|
|

PROCESSOS AGRO
INDUSTRIAIS DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
Prof. Luís César Silva
Universidade Estadual do Oeste do
Paraná
Alterações dos
Alimentos
As matérias primas agroalimentares, sejam de
origem animal ou vegetal, e os pescados são susceptíveis a alterações,
as quais podem ser de ordem física, química, ou biológica. As de ordem
física são decorrentes, principalmente, da ação de agentes mecânicos que
causam danos como: quebras, deformações, perfurações e cortes. Além
destas, outros agentes como o ar, a luz e o calor podem promover
alterações de cor, aparência e sabor dos alimentos.
As alterações químicas normalmente decorrem pela degeneração de
substâncias constituintes do alimento. Fatos que podem ocorrer de forma
espontânea ou pela indução de algum fator externo, como por exemplo, a
composição do ar ambiente. Nesses casos, ocorrem alterações químicas
enzimáticas e não-enzimáticas. Estas podem causar mudanças das
características dos alimentos como cor, sabor e consistência.
Quanto às alterações biológicas, estas podem ser causadas por insetos,
roedores e microrganismos. Os dois primeiros agentes, geralmente, agem
consumindo parte ou o todo dos alimentos, e em certos casos disseminam
doenças. Já os microrganismos, fungos e bactérias, causam a alteração
dos alimentos por meio de processos como a fermentação, putrefação e
alteração de aparência, sendo que: (a) a fermentação dá-se pela
decomposição dos açucares ocorrendo à geração de gases inodoros, álcoois
ou ácidos; (b) a putrefação desenrola-se pela decomposição de
grupamentos protéicos nos quais pode ocorrer a liberação de gases com
odor desagradável; e (c) as alterações de aparência que procedem pelo
desenvolvimento de microrganismos sobre a superfície do alimento,
modificando a sua aparência, conseqüentemente, tornando-o refutável ao
consumo. Além de promover essas alterações, os microrganismos podem
sintetizar toxinas que causam danos a saúde do consumidor. Como também,
vírus e vermes podem utilizar os alimentos como vetor podendo afetar a
saúde do consumidor.
Normalmente as alterações acima citadas, ocorrem de forma conjunta, isso
faz demandar a adoção de técnicas que busquem prevenir e/ou retardar:
(i) a decomposição dos alimentos por agentes microbianos e (ii) a
autodecomposição dos alimentos.
Para tanto, a Ciência e Tecnologia de Alimentos disponibiliza
procedimentos que compreendem:
A - os
métodos de assepsia que abrangem as formas de obtenção de matérias
primas e os procedimentos de higienização dos ambientes
agroindustriais;
B - as Boas
Práticas de Fabricação - BPF ;
C - os
métodos de conservação de alimentos.
Quanto aos métodos
de conservação, a seleção do mais apropriado depende dos seguintes
fatores: (i) natureza do alimento - liquido, sólido ou pastoso, (ii)
período de tempo a conservar, (iii) custo do processo, e (iv) os agentes
de deterioração envolvidos. Dentre os diversos métodos de conservação
são destacados nesse artigo: o uso do calor, o uso do frio e o uso de
aditivos.
2. Conservação De Alimentos Pelo Uso Do Calor
O uso de calor na indústria de alimentos visa, que por meio da exposição
ao calor, os agentes como fungos e bactérias sejam destruídos,
parcialmente ou em quase sua totalidade. Os principias métodos dessa
categoria são: pasteurização, branqueamento, apertização, esterilização,
secagem e desidratação.
2.1 Pasteurização
A pasteurização é empregada quando: (a) o alimento a ser conservado
é susceptível à exposição a altas temperaturas – exemplo: leite e sucos;
e (b) os agentes microbianos indesejáveis apresentam baixa resistência
ao calor. Os agentes indesejáveis podem causar doenças, ou então,
prejudicar a produção de alimentos, como por exemplo, a fabricação de
iogurtes.
