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COMO INCENTIVAR O CONSUMO DE ÁGUA PELAS CRIANÇAS

 

 

 

 

É desde pequeno que o hábito de tomar água deve ser incultido nas crianças. A nutricionista Elaine de Pádua, da Clínica DNA Nutri, dá preciosas dicas para se conseguir isso.

 

 

Qual a quantidade ideal de água que deve ser consumida pelos pequenos?

 

De acordo com a Dietary Reference Intakes (DRI, 2002):

 

  • Crianças de 1 a 3 anos devem ingerir em média 1300mL

  • Crianças de 4 a 8 anos devem ingerir em média 1700mL

  • De 9 a 10 anos – 2100mL

 

Esta recomendação se refere ao consumo total de líquidos, não somente de água e considera a reposição total dos líquidos perdidos durante o dia. A alimentação contendo quantidade adequada de alimentos frescos (frutas, hortaliças, leite, carnes frescas) fornece boa parte dessa necessidade diária de líquidos, devendo ser a outra metade reposta pela água pura ou sucos com alto percentual de água.

 

O que fazer quando a criança não gosta de consumir água?

 

  • Aromatizar a água (folhinhas de hortelã, rodelas de limão, casca de frutas (abacaxi, maçã, laranja));

  • Deixar uma garrafinha de água sempre próxima da criança;

  • Incentivar o consumo de sucos de frutas com maior porcentagem de água;

  • Oferecer várias vezes água em volumes menores, adequado ao volume gástrico da criança;

  • Oferecer água de coco, que também ajuda a manter a boa hidratação dos tecidos;

  • Dar nomes fantasia para as águas aromatizadas ou sucos de frutas: shake da diversão, suco da energia, bebida da princesa, etc.

  • Deixar a criança preparar seus shakes de frutas e água.

 

Quais truques os pais podem usar para convencer os pequenos a beber água?

 

  • Primeiramente, os próprios pais e futuros pais precisam avaliar o seu próprio consumo de água e se água foi ofertada de maneira adequada durante o crescimento da criança;

  • Seja um exemplo: crianças tendem a imitar os pais, por isso, procure beber água na frente dela e pergunte se ela já tomou seus copos do dia;

  • Explicar o porquê beber água: explicar que a água é um alimento e que se faltar água, faltará disposição para brincar e se divertir, além disso, a cognição e memória podem ser prejudicadas. Será que a criança não quer acertar todas as respostas no jogo de memória, ou na aula de tabuada? Pode ser uma forma de incentivar;

  • Explique que isso evita com que o intestino fique “preso”, o que causa dor e desconforto;

  • Procure reduzir a disponibilidade de sucos, especialmente industrializados, equilibrando a oferta entre os sucos de frutas naturais com o consumo de água.

  • Ofereça água fresca que tende a ser mais bem consumida: faça a mistura de água em temperatura ambiente e um pouco de água gelada;

  • Os pais podem combinar com a criança um volume pequeno de água e aumentar gradativamente com o tempo;

  • Pode-se acrescentar essa tarefa na lista de deveres da criança, por exemplo, entre escovar os dentes, colocar os sapatos no lugar, fazer a lição de casa, pode-se incluir a tarefa beber 2 copos de água”;

 

Atenção: essa tarefa deve ser combinada e não imposta, para não causar rejeição e associação com algo negativo pela criança. Os pais podem brincar, “sua tarefa é tomar 2 copos e a minha 4 copos”. A criança também pode cobrar os pais nessa tarefa e, ao mesmo tempo, estará prestando atenção no seu próprio consumo.

 

  • Separe um canudo legal e um copo ou garrafinha diferente para ser usado apenas para o consumo de água;

  • Pergunte como está a cor da urina e explique que ela tem que ser sempre amarela clara. Se a criança fizer xixi e estiver amarelo escuro, ela pode se lembrar que não bebeu água suficiente naquele dia e, aos poucos, ir aumentando o consumo de líquidos.

  • Se estiver lidando com uma menina, podemos incentivá-la explicando como a saúde dos cabelos e da pele depende da água. Se com meninos, pode-se lembrar que seus ídolos atletas (jogadores de futebol, vôlei, basquete, tenistas) estão sempre repondo os líquidos perdidos, pois sabem a importância da água.

 

Os sucos podem ser aliados ou eles não substituem a ingestão de água?

