Viajar e comer - prazeres indissolúveis            

 

 

     
 

 

 

FRANÇA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

País do oeste da Europa, banhado pelo oceano Atlântico e o Mediterrâneo, a França é um dos países mais antigos do Ocidente, e sua História confunde-se com a da Europa e do próprio mundo. Na França nasceram o absolutismo monárquico, personificado na figura de Luís XIV, e a revolução burguesa, que marcou o nascimento de uma nova era.

 

Limita-se ao norte com o canal da Mancha e o mar do Norte; a nordeste com a Bélgica, a Alemanha e Luxemburgo; a leste com a Suíça e a Itália; ao sul com Mônaco e o mar Mediterrâneo; a sudoeste com Andorra e a Espanha; e a oeste com o oceano Atlântico. O território francês, que tem forma hexagonal, mede cerca de mil quilômetros tanto entre os pontos extremos ao norte e ao sul (da cidade de Dunquerque aos Pireneus, na fronteira com a Espanha), quanto a oeste e leste (da península da Bretanha ao rio Reno).

 

Geologia e relevo

 

A grande planície européia, que começa na Sibéria ocidental, afunila-se para oeste e termina no sopé dos Pireneus. Assim, as planícies francesas formam uma unidade morfológica: a bacia sedimentar de Paris está ligada pelo rio Poitou à bacia da Aquitânia, a qual, por sua vez, se liga ao vale do Ródano-Saône pelo corredor de Carcassone. Além das bacias sedimentares, os maciços hercinianos e as montanhas alpinas formam os outros conjuntos fisiográficos da França, completando em síntese os traços fundamentais do relevo do continente europeu.

 

Os maciços hercinianos formaram-se há cerca de 345-225 milhões de anos. Posteriormente, esses relevos foram aplanados pela erosão e ressurgiram pelo dobramento alpino, há aproximadamente 3,5 a 2,5 milhões de anos. Distinguem-se dois ramos: o oriental e o ocidental. O primeiro inclui as Ardennes, no norte, que contêm as estreitas gargantas dos rios Mosa (Meuse) e Sambre; os Vosges, que separam a bacia de Paris da região da Renânia, a leste, cujo ponto culminante é o monte Guebwiller (1.424m); e a parte oriental do maciço Central. O ramo ocidental inclui, além da parte oeste do maciço Central, o maciço Armoricano, no extremo oeste da França, onde se encontra o monte Avaloirs (417m), ponto mais alto das planícies ocidentais.

 

O imenso maciço Central, onde nasce grande parte dos rios da França, apresenta fenômenos vulcânicos nas linhas de fratura resultantes da orogenia alpina. Por sua extensão, representou um obstáculo para as comunicações com o interior do país e permaneceu isolado durante muito tempo.
As bacias de rochas sedimentares não apresentam grande extensão se comparadas com as do nordeste da Europa e, em conseqüência da orogenia alpina, sofreram diversas compressões que resultaram em elevações e dobramentos em alguns pontos. Entre essas planícies, destaca-se a bacia de Paris, que compreende uma série de planaltos - Brie, Île de France, Vallois - que descem em direção ao interior e à região de Paris-Orléans.

 

As planícies do Loire se estendem ao longo do rio de mesmo nome que, com seus afluentes, corta os planaltos e colinas da região. A bacia da Aquitânia, menor que a de Paris, é cortada pelo rio Garona e situa-se entre os Pireneus e o maciço Central. O litoral, com mais de três mil quilômetros de extensão, possui um relevo que varia desde a costa retilínea e arenosa do oeste à suave planície que desce em direção ao mar do Norte, depois de passar pelo litoral da Bretanha, onde desembocam vários rios.

 

As montanhas da idade alpina são os Pireneus, os Alpes e o Jura. Os Pireneus constituem uma barreira natural entre a França e a Espanha, com extensão superior a 450km, interrompida por estreitos passos localizados a grandes altitudes. O lado espanhol é mais elevado que o francês, onde se destaca o pico de Vignemale (3.298m). Os Alpes franceses fazem parte de uma vasta cordilheira que se estende por outros países europeus e estabelece um limite natural entre a França, a Itália e a Suíça. Nessa fronteira, em território francês, se localiza o monte Branco (4.807m), ponto culminante dos Alpes. O Jura localiza-se a noroeste dos Alpes. É uma cadeia de montanhas de 300km de extensão, entre o Ródano e o Reno, cujo pico mais alto é a Crista de Neve (1.723m).

