter que se evapora esfria a melancia".

 

2- Espionagem agrícola - Dizem que no final do século 19, o professor Niels Ebbesen Hanse foi um grande explorador da biodiversidade russa a serviço da agricultura americana. Em 1898, ele levou de Moscou, da Transcaucásia, da região do Volga e do Turkistão Russo, sementes de 287 variedades de melancias e de melões almiscarados. Nos mercados dessa região, as melancias normais chegavam a uma quinzena de quilos. Ele descobriu, até, uma variedade de melancia que era superior, quanto à precocidade, à mais precoce das variedades norte-americanas. De Semipalatinsk, na Sibéria, ele levou para os Estados Unidos três variedades de melancia, as três caracterizadas por uma grande precocidade.

 

Segundo o professor Hanse, os frutos de certas variedades não amadurem nas plantações, mas são presos perto dos tetos, dentro das casas, para continuar a amadurecer durante o inverno e até a primavera seguinte. Os recursos genéticos trazidos da Rússia pelo Professor Hanse foram muito bem aproveitados pelos Estados Unidos. Uma boa parte das variedades americanas de melancia atualmente em cultivo saiu, justamente, dessa biodiversidade russa.

 

 

 

Todos os vídeos

Savoir-faire Gastronômico

Entre os muitos usos da deliciosa melancia, está ser base para a realização de lindas esculturas.

Confira, no vídeo acima, a uma interessantíssima demonstração desta tão fascinante arte executada em uma melancia.

 

Clique aqui

e veja o vídeo ampliado

Fontes: Biblioteca Virtual do Estudante de Língua Portuguesa - Usp

Toda Fruta

Kokopelli Seed Foundation

Embrapa

IBRAF é o Instituto Brasileiro de Frutas

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MELANCIA

 

Classificação botânica

Nome popular: melancia

Nome científico: Citrullus lanatus

Família: Cucurbitaceae

Sub-família: Cucurbitoideae  

Gênero: Citrullus

Espécie: Citrullus lanatus

Variedade: C. lanatus var. lanatus

 

 

Outros idiomas:

Francês - Pastèque

Italiano - Anguria

Espanhol - Sandia

Inglês – Watermelon

Alemão - Wassermelone

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Japoneses desenvolvem melancia quadrada

A pequena cooperativa agrícola de Zentsuji (Kagawa), na região de Shikoku, no Japão, ficou famosa por conta de uma "invenção inusitada: a melancia quadrada.

 

Os agricultores locais já haviam obtido êxito em produzir melancias quadradas há 27 anos, mas o sucesso veio a cerca de cinco anos atrás, com a divulgação da fruta no novo formato, que permite guardar melhor a fruta na geladeira, através dos meios de comunicação.

 

A idéia da melancia quadrada pertence ao agricultor Takashi Yamashita, 82, atual diretor da seção de "melancias" da cooperativa.

 

A forma quadrada é obtida antes que o fruto fique maduro com um mecanismo "secreto" que transforma a melancia, tipicamente redonda, em quadrada.

 

No entanto, na busca do formato, a melancia quadrada perdeu seu sabor doce e se parece mais ao pepino. Por isso o produto tem mais uma finalidade decorativa e de longa vida pois pode ser conservado em média durante um ano e meio.

 

O preço por unidade é de ¥ 13 mil (cerca de R$ 230,00), incluindo o transporte. Quem se arrisca?

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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