Na pasteurização é destruída parte da população de microrganismos
presentes nos alimentos. Dentre estes microrganismos podem estar os que
causam danos aos alimentos e os que podem causar algum tipo de doença
aos consumidores. O objetivo primeiro é eliminar os causadores de
doenças. Após a aplicação da pasteurização devem ser aplicados outros
métodos de conservação, tais como: a refrigeração – exemplo: leite
pasteurizado; e a adição de açúcar - exemplo: doces em massa. Isso
deve-se ao fato que se um alimento, após a pasteurização, ficar exposto
à temperatura ambiente, a população de microrganismo presente irá se
multiplicar, danificar e consumir o alimento.
Os tipos de pasteurização empregados são:
-
Pasteurização
rápida (HTST - high temperature and short time - alta temperatura
em curto espaço de tempo) - como exemplo pode ser citado o
beneficiamento de leite. Nesse caso, o produto é submetido à
temperatura de 72oC por 15 segundos, e, em seqüência, é refrigerado à
temperatura inferior de 5oC. Isso é possível pela passagem do líquido
por trocadores de calor do pasteurizador (Figura 1), a uma vazão que
permita ao leite ser exposto à temperatura de 72oC por 15 segundos.
-
Pasteurização
lenta (LTLT - low temperature and long time - baixa temperatura e
longo espaço de tempo) - para o leite um determinado volume é
depositado em um recipiente onde permanece à temperatura de 62oC por
30 minutos. Esse tipo de tratamento é recomendado para pequenas
unidades industriais de fabricação de queijos e iogurtes. Vide a
Figura 2.
|

Fig. 1
Pasteurizador tipo HTST acoplado a equipamento de registro e
controle de temperatura. |
|

Fig. 2
Pasteurizador tipo LTLT acoplado a equipamento de registro e
controle de temperatura. |
clique nas imagens para
ampliá-las
2.2 Branqueamento
Para o caso de frutas e hortaliças, o branqueamento é indicado para
desnaturar as enzimas dos alimentos que durante o período de armazenagem
promovem descoloração e alterações de sabor e aroma. Nesse caso, o
processo consiste em mergulhar o alimento em água aquecida ou insuflar
vapor sobre o mesmo, por um curto espaço de tempo, 2 a 10 minutos. Em
seqüência é procedido o imediato resfriamento, geralmente, em água fria.
O branqueamento também é empregado no processo de apertização, produção
de enlatados. Nesse caso, os objetivos do branqueamento são: (a) remover
gases dos tecidos dos alimentos elaborados e acondicionados em latas ou
vidros antes de fechar, (b) promover desinfecção externa das embalagens,
e (c) pré-aquecer o produto, o que diminui o tempo do uso da autoclave
durante a apertização.
2.3 Apertização
O processo de apertização foi inventado em 1809 pelo confeiteiro
parisiense Nicolas Appert, que ganhou o prêmio de 12.000 francos em um
concurso proposto pelo imperador Napoleão. A invenção consistia em um
método para conservar alimentos por um longo período de tempo,
acondicionando os produtos elaborados em jarros hermeticamente fechados
com rolhas, e, então, aplicar calor por meio de banho-maria por um
determinado período de tempo.
Em 1810, Peter Durand patenteou um processo semelhante, porém empregava
latas confeccionadas em chapas metálicas revestidas de estanho. Para
lacrar as latas, as tampas eram soldadas utilizando estanho.
Já em 1813, o exército e marinha britânica utilizavam carnes, sopas e
várias combinações de legumes enlatados. Um exemplo da eficácia do
método de apertização deu-se pelo achado de duas latas deixadas pelo
Capitão Edward Parry em uma expedição ao Ártico em 1824. Estas latas
foram encontradas em 1911, 87 anos depois, em boas condições e
continham, respectivamente, ervilhas e carne de boi.
Um grande impulso ao processo de apertização ocorreu em 1904, com a
invenção das latas recravadas pela empresa Sanitary Can Company.
Recravação é uma operação que consiste em lacrar as latas por meio
mecânico. Para tanto, são procedidas dobraduras das extremidades da
tampa junto ao corpo das latas, sendo empregado o equipamento denominado
recravadeira, Figura 3.