 

Clima

 

A localização da França, na parte ocidental do continente europeu, entre o mar Mediterrâneo e o oceano Atlântico, conjugada a sua grande extensão, permite que o país desfrute de grande variedade de climas. A latitude, a direção das cadeias de montanhas e a topografia também contribuem para definir quatro tipos diferentes de climas: oceânico, continental, mediterrâneo e de montanha.

 

O clima oceânico é característico das faixas costeiras do noroeste, especialmente da Bretanha. A temperatura média é de 11o C, as precipitações são bem distribuídas e freqüentemente acompanhadas de brumas e névoas. A região recebe influência da massa polar úmida e dos ventos que sopram do oeste. Mudanças bruscas de tempo são freqüentes.

 

O clima continental estende-se principalmente pelas planícies do leste e decorre da influência da massa polar seca, com invernos mais rigorosos e longos, embora ensolarados. As precipitações são menos abundantes e mal distribuídas, com tempestades violentas durante o verão e maior quantidade de chuvas nos maciços. A bacia de Paris apresenta clima intermediário entre o oceânico e o continental.

 

No Sul da França impera o clima mediterrâneo, assim como na planície do Ródano e nas áreas meridionais de algumas cadeias de montanhas, caracterizadas por invernos brandos e verões quentes, com temperaturas que chegam a 35o C. Durante o outono e a primavera registram-se fortes tempestades. No verão, instala-se o ar seco vindo do Saara e os dias se tornam quentes e luminosos. No baixo Ródano, sopra às vezes o "mistral", vento que vem do norte e torna os dias particularmente frios.

 

O clima de montanha, característico dos Alpes, Pireneus, Vosges e maciço Central, é marcado por invernos muito longos e muito frios, nevadas fortes e geadas freqüentes. Chove tanto no inverno quanto no verão, sempre curto e fresco.

 

Hidrografia

 

Embora não se incluam entre os maiores do mundo, os rios franceses desempenham importante papel na economia do país. Destacam-se pelo potencial energético e pela navegabilidade, pois, sujeitos a clima temperado e úmido, não congelam e correm sempre com apreciável volume de água. Os principais sistemas hidrográficos da França deságuam no Atlântico e no canal da Mancha, onde formam estuários. Estão unidos por uma rede de canais.

 

O Reno, que nasce na Suíça, percorre 180km da fronteira oriental, estabelece durante parte de seu curso o limite entre a França e a Alemanha. Seus principais afluentes franceses são o Mosa e o Ill. A navegação no Reno, de grande importância, é feita por meio de canais paralelos. O Sena (Seine) nasce na Côte d'Or, passa por Paris e Rouen e segue para noroeste até desembocar no canal da Mancha, no grande estuário em frente ao Havre, após percorrer 776km. É navegável, assim como seus afluentes Aisne e Marne, e se liga à bacia do Reno por uma série de canais.

 

O maior rio francês em extensão é o Loire, com 1.010km, que não é navegável devido à irregularidade de seu curso. Nasce no maciço Central e desemboca no oceano Atlântico. Entre os principais rios da França, o mais curto (575km) é o Garona, que nasce nos Pireneus espanhóis, drena a região sudeste da França e desemboca no oceano Atlântico, formando com o rio Dordogne um amplo estuário denominado Gironda. O Ródano é o rio mais caudaloso do país. Ligado à bacia do Reno por um canal, atravessa de norte a sul a região de Lyon para desembocar no mar Mediterrâneo.

 

Os lagos franceses são muitos: lagos de geleiras, localizados nos Alpes (Genebra, Annecy e Bourget) e Pireneus; de origem vulcânica, situados principalmente no maciço Central; e os de barragem, separados do mar, de forma parcial ou total, por cordões arenosos.

 

Flora

 

Apesar da devastação a que foi submetida durante séculos, a França tem a quarta parte de seu território recoberto por florestas reconstituídas. A flora mediterrânea ocupa o sudoeste do país, onde predominam florestas de azinheiras, cuja degeneração deu lugar ao maqui - formação arbustiva fechada própria de solos silicosos - e às garrigues, formação estépica, em solo calcário. Nos Alpes marítimos e nos Pireneus orientais ocorrem carvalhos, castanheiros, pinheiros e lariços. Nas altitudes maiores predomina a vegetação alpina.

 

A flora não mediterrânea apresenta, da Bretanha até o nordeste e na região central da França, o carvalho séssil e a faia européia. Nas regiões oeste e sudoeste ocorrem várias espécies de carvalho, o castanheiro e a bétula. Nas regiões montanhosas prevalecem os abetos, faias, pinheiros e lariços. Acima do limite da floresta, geralmente composta de coníferas, aparece a vegetação alpina.


Fauna

 

O território francês foi, em tempos remotos, uma encruzilhada onde animais de diversas origens se encontraram e se miscigenaram, o que resultou numa fauna relativamente rica. A fauna selvagem habita sobretudo as montanhas e florestas. Destacam-se a raposa, o javali e o urso, extinto nos Alpes mas ainda encontrado nos Pireneus, onde também há águias.

 

Economia

 

A França apresenta uma economia muito desenvolvida e é um dos países mais industrializados do mundo. Até meados do século 19, a economia era essencialmente agrícola, com importantes atividades artesanais. O desenvolvimento dos transportes, na segunda metade do século 19, acelerou a concentração, em certas áreas, de atividades industriais. Métodos modernos de fabricação em série foram implantados após a primeira guerra mundial.

 

Depois da segunda guerra mundial, mais exatamente a partir de 1950, o governo francês estabeleceu algumas medidas protecionistas de seus produtos frente aos estrangeiros, que foram paulatinamente abandonadas à medida que a indústria francesa se modernizou, tornando-se mais competitiva. Na década de 1970 a produção industrial cresceu 33% mas, a partir de 1980, estabilizou-se.


Agricultura

 

A França possui solos excelentes para o cultivo de cereais, o que a torna um dos poucos países europeus com excedentes agrícolas para exportar. A principal região produtora é a bacia de Paris. A tradição agrícola remonta a épocas muito antigas, mas a mecanização do campo alterou a agricultura de subsistência e gerou o êxodo rural, a especialização dos cultivos e a expansão das lavouras. A maior parte das terras cultiváveis é utilizada para a produção de cereais e uva, principais produtos agrícolas do país.

 

A França está entre os grandes produtores mundiais de trigo e, na Europa, tem uma das maiores produções de arroz - plantado principalmente no sul (Camargue). O milho híbrido, destinado à forragem, é cultivado principalmente na região sudoeste. A produção de cevada (Alsácia e Borgonha) cresceu em função da indústria da cerveja.


É grande a produção de vinhos na França. Destinam-se ao mercado interno, mas há excedente para exportar para todo o mundo. São produzidos basicamente três tipos de vinho:

 

(1) os grandes vinhos, chamados vins d'appellation ou vins de cru, que têm a qualidade controlada pelo governo desde o início do século 20;

 

(2) os "vinhos transformados" (bebidas semelhantes ao vinho): o champagne, o cognac, o armagnac, batizados de acordo com sua região de origem;

 

(3) os vinhos comuns, ou vins de consommation, vendidos em copos no varejo. Somente os dois primeiros são exportados. Os melhores vinhos franceses provêm dos pequenos vinhedos localizados em áreas específicas: o vale do rio Loire, a Borgonha, as Côtes du Rhône, a Alsácia e o Jura.

 

A beterraba, plantada no Norte para fabricação de açúcar, a batata, frutas, hortaliças e flores também são produtos importantes. Assinala-se ainda o cultivo de plantas aromáticas para a indústria de perfumes.

 

Pecuária, recursos florestais e pesca

 

No fim do século 20, o rebanho de bovinos teve crescimento acentuado na França. Com o país situado entre os maiores exportadores de derivados de leite do mundo, a pecuária representava uma importante fonte de divisas. Destacam-se também os rebanhos ovino, para produção de lã e carne, e suíno. Em menor medida, são criadas cabras para produção de queijo.

 

As florestas primárias da França constituíam-se de carvalhos e faias que foram substituídos por pinheiros e outras espécies de crescimento rápido. Nas regiões montanhosas há grandes florestas de coníferas e, na região das Landas, o pinheiro é muito abundante. O governo central, assim como os governos estaduais, administra um considerável percentual das áreas de florestas do país, mas a maior parte está em mãos de particulares. Junto aos países escandinavos, tradicionalmente madeireiros, a França se destaca como produtora de madeira na Europa.

 

Devido às grandes extensões litorâneas voltadas para o oceano Atlântico e o mar Mediterrâneo, a pesca é uma importante atividade econômica. Na região norte localizam-se os maiores centros de pesca industrial do país, sobretudo na Bretanha, onde há grandes portos: La Rochelle, Lorient, Concarneau, Douarnenez, Dieppe, Boulogne e Frécamp. No mar Mediterrâneo a pesca é mais artesanal e predominam a sardinha e o atum. Na pesca de alto-mar, são importantes para a economia do país o arenque, atum, linguado e cavala. Na região litorânea do golfo de Biscaia destaca-se a criação de ostras.

 

Energia e mineração

 

A nacionalização das minas francesas logo depois da segunda guerra mundial permitiu a modernização das técnicas de mineração, o que aumentou a produtividade do setor. Entretanto, a atividade e o número de trabalhadores têm diminuído, desde 1960, com a progressiva substituição do carvão por outras fontes de energia, como o petróleo.

 

Produz-se carvão principalmente no Norte do país e na Lorena, na bacia do Sarre. O carvão de melhor qualidade encontra-se na bacia de Saint-Étienne e é utilizado em usinas termelétricas e siderúrgicas dessa região ou de Lyon. A França, no entanto, importa carvão, pois a produção interna não atende às necessidades da siderurgia nacional. Há jazidas de petróleo em Parentis, mas a produção insuficiente torna necessária a importação. Essa dependência fez com que os efeitos da crise do petróleo de 1973 fossem bastante graves para a economia francesa.

 

Entre os países europeus, a França é um importante produtor de minério de ferro. No passado, teve grande importância também a produção de bauxita, que deve seu nome à localidade de Les Baux, perto de Arles. O país possui ainda outros recursos minerais -- zinco, sais de potássio, chumbo e ouro. Havia também grandes reservas de gás natural, mas a exploração exaustiva praticamente esgotou esse recurso, que passou a ser importado dos Países Baixos, da Argélia, da Noruega e da antiga União Soviética. O país produz ainda sal-gema, potássio e sal marinho.

 

As usinas hidrelétricas aproveitam as quedas d'água das regiões montanhosas dos Alpes, Pireneus e do maciço Central, bem como de alguns rios, como o Sena, o Ródano e o Durance. A produção de energia se completa com várias centrais nucleares. A primeira usina atômica da França foi inaugurada em 1956, em Marcoule, no departamento de Gard. Destacam-se ainda a de Chinon e a de Saint-Laurent-des-Eaux. Extrai-se urânio para usos pacíficos e militares na bacia do Loire, na Alsácia e na Côte d'Azur.

 

Indústria

 

No fim do século 20, a França era a quarta nação industrial do mundo, depois dos Estados Unidos, Japão e Alemanha. O processo de industrialização tomou impulso no período que se seguiu à segunda guerra mundial, com apoio financeiro decisivo do governo, que também incentivou a fusão de pequenos grupos empresariais, o que resultou em maior concentração industrial. As principais regiões industriais da França são as de Paris, do norte, da Alsácia-Lorena e de Lyon. A indústria siderúrgica se concentra nas proximidades das jazidas de ferro, especialmente no norte e no nordeste. A mecânica pesada francesa encontra-se nas proximidades dos parques siderúrgicos ou dos principais mercados. A indústria de alumínio, obtido a partir do tratamento da bauxita, centraliza-se nas cidades próximas dos Alpes e dos Pireneus.

 

Destacam-se no parque industrial francês as montadoras de automóveis e aviões, as indústrias mecânicas, elétricas, químicas -- com grande concentração financeira -- e alimentícias, geralmente situadas perto dos centros urbanos. A França também desenvolveu significativamente a tecnologia de ponta -- informática, eletrônica e aeronáutica. Destaca-se o crescimento da indústria de armamentos, em que o país ocupa um lugar importante em nível internacional.

 

A fabricação de relógios é tradicional na fronteira com a Suíça (Jura) e a confecção de roupas, principalmente femininas, é importante fonte de divisas para o país. A indústria francesa de tecidos (linho, seda, lã e algodão) abastece o mercado interno e produz excedentes para a exportação.
Finanças, comércio e turismo. A unidade monetária francesa é o franco e a emissão de papel-moeda só pode ser feita pelo Banque de France, que concentra a atividade financeira. O estado exerce grande influência no sistema monetário, já que os principais bancos foram estatizados após a segunda guerra mundial. Existem no país ainda bancos comerciais, de crédito agrícola e de poupança.

 

As sucessivas guerras em que a França se envolveu foram extremamente prejudiciais para suas finanças e o custo de vida. O déficit no comércio exterior e a evasão de reservas em ouro chegaram a tal ponto que, por volta de 1960, exigiram a adoção de uma nova política financeira, com aumento de impostos, cortes em subsídios e despesas militares e empréstimos do Fundo Monetário Internacional. Em 1º de janeiro de 1960 entrou em circulação o novo franco, equivalente a cem vezes o anterior. Apesar das medidas de contenção, o custo de vida é alto.

 

A reorganização da economia francesa após a segunda guerra mundial levou o país a um lugar privilegiado no comércio internacional. Sua integração à Comunidade Econômica Européia (CEE), em 1958, modificou substancialmente o comércio exterior e orientou suas importações e exportações para os países da CEE e da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Assim, seus principais parceiros comerciais são, no âmbito da CEE, Alemanha, Bélgica, Itália, Luxemburgo e Suíça, além de Estados Unidos, Iraque e Arábia Saudita.

 

As exportações francesas consistem de produtos siderúrgicos, maquinaria, veículos, tecidos, perfumes, vinhos, materiais elétricos e minério de ferro. O país importa produtos agrícolas tropicais (café e cacau), matérias-primas (algodão, lã, borracha, celulose, cobre, níquel) e petróleo.
O turismo é uma atividade econômica de peso para a economia da França. Distinguem-se dois tipos de turismo: o de verão, concentrado na costa do mar Mediterrâneo (Côte d'Azur), na Bretanha e na Normandia; e o de inverno, nas regiões montanhosas.

 

Transportes e comunicações

 

A França possui um sistema de transportes muito desenvolvido, com traçado radial que parte de Paris. A rede rodoviária é, junto com a belga, a mais densa da Europa. A rede ferroviária, cujo traçado é também radial, está nacionalizada e é administrada pela Société Nationale des Chemins de Fer (SNCF). A rede de canais navegáveis, iniciada no século XVII, tem em Paris seu porto principal e transporta carvão, petróleo e derivados, minérios e material de construção. O tráfego marítimo também é intenso e destacam-se os portos de Marselha e Havre.

 

O transporte aéreo adquire cada vez maior importância, tanto nacional quanto internacionalmente. A Air France é a principal companhia aérea do país. Destacam-se os aeroportos Charles de Gaulle, Orly e Le Bourget, em Paris. O governo controla os serviços de rádio, televisão, telefonia e telegrafia.

 

 

 

 

SAIBA MAIS:

 

Sobre a Alta Gastronomia Francesa e a História dos Restaurantes, clique aqui.

 

Café Le Procope - o primeiro de Paris, clique aqui.

 

Histórico dos Maîtres Cuisinier de France, clique aqui.

 

Conheça os bons endereços da Cozinha Francesa em São Paulo, clique aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MAPA DA FRANÇA

 

 

 

 

 

 

 

 

Place de la Bourse - Bordeaux

 

 

    Voltar ao topo  

 

no Correio Gourm@nd

 
 

 

APOIO:

 

 

 

 

Ovadia Saadia Comunicações

 

 

 

 

 

 

 

 

|

|

 

Copyright ©  -  VB Bureau de Projetos e Textos

Atualizado em: 02 janeiro, 2018.