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Campanha permanente contra o uso de agrotóxicos e pela vida

 

Os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Esses produtos podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.

 

Diante desta triste realidade, mais de 30 entidades da sociedade civil brasileira, movimentos sociais, entidades ambientalistas, estudantes, organizações ligadas a área da saúde e grupos de pesquisadores lançaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

 

A Campanha pretende abrir um debate com a população sobre a falta de fiscalização no uso, consumo e venda de agrotóxicos, sobre a contaminação dos solos e das águas, bem como denunciar os impactos dos venenos na saúde dos trabalhadores, das comunidades rurais e dos consumidores nas cidades. Pretende, ainda, propor a regulamentação de medidas reguladoras e fiscalizadoras, além de difundir soluções alternativas para a construção de um outro modelo agrícola, baseado na agricultura camponesa e agroecológica. .

 

Mais Informações:

Secretaria Operativa Nacional
fones: (11) 3392-2660/ (11) 7181-9737
e-mail:
contraosagrotoxicos@gmail.com

skype: contraosagrotoxicos

 

 

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Documentário Denúncia

O VENENO ESTÁ NA MESA

Documentário-denúncia feito pelo cineasta Silvio Tendler, com o apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, que mostra a realidade do uso de agrotóxicos no Brasil e a conseqüente situação dos alimentos a venda no mercado.

Importante ver e saber que isso só vai mudar se você também se posicionar contra essa situação calamitosa que, antes de mais nada, é um desrespeito ao nosso direito de ter um alimento sadio.

Diga não à comida contaminada por agrotóxico. Cobre dos políticos que você elegeu esse comprometimento. Cobre dos seus fornecedores esse comprometimento. Informe-se, promova esse debate, não permita que esse assunto seja ignorado. Privilegie os produtores orgânicos. Pode parecer pouco, mas não é. É esse o caminho para a mudança. Faça a sua parte!!!!

 

Clique aqui

saiba mais sobre o vídeo e veja-o ampliado



 

AGROECOLOGIA

Por uma agricultura saudável e sustentável

 

 

22 de setembro de 2011 - Agroecologia é a ciência que busca oferecer princípios, conceitos e metodologias para fazer a transição dos atuais modelos de agricultura para modelos mais sustentáveis, não apenas no âmbito da ecologia e da economia, mas, também, nas dimensões sociais, culturais e políticas.

 

Este conceito começou a ser mais utilizado e debatido entre as décadas de 1970 e 1980. No entanto, embora a palavra seja recente, as práticas que acabam resultando do emprego da agroecologia são bem antigas, afinal, durante a maior parte da História da agricultura, por milhares de anos, a produção de alimentos foi feita sem insumos sintéticos, respeitando os ciclos da natureza.

 

 

"Revolução Verde"

 

Durante o século 20, especialmente após as Guerras Mundiais, a agricultura começou a ser artificializar de forma cada vez mais rápida e intensa. As máquinas que haviam sido desenvolvidas nos esforços das guerras foram adaptadas para a agricultura; venenos usados como armas químicas foram ajustados para combater pragas e doenças das plantas. As sementes passaram a ser desenvolvidas por empresas e hoje se usam sementes híbridas, transgênicas. A fertilização dos solos também passou a depender de insumos químicos. Com isso, parte do controle do processo passou dos agricultores para algumas empresas. A introdução desse “pacote tecnológico” caracteriza o que foi chamado de “Revolução Verde”, que se intensificou no Brasil a partir da segunda metade do século passado. Assim, além da degradação ambiental, esse modelo gerou, também, um processo de expulsão das populações do meio rural.

 

 

Sustentabilidade

 

Para ser sustentável, a agricultura deve atender a requisitos sociais, considerar aspectos culturais, preservar recursos ambientais, considerar a participação política e o empoderamento dos seus atores, além de permitir a obtenção de resultados econômicos favoráveis ao conjunto da sociedade, com uma perspectiva temporal de longo prazo.

 

São oito os critérios que devem ser atendidos para que uma agricultura seja considerada sustentável:

 

1- baixa dependência de insumos comerciais;

2- uso de recursos renováveis localmente acessíveis;

3- utilização dos impactos benéficos do meio ambiente local;

4- tolerância em relação às condições ambientais locais, em vez da alteração ou tentativa de controle sobre o meio ambiente;

5- manutenção em longo prazo da capacidade produtiva;

6- preservação da diversidade biológica e cultural;

7- utilização do conhecimento e da cultura das populações locais;

8- produção de mercadorias também para o consumo interno, não apenas para a exportação.