No processo de apertização, após a elaboração do alimento, o mesmo é
acondicionado em latas que são lacradas por meio de recravadeiras. Essas
então são encaminhadas às autoclaves para a aplicação do tratamento
térmico.
A autoclave, Figura 4, constitui-se de um recipiente fechado, em que os
produtos enlatados ou acondicionados em vidro são submetidos a altas
temperaturas sob alta pressão. Nessa condição os produtos podem ser
submetidos a temperaturas superiores a 100oC , sem que haja a ebulição
da água. O que protege a constituição dos alimentos. O princípio de
funcionamento das autoclaves é o mesmo das panelas de pressão
domésticas.
Nos produtos autoclavados o objetivo é eliminar as formas vegetativas
das bactérias presentes, que podem causar danos aos alimentos, assim
como aos consumidores. Assim, enquanto a embalagem não for aberta, a
integridade do alimento é assegurada. Isso porque, muitas das vezes o
calor aplicado elimina as formas vegetativas das bactérias mas não os
seus esporos. E estes quando expostos a condições ambientes fazem surgir
a forma vegetativa das bactérias.
|

Fig. 3
Recravadeira
industrial |
|

Fig. 4
Autoclave
horizontal de uso industrial
|
clique nas imagens para ampliá-las
2.4 Esterilização
- Tratamento UAT - Ultra Alta Temperatura
O tratamento UAT (Ultra Alta Temperatura) é muito utilizado no
processamento de creme de leite, sucos e leite. No caso do leite, a
temperatura empregada é de 138oC, e o tempo de exposição é de dois
segundos. Em seqüência o produto tem sua temperatura reduzida para cerca
de 32oC, e é envasado em embalagem longa vida, a qual impossibilita
trocas do alimento com o meio. Pois, esse tipo de embalagem é
confeccionado em multicamadas de filmes de papelão, alumínio,
polietileno, poliéster e polipropileno.
2.5 Secagem e desidratação
Secagem e desidratação são processos por meio do quais é reduzido o teor
de umidade dos alimentos, o que possibilita a conservação, pois é: (a)
inviabilizado o desenvolvimento de agentes responsáveis pela degeneração
- fungos e bactérias, (b) reduzida a taxa de respiração do alimento, e
(c) bloqueada a ocorrência de reações enzimáticas e químicas que
propiciam a autodegeneração e transformações.
No processo de secagem o teor de umidade do produto é reduzido, até a um
nível que possibilite a conservação, enquanto que na desidratação o teor
de umidade levado a níveis próximos de zero.
A dinâmica básica do processo de secagem e desidratação consiste na
passagem de um volume de ar seco e aquecido pelo produto. Assim o
produto é aquecido, o que promove a transferência de umidade para o ar,
que ao sair do secador apresenta menor temperatura e maior umidade
relativa, quando comparada às condições de entrada.
Na indústria de alimentos o processo de secagem é utilizado na redução
do teor de umidade de grãos, amendoim, clara de ovos, doces
cristalizados, e produção de leite em pó. Quanto à desidratação, é muito
empregada para o caso de frutas como maçã e banana.
3. Conservação de
Alimentos pelo Uso do Frio
A técnica de redução de temperatura na conservação de alimentos é
utilizada para retardar ou inibir: (i) reações químicas e atividades
enzimáticas e (ii) ação de microrganismos. Isso é aplicado pelo fato de
ser sabido que quanto menor a temperatura, menor será a velocidade das
reações bioquímicas, e do crescimento de uma população de
microrganismos. As técnicas empregadas são a refrigeração e o
congelamento.
O método de refrigeração é utilizado como meio de conservação básico, ou
então como um a forma de conservação temporária de matérias primas no
aguardo do processamento. Nesse tipo de tratamento são empregadas
temperaturas entre – 1,5 a 10 oC, o que irá depender da natureza do
alimento. Por exemplo, no caso de leite e carne resfriada devem ser
empregadas temperaturas próximas a 5oC e para manga, temperaturas entre
8 a 10oC.
