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    NORUEGA

 

 

Porto de Oslo

edifício da Câmara Municipal ao fundo

Troca da guarda no palácio real

Bergen

Bergen é a capital dos fiordes e a 2ª maior cidade da Noruega, com cerca de 250 mil habitantes. É uma cidade bonita, cuja marca principal é o conjunto de casas de madeira, Bryggen, que constitui a zona portuária original e é Patrimônio Mundial da UNESCO (foto no topo da  página). Aliás, o Bryggens Museum vale uma visita, para perceber a história desta zona, construída e reconstruída após inúmeros incêndios, famosa pelo comércio nos tempos da Liga Hanseática. É exatamente no cais do porto que fica o famoso Mercado do Peixe de Bergen, com opções para todos os gostos, principalmente arenque e salmão, e refeições baratas (coisa rara na Noruega) em mesas com bancos corridos.

 

Lysefjord

Lake Jostle

Sognefjord

Sognefjord

Geiranger Fjord

Igreja do século 12

Petróleo, uma das riquezas do país

Casa típica norueguesa

kransekake - bolo típico do Dia da Independência

 

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O PAÍS E SUA GENTE

 

 

Situado no Norte da Europa, a Noruega ocupa a porção ocidental da península da Escandinávia, e parte de seu território localiza-se dentro do círculo polar ártico.

 

Quinto país europeu em superfície, com 323.878km², sem incluir as dependências do oceano Glacial Ártico (Svalbard e ilha Jan Mayen), a ilha Bouvet a sudoeste do cabo da Boa Esperança e os territórios que reivindica na Antártica (ilha Pedro I e Terra da Rainha Maud) - no total são 385 199 km², uma parte da qual se distribui por mais de 150 mil ilhas. Limita-se ao Sul com o estreito de Skagerrak, que separa o país da Dinamarca, a Oeste com os mares do Norte e da Noruega, ao Norte com o oceano Glacial Ártico, a Nordeste com a Rússia e a Finlândia, e a Leste com a Suécia. A costa, muito recortada por fiordes e ilhas, estende-se por 21.925 km de comprimento e, em proporção com a sua área, é maior do que a de todos os outros grandes países do mundo. A extensão aproximada do país, de Norte a Sul, é de 1700 quilômetros.

 

Na área continental, predomina a paisagem de montanhas, platôs e fiordes. O terreno glacial é formado em maior parte por platôs altos e montanhas ásperas, através dos quais aparecem vales férteis; possui pequenas e irregulares planícies, a linha costeira bastante recortada por fiordes e tundra ao norte.

 

Divide-se em cinco grandes regiões: Vestlandet (país ocidental), Ostlandet (país oriental), Trøndelag (região de Trondeim), Nord Norge (Noruega do Norte) e Sørlandet (país do Sul). Oslo é a capital, o principal porto e o maior centro industrial. Outras cidades importantes são Bergen, Trondheim e Stavanger.

 

O clima da Noruega é rigoroso, com verões amenos e invernos muito frios, com ventos fortes e muita neve; porém, diferentemente dos outros países escandinavos, uma grande faixa litorânea do país à beira do Mar do Norte e do Mar da Noruega é aquecida pela corrente do golfo, fazendo com que apresente-se mesmo no mês mais frio, janeiro, regiões com temperaturas médias superiores a 0°C, sendo mais comum precipitações em forma do chuva do que neve, como é o caso de Bergen, que em janeiro registra médias em torno de 2°C.

 

Como nação de navegadores, a Noruega depende, ainda, grandemente da pesca e da exportação de peixes (principalmente o bacalhau). Juntando-se a exportação de madeira e o vivo comércio costeiro, está composta a espinha dorsal da economia da Noruega.

 

A Noruega tem hoje, pouco mais de 4,6 milhões de habitantes e é um país de densidade populacional relativamente baixa. Após a segunda guerra mundial, houve grande migração do campo para as áreas urbanas e, no fim do século 20, a maior parte da população se concentrava nas cidades, especialmente em Oslo, a capital, que conta, hoje com uma população total de cerca de 600 mil habitantes. Um dado curioso é que 30% da população de Oslo é imigrante, a maioria de origem indiana, paquistanesa e africana.