 

 

Agricultura orgânica e agroecologia

 

Não é difícil avaliar que os princípios da agroecologia estão na contramão do modelo produtivo adotado atualmente no Brasil, baseado no agronegócio. Mas isso não significa que esse negócio não pode se tornar mais ‘verde’, com práticas menos destrutivas ao meio ambiente e à saúde. Na verdade, ele pode, e isso já está acontecendo: existe um nicho de mercado voltado para a produção de alimentos orgânicos nos moldes do agronegócio – monocultivo em grandes propriedades, tendo o lucro como principal motivação. Esses são os chamados ‘negócios verdes’, ou ‘negócios sustentáveis’, que encontraram uma boa oportunidade de mercado. “Há uma classe média alta que aceita pagar um valor maior por um alimento mais saudável, e essa produção consegue espaço na lógica do agronegócio”, explica Paulo Alentejano, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz). Convencer esse ‘nicho de mercado’ de que há outros elementos importantes além da busca por uma ‘vida saudável’ talvez seja uma estratégia importante para conseguir implementar amplamente os demais princípios da agroecologia. De acordo com o professor, é preciso, para isso, discutir amplamente as relações de produção e de trabalho envolvidas no processo. “Em relação a isso, há algumas experiências interessantes, no Brasil, como a Rede Ecológica, que procura fazer uma aproximação entre os consumidores das cidades e os produtores do campo. Isso leva a uma compreensão maior do processo e à discussão de elementos como a exploração do trabalho, que o agronegócio verde pode apresentar”, diz Paulo.

 

 

Experiências no Brasil

 

Não há dados estatísticos oficiais sobre os processos de produção agroecológicos no País, mas o desenvolvimento do estudo e das práticas pode ser observado tanto nos congressos e seminários que vêm sendo realizados nacionalmente (dois Encontros e seis Congressos de Agroecologia), quanto na quantidade de cursos formais na área – são mais de cem cursos, de nível médio e superior, espalhados pelo Brasil, e 90 núcleos de agroecologia nas Universidades e Institutos Federais. A Agroecologia entre nós, hoje, é uma ciência que vem se consolidando, ganhando cada vez mais espaço no campo científico e, também, nas práticas e na vida dos agricultores.

 

Há iniciativas importantes por parte do poder público que devem ser valorizadas e ampliadas, tais como as políticas de habitação rural, de estradas, escolas e postos de saúde, todas as políticas que valorizam as comunidades rurais. Sem ter uma agricultura familiar forte, com pessoas vivendo no campo com qualidade, não é possível avançar. E há, também, políticas mais diretas de fortalecimento da agroecologia, como as que viabilizam o acesso aos mercados institucionais por parte dos agricultores familiares, tais como o Programa de Aquisição de Alimentos e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, que garantem a compra de parte da produção familiar pelos governos. Esses programas Já atingem a um conjunto bastante expressivo de agricultores, mas precisam ser ampliados.

 

Entretanto, apesar dos avanços, no Brasil (e no mundo todo), a maior parte das políticas ainda é direcionada ao agronegócio. Aqui, as estruturas públicas de crédito, assistência técnica, as estradas, os portos, tudo é montado para favorecer a agricultura de exportação no modelo agroquímico e um dos maiores problemas diz respeito ao financiamento da produção, por meio do crédito rural. Esse crédito, foi, e ainda é, uma das principais ferramentas de inserção da agricultura familiar no modelo convencional, não-agroecológico, já que o crédito em geral financia sementes híbridas, monocultivo, fertilizantes industriais e agrotóxicos.

 

É importante, portanto, que os projetos agroecológicos que conseguem financiamento ou até histórias de agricultores que têm boas experiências com investimentos próprios – ganhem visibilidade para mostrar que são bons exemplos. É preciso mudar essa cultura de que a agroecologia não é viável economicamente e que os agricultores não vão conseguir recursos se não for para usar os insumos chamados "modernos". É importante, também, que você se conscientize de toda essa realidade que, em última instância, se reflete no seu prato e na sua saúde. Leia, informe-se, reivindique, participe. Somos todos responsáveis!!!

 

 

 

VEJA MAIS em:

 

  Agroecologia – alguns conceitos e princípios

  Experiências em agroecologia

 

Fontes: Fiocruz

Ministério da Saúde do Brasil

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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