As propriedades organolépticas de cada tipo de alimento faz com que a
forma de aplicação do tratamento de refrigeração tenha que ser
diferenciada. De maneira geral, é indicado que o tempo de resfriamento
seja o menor possível. No entanto, no caso de carnes de animais recém
abatidos, pode ocorrer o enrijecimento dos músculos em razão da
contração causada pela baixa temperatura.
Quanto ao processo de congelamento, são utilizadas temperaturas abaixo
das normalmente utilizadas na refrigeração. Normalmente, para perfeita
conservação do produto congelado, é recomendado que mais de 80% da água
livre do alimento seja transformada em gelo, a ser mantida neste estado
durante todo o tempo de estocagem. Sendo assim, são minimizadas as
alterações físicas, bioquímicas e nutricionais do produto.
Os métodos de congelamento utilizados são o lento e o rápido. O lento é
procedido em temperaturas do ar próximas a -20oC, o que ocorre nos
congeladores dos refrigeradores e frízeres domésticos. Para esta
situação, no caso de carnes, são formados nas células do material,
grandes cristais de gelo pontiagudos. E esses por ocasião do
descongelamento, propiciam o rompimento das membranas celulares
promovendo o extravasamento do suco celular, rico em proteína. Fato que
faz reduzir o valor nutricional da carne.
O congelamento rápido normalmente é procedido em ambientes industriais,
sendo empregadas temperaturas do ar próximas a -40oC. Assim, por
exemplo, no caso da carne o produto atinge a temperaturas internas
equivalente a -18oC.
Uma das grandes vantagens do congelamento rápido é a formação de
pequenos cristais de gelo nas células das peças de carne. Assim, por
ocasião do descongelamento, não ocorrerá ruptura das membranas das
células, o que evita o extravasamento do suco celular. Desde modo, essa
carne terá maior valor nutricional do que a carne congelada pelo método
lento.
Portanto, é de extrema importância que as carnes submetidas ao
congelamento rápido tenha a sua temperatura mantida em -18oC desde a
indústria até o momento de descongelamento para o preparo. Para que isso
ocorra, o transporte, da indústria até os pontos de revenda, deverá ser
feito em caminhões com carrocerias frigoríficas. E nos pontos de venda é
necessário a existências de câmaras frigoríficas e gôndolas
frigorificadas. Caso contrário, se por alguns instantes a temperatura da
carne aumentar, será dado início ao processo de descongelamento. Isso
poderá viabilizar o desenvolvimento de agentes microbiológicos
indesejáveis que podem comprometer a qualidade do produto e a saúde do
consumidor.
Outro problema que pode ocorrer é a tentativa de proceder a um novo
congelamento do produto, que nesse caso será do tipo lento, pois as
temperaturas empregadas serão entorno de -20oC. Como conseqüência serão
formados grandes cristais de gelos no interior das peças de carne.
Assim, os benefícios do congelamento industrial são perdidos.
O descongelamento da carne transportada da indústria até ao consumidor
pode ocorrer nas seguintes situações: (a) o emprego de veículos não
apropriados para o transporte, (b) o desligamento dos frízeres nos
estabelecimentos comercias durante o período noturno com o objetivo de
economizar energia elétrica, (c) a falta de energia elétrica e (d) a
demora do consumidor em transportar o produto do ponto de venda até a
sua residência.
4. Uso de Aditivos
Aditivo é uma substância ou a mistura de substâncias adicionadas aos
alimentos com os benefícios, tais como: (a) conferir ou intensificar as
propriedades organolépticas; (b) modificar aspectos que favoreçam a
comercialização; (c) prevenir alterações indesejáveis; (d) suprir
necessidades nutricionais (adição de vitaminas, minerais e enzimas); e
(e) reduzir custos no processamento.
Os aditivos podem ser classificados como Reconhecidamente Seguros - GRAS
(Generally Recognized as Safe) e os Não-Reconhecidamente Seguros -
não-GRAS. Para os aditivos GRAS não há necessidade de aplicação de rigor
quanto à limitação de dosagens, visto a baixa possibilidade de causar
intoxicações. Se enquadram nesta categoria substâncias tais como: sal,
açúcar, condimentos e os aditivos nutricionais (vitaminas, iodeto de
potássio, cálcio, ferro, magnésio e fósforo).