Na maior parte da sua população pertence à raça nórdica, de estatura elevada, olhos azuis e cabelos louros. A influência dos povos mediterrâneos e alpinos é visível no Sul da Noruega. No extremo Norte do país, no planalto de Finnmark, vivem os lapões, que tradicionalmente viajam com seus rebanhos de renas até a costa em busca dos pastos de verão. Os lapões, de origem asiática, são de baixa estatura e pele escura e foram os primeiros povoadores da Noruega.


A língua norueguesa pertence ao ramo nórdico das línguas germânicas. Até 1850 só se escrevia num dialeto, o riksmål ou "norueguês oficial", que apresentava fortes influências do dinamarquês, adquiridas durante o período em que os dois países estiveram unidos. A partir de vários dialetos rurais criou-se o landsmål e, com o tempo, os elementos rurais e urbanos deram lugar ao bokmål ou língua dos livros, e ao nynorsk ou "novo norueguês". Mais de oitenta por cento das crianças em idade escolar usam preferencialmente o bokmål.

 

Entre os noruegueses famosos incluem-se o dramaturgo Henrik Ibsen, os exploradores Roald Amundsen e Fridtjof Nansen, o pintor expressionista Edvard Munch, o compositor do romantismo Edvard Grieg, a banda de música pop internacional A-ha e os romancistas Bjørnstjerne Bjørnson, Knut Hamsun e Sigrid Undset, vencedores do Prémio Nobel de Literatura em 1903,1920 e 1928, respectivamente.


Os noruegueses celebram o seu dia nacional a 17 de Maio, marcando o dia da Constituição da Noruega. Nesse dia, muitas pessoas vestem o bunad (trajes tradicionais) e a maioria assiste ou participa nas paradas do 17 de Maio que se realizam por todo o país.
 

A Noruega é uma monarquia constitucional, com uma democracia parlamentar. O primeiro-ministro, ou Statsminster (literalmente "ministro do país"), é o chefe do governo, e nomeia um gabinete executivo de entre os membros do parlamento norueguês, que se chama Storting (literalmente "assembléia grande").

O Storting é composto por 169 membros, eleitos por um sistema de representação proporcional. Embora seja oficialmente uma legislatura unicameral, os membros do Storting elegem 40 dos seus membros para formar uma câmara alta, o Lagting, que considera e modifica os projectos de lei. Os outros membros formam uma câmara baixa, o Odelsting.

A tradição do governo monárquico norueguês, sob diversas formas, prolonga-se até há mais de mil anos. A Noruega fez parte de uma união com a Dinamarca entre 1381 e 1814 e posteriormente com a Suécia entre 1814 e 1905, altura em que mais uma vez se tornou independente sob o reinado de Haakon VII da Noruega.
 

UM POUCO DE HISTÓRIA

 

Os Vikings

 

Não se sabe quando, exatamente, eles se fixaram no extremo Norte da Europa, nas penínsulas Escandinava e da Jutlândia. Entraram para a História com o nome de Vikings (mesmo sendo chamados de nórdicos ou normandos na época) mas não eram um único povo - distinguiam-se em três grupos bem definidos: os noruegueses, os dinamarqueses e os suecos.

Durante três séculos, entre 800 e 1100 d.C aproximadamente, eles protagonizaram a chamada "Era Viking", atacando a Europa em sucessivas invasões que lhes renderam a imagem de bárbaros sanguinários, saqueadores impiedosos e pagãos, o que de fato, também, foram, mas não foram só isso. Conquistaram, fundaram e colonizaram povoados, revitalizando, em plena Idade Média, o comércio marítimo Europeu, ainda que temporariamente, com rotas através dos mares Báltico e do Norte, além de rios Europeus como o Ródano, o Reno, o Sena e o Tâmisa.