 

Os sucos podem ser aliados para ajudar na hidratação dos pequenos, principalmente se forem sucos naturais diluídos com alto conteúdo de água, pois essa grande quantidade de água será utilizada pelo organismo quase da mesma forma. Porém, ingerir toda a quantidade de água, apenas com sucos, extrapola a necessidade diária de carboidratos vindos das frutas e, geralmente, do açúcar adicionado, desequilibrando o consumo de nutrientes da criança. Isso é essencialmente importante no caso de crianças que precisam controlar o peso, o que não é raro nos dias de hoje. Além disso, por fornecerem alta quantidade de carboidrato (dependendo do suco, principalmente os adoçados), podem inibir a fome por outros alimentos importantes. A Academia Americana de Pediatria recomenda que a ingestão de suco deva se limitar a 120 a 180 mL por dia para crianças de 1 a 6 anos e a 240 a 260 mL por dia para crianças de 7 a 18 anos.

 

A água não possui macronutrientes para serem quebrados, metabolizados e absorvidos (não estimula o pâncreas a produzir insulina) e filtrados, assim beber água dá um “descanso” aos processos digestivos e ao aparelho renal e não fornece calorias. Dessa forma, a água hidrata, não afeta o ganho de peso e não interfere na fome dos pequenos, além de não aumentar o risco de surgimento de cáries dentárias (ao contrário dos sucos, principalmente adoçados).

 

De forma geral, nenhum deles substitui o outro. O equilíbrio na combinação entre água pura e suco de frutas, frutas e outros alimentos ricos em água (hortaliças, leite, carnes frescas) é a melhor opção para garantir hidratação e reposição de micronutrientes e antioxidantes.

 

Os sucos estimulam o consumo de líquidos e são interessantes nos dias muito quentes e durante a prática de exercícios físicos, quando o risco de desidratação e hipertermia são aumentados, especialmente nas crianças.

 

 

**A adição de adoçantes não é indicada para crianças e adolescentes, com exceção de casos específicos, como diabetes.

 
 
Elaine Cristina Rocha de Pádua • Nutricionista • CRN: 22094
Nutricionista mestre em ciências da saúde pela UNESP, pós-graduada em Nutrição nas Doenças Crônico-Degenerativas pelo Instituto de Pesquisa e Ensino do Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-Graduada em Nutrição Funcional pela Universidade Cruzeiro do Sul. Especialista em Adolescência para equipe multidisciplinar pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Atualmente Pós-graduanda em Medicina Obstetrícia a nível de mestrado pela UNIFESP, coordenadora do ambulatório de nutrição da gestante adolescente e supervisora de estágios da especialização em "Adolescência para Equipe Multidisciplinar" do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente - CAAA. Integrante da equipe de pré-natal da Casa da Saúde da Mulher - Departamento de Obstetrícia - UNIFESP. É autora dos jogos educativos "Mito ou verdade", "Desafio hortifruti" e "De olho nos alimentos", da Nutriland, e do capítulo Abordagem Nutricional da Adolescência, do livro Adolescência e Saúde Volume III, da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Recentemente lançou o livro "O que tem no prato do seu filho? – Um guia prático de nutrição para os pais", Editora Alles Trade, que tem o objetivo de ajudar, de maneira criativa, os pais na difícil tarefa de fazer com que as crianças tenham uma alimentação de qualidade.

 

www.dnanutri.com.br

 
VEJA TAMBÉM:
Desidratação - saiba o que é e como evitar
A importância do consumo de água no inverno
 
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Equilíbrio hídrico do organismo

Vários mecanismos atuam em conjunto para manter o equilíbrio hídrico do organismo. Um dos mais importantes é o mecanismo da sede. Os centros nervosos localizados profundamente no cérebro são estimulados quando o corpo necessita de mais água, acarretando a sensação de sede. A sensação torna-se mais forte à medida que a necessidade de água pelo corpo aumenta, levando o indivíduo a beber e a repor a água necessária.

Um outro mecanismo de controle da quantidade de água no organismo envolve a hipófise, localizada na base do cérebro. Quando o corpo possui pouca água, a hipófise secreta uma substância na corrente sanguínea denominada hormônio antidiurético. O hormônio antidiurético estimula os rins a reter o máximo possível de água.

Quando o corpo possui uma quantidade insuficiente de água, os rins a conservam, enquanto ela desloca-se automaticamente do grande reservatório intracelular para a corrente sangüínea para manter o volume sangüíneo e a pressão arterial até que a água possa ser reposta através do aumento da ingestão. Quando o corpo possui um excesso de água, a sede é inibida e a hipófise produz pouquíssimo hormônio antidiurético, permitindo que os rins excretem o excesso de água na urina.

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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