Os ativos não-GRAS requerem a necessidade da estipulação de índices tais
como: o Limite Máximo Permitido - LMP; o nível de Ingestão Diária
Admissível - IDS; e o nível de Ingestão Semanal Admissível - ISS. Caso
ocorra a ultrapassagem desses índices, é definido como um caso de
contaminação.
Sob a perspectiva da elaboração de alimentos, os aditivos podem ser
classificados em:
Corantes: são utilizados na indústria de alimentos para restituir,
melhorar ou padronizar a cor de produtos alimentícios. Esses podem ser
orgânicos naturais, orgânicos sintéticos, inorgânicos e caramelos.
Aromatizantes: são adicionados aos alimentos com os objetivos de
restituir, melhorar e realçar o sabor. Pois a aceitabilidade por parte
dos consumidores de alimentos está altamente associada ao sabor e aroma.
Os aromatizantes podem ser classificados como aroma: natural, natural
reforçado, reconstituído, imitação e artificial.
Conservadores: são ácidos, sais ou óxidos que quando acrescidos aos
alimentos permitem retardar a velocidade do processo de deterioração,
principalmente, por inibir a ação de microrganismos.
Antioxidantes: são substâncias que visam retardar o processo de
oxidação. Geralmente são acrescidas a óleos e gorduras para evitar a
ocorrência de ranço.
Estabilizantes: podem ser utilizados visando a conservação e, ou,
a melhoria de aparência. Em produtos como derivados de leite, gelatinas
e maionese são adicionados para estabilizar proteínas, retardando assim
o processo de autodeterioração. Em produtos como sorvetes os
estabilizantes torna-os mais viscosos e evita a formação de cristais de
gelo.
Espesantes: são substâncias como goma arábica, goma de guar e
celulose, que quanto acrescidas aos alimentos tornam estes mais viscosos
melhorando a aparência.
Edulcorantes: são substância adoçantes acrescidas aos produtos
classificados como dietéticos.
Umectantes: substâncias que propiciam a retenção de umidade dos
alimentos, melhorando a aparência.
Antiumectantes: substâncias que conferem aos produtos
alimentícios a aparência de secos, retardando a absorção de umidade
durante o período de armazenagem.
Acidulantes: são ácidos acrescidos principalmente a bebidas para
(a) comunicar um sabor ácido ou agridoce imitando o sabor da fruta, (b)
melhorar o paladar (bouquet) e (c) preservar as características da
bebida durante o período de armazenagem.
5. Referências
CAMARGO, R. [editor]. Tecnologia dos Produtos Agropecuários. São Paulo:
Editora Nobel, 1984. 298p.
CASTRO, F. A. F., AZEREDO, R. M. C., SILVEIRA, I. L. Estudo Experimental
dos Alimentos: Uma Abordagem Prática. Caderno Didático, Viçosa: UFV, n.
28, 1998.
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 7ª edição. São Paulo:
Nobel, 1984.
MIDIO, A. F., MARTINS. D. I. Toxicologia de Alimentos. São Paulo:
Livraria Varela. 2000. 295p.
PARDI, M. C., SANTOS, I. C. SOUZA, E. P., PARDI, H. S. Ciência Higiene e
Tecnologia da Carne. v. 1 Goiânia: Editora da UFG. 1996.
PARDI, M. C., SANTOS, I. C. SOUZA, E. P., PARDI, H. S. Ciência Higiene e
Tecnologia da Carne. v. 2 Goiânia: Editora da UFG. 1996.
SILVA, J. A. Tópicos da Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Livraria
Varela. 2000. 227p.
SILVA, J. S. [ed] Pré-Processamento de Produtos Agrícolas. Instituto
Maria. Juiz de Fora. 1995. 509p.
Para saber mais
sobre:
História da
Conservação de Alimentos,
clique aqui
História
das Conservas,
clique aqui.
Pequena História
das Compotas e Geléias,
clique aqui.
Compotas,
clique aqui.
Geléias,
clique aqui.
Conservas,
clique aqui.
Voltar ao Índice de Cultura
Gastronômica
Voltar ao topo
|