Em comum, esses três povos tinham a língua, o modo de vida e a religião nórdica, com preceitos tão avançados que só foram de novo pensados (ou copiados) no século 16, por Lutero e Calvino. Usavam as Runas como forma de adivinhação. Possuíam um apurado senso estético e viviam num peculiar regime democrático regido por assembléias populares, enquanto todo o resto do continente estava atolado no feudalismo. Eram comerciantes, agricultores e exímios artesãos, sabendo trabalhar a madeira, o marfim e o ferro muito bem.

Mas o que mais os distinguia era a mestria como construtores de navios, valendo-se de técnicas tão avançadas que só foram superadas pelos portugueses no século 15, ou seja, mais de quatrocentos anos depois. Construíam frotas de velozes e espaçosas embarcações, projetadas para o transporte de seus exércitos, e as usavam com velocidade e mobilidade. Foi esse prodígio náutico, insuperável na maior parte da Europa, que lhes deu decisivas vantagens em seus ataques em tão grande número de costas, e os transformou nos “Reis dos Sete Mares” que exploraram cada canto do Atlântico Norte e expandiram-se para bem longe -costearam toda a Europa rodeando as costas européias desceram os rios Dnieper e Volga e chegaram aos mares Mediterrâneo, Negro e Cáspio. Estiveram em Bagdá; criaram um reino na Ucrânia, e, navegando para Oeste, descobriram a Groenlândia, chegando ao continente norte-americano, onde estabeleceram um assentamento, cerca de 500 anos antes de Cristóvão Colombo.

Os barcos eram tão importantes na cultura nórdica que serviam de urna funerária para os grandes chefes. Graças a esse costume, que ajudou a preservar várias embarcações enterradas no solo fofo da Escandinávia, hoje se conhece bastante bem as técnicas de construção deles.

Trajetórias Vikings

Os suecos iniciaram sua expansão em direção ao Leste e navegaram por lagos e rios russos até chegar aos mares Cáspio e Negro, o que lhes permitiu entrar em contato com o império bizantino e com os povos islâmicos da Pérsia. Suas expedições tiveram caráter mais comercial do que guerreiro e foram responsáveis pelo início das atividades econômicas nas bacias dos rios Dnieper e Volga. Da fusão de suecos e eslavos surgiram os primeiros principados russos, entre os quais se destacou, já no século 9, o de Kiev. O comércio dos vikings também provocou, no leste da Europa, o surgimento do ducado da Polônia e do reino da Hungria.

Os noruegueses se expandiram para oeste e ocuparam sucessivamente as ilhas Shetland, Faroe, Órcadas, Hébridas e a Islândia. Também se estabeleceram em diversos pontos da costa irlandesa. O chefe Erik o Vermelho chegou à Groenlândia no século 10 e seus filhos atingiram o continente americano num local que denominaram Vinland, "terra das vinhas".

Os dinamarqueses foram, ao longo de três séculos, o terror da Europa, sobretudo do reino da França. Aproveitando-se da debilidade dos países da Europa ocidental após a morte de Carlos Magno, realizaram repetidas incursões às zonas litorâneas do mar do Norte, tanto no continente quanto nas ilhas britânicas. Suas embarcações, de pequeno calado, tinham grande mobilidade, e isso lhes permitia seguir sem problemas os cursos dos rios, o que os tornou temidos também no interior. Em meados do século 9, subiram o Sena e saquearam Paris; pelo curso do Garona, chegaram a Toulouse; pelo Guadalquivir, a Sevilha; pelo Ródano, a Valencia e pelo Volga, a Portugal.

 

 

Solfar Sun - Escultura do artista Jon Gunnar Arnason

reproduz estrutura dos antigos navios vikings, as drakars

 Reykjavik - Islândia

 

 

 

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 Veja as rotas e conheça as embarcações dos vikings,

as Drakkars e Knorrs.

 

 

Arquipélago de Lofoten

 "aqua mater" do bacalhau gadus morhua

 

Com 1.227 km² de superfície total, rodeado pelas águas geladas do Mar da Noruega, na costa noroeste norueguesa, o Arquipélago das Lofoten é um conjunto de ilhas de rochas vulcânicas escarpadas, que parecem brotar do fundo do mar e que se estendem ao longo de 300 km, formando um acolhedor golfo com a linha continental de costa.

 

Todos os anos, no final do outono no Hemisfério Norte, quando o gelo começa a tomar conta dos mares do Ártico, os bacalhaus Gadus morhua adultos, em idade de procriação migram em direção a um único destino - o Arquipélago de Lofoten, na região Noroeste do Mar da Noruega. Ali, a natureza, talvez por capricho, faz acontecer a maior anomalia térmica planetária em relação à latitude e, mesmo a um grau acima do Círculo Polar Ártico, acontece um clima ameno, muito diferente de outros locais que lhe estão paralelos no Globo, como o Alaska e a Groenlândia. >>> Leia mais

 

 

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Arquipélago de Lofoten

 

Pesca de bacalhau e a famosa cabeça do peixe que nunca se vê por aqui.

 

Aalesund - Capital Mundial do Bacalhau

 

 

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Para saber mais sobre:

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Escandinávia

 

 


Berço de viquingues, navegadores e piratas, a Escandinávia viveu do comércio e da agricultura até o surto de industrialização iniciado no século 19. Nos cem anos seguintes, tornou-se uma das regiões de padrão de vida mais elevado do planeta.


Escandinávia é, em sentido amplo, a região situada no norte da Europa que abrange os estados ditos escandinavos (Dinamarca, Suécia e Noruega), a Finlândia, a grande ilha da Islândia e os arquipélagos do Atlântico norte. Assim, o termo é usado freqüentemente como sinônimo de Europa do Norte. Em sentido estrito, denomina-se Escandinávia a península ocupada pela Noruega e Suécia. Localiza-se entre os mares do Norte e da Noruega, a oeste, o oceano Glacial Ártico, ao norte, os estreitos de Skagerrak e de Kattegat, que a separam da Dinamarca, ao sul, e o mar Báltico, a leste.


O relevo da península formou-se com os dobramentos mais antigos do mundo. As altitudes são modestas -- o ponto culminante atinge 2.600m --, pois as montanhas foram aplainadas e depois fundamente esculpidas pelas grandes geleiras do período quaternário. As formas predominantes são as dos grandes platôs e as dos fiordes, que tombam abruptamente sobre o oceano Atlântico.


O clima é subpolar ao norte, com invernos prolongados e nevadas intensas, mas ameniza-se ao sul. Fator importante contra o rigor climático é a corrente quente que, no Atlântico, banha toda a costa da Noruega. Graças a ela, a Escandinávia é habitável em latitudes que, em regiões semelhantes da América e da Ásia, se apresentam quase desérticas. Os rios percorrem profundos vales formados pelas geleiras, saltando de lago em lago, em cascatas que dão à região o maior potencial hidráulico da Europa.


A vegetação é formada de tundra (musgos e liquens) ao norte e, ao sul, da taiga, imensa floresta de pinheiros e bétulas, maior área verde da Europa. Habita essa paisagem uma fauna em que sobressaem alces, renas, lobos, ursos e linces.


Visitada por nômades do norte, os lapões, em geral na trilha dos rebanhos de renas, a Escandinávia só conheceu verdadeira ocupação por volta de 3000 a.C., quando os primeiros agricultores sedentários se instalaram na Jutlândia. Aos poucos, esses povos invadiram toda a região, expulsando para o norte os lapões e finlandeses que ali chegaram. O povoamento se concentrou na periferia, ao sul e ao longo do litoral, onde o clima é mais ameno e as grandes planícies favorecem a atividade agrícola.


História

 

 A escassez de terras aráveis, agravada pelo crescimento demográfico, levou os nórdicos a empreenderem com tal perícia as atividades marítimas que passaram a ser chamados viquingues, ou "reis do mar". Suas embarcações, construídas de carvalho, combinavam vela e remo e possuíam proa e popa elevadas, o que lhes garantia maior estabilidade.


Esses navegadores chegaram à Escócia no século 7, à Inglaterra no século 8 e a Flandres no século 9. Na França, penetraram pelas bocas do Loire, do Sena e do Garona e ameaçaram Poitiers, Orléans e Paris. Carlos o Simples, em 911, cedeu-lhes uma província que seria chamada Normandia (de nor mands, "homens do norte"). A colonização da Islândia, no século 9, e da longínqua Groenlândia, no século 10, foram obras dos viquingues, que chegaram ainda ao Mediterrâneo e ocuparam a Sicília e a Rússia.


Em 1397 criou-se a União de Kalmar, que reuniu toda a Escandinávia sob a hegemonia da Dinamarca. Em 1520 deu-se a secessão da Suécia, que emergiu como potência. Apesar do movimento "escandinavista" da segunda metade do século 19, Suécia, Noruega e Dinamarca permaneceram independentes, embora com atitudes afins e paralelas nos negócios internacionais. A Finlândia, grão-ducado da Rússia desde 1807, tornou-se independente em 1918.
Economia. As condições adversas da geografia e particularmente do clima fizeram com que os escandinavos desenvolvessem a habilidade de aproveitar racionalmente seus recursos naturais. Grandes navegadores e pescadores, exploraram os recursos marítimos com tecnologia progressivamente mais avançada e tornaram os frutos do mar parte importante de sua dieta e fonte de riquezas.


Em conjunto, os países escandinavos possuem cerca de 12% da frota mercantil mundial e são os maiores fornecedores de madeira, papel e celulose para o resto da Europa. A exploração das florestas, porém, é feita de forma sustentada, com cuidadoso replantio. Também o aproveitamento do solo é dos mais adiantados do mundo. Os camponeses empregam técnicas pelas quais obtêm altos rendimentos da terra e conseguem produtos de excelente qualidade. A região conta com depósitos de cobre, zinco e, principalmente, ferro. Desprovidos de petróleo e carvão, os países suprem essa carência com o uso da energia hidráulica, base da indústria pesada e de produtos de exportação.


Os países escandinavos constituem democracias modelares, presididas por soberanos modernos e liberais, identificados com os interesses da maioria da população. Têm governos constitucionais estáveis, distribuição de riqueza equilibrada e alto nível cultural. Nos parlamentos, os partidos socialistas ou progressistas exercem enorme influência. A educação é geral e gratuita, a taxa de analfabetismo é zero e a de mortalidade é muito reduzida.

 

 

Mapa da Noruega

 

 

Vigeland Park - Oslo

 

 

Vigeland Park, em Oslo, é um verdadeiro museu ao ar livre com 32 hectares de superfície, onde se encontram mais de 150 grupos de esculturas em bronze, ferro e granito inteiramente criadas, a partir de 1924, pelo famoso artista Gustav Vigeland.


São figuras humanas em todas as idades e de inspiração erótica que formam um hino à vida; no centro do parque ergue-se um monolito de dezessete metros de altura onde se misturam 121 figuras sem formas muito definidas.

 

 

 

Fiorde - Fjord

Locais de rara beleza, os fiordes podem ser encontrados em diversas partes do mundo, desde a Noruega, Groenlândia, Islândia e Escócia, até Labrador e Terra Nova, no Canadá, Sul do Chile e Patagônia, na Argentina.
Os fiordes são braços de mar estreitos e longos, que comumente avançam cerca de trinta a quarenta quilômetros para o interior do continente e formam um tipo de costa marítima de topografia acidentada. Alguns têm notável profundidade, como o Sognefjord, na Noruega, o segundo maior do mundo, que avança por 204km para dentro da península escandinava e chega a ter 1.308m de profundidade. Outro enorme fiorde é o canal Messier, no Chile, com 1.270m de profundidade.
Esses vales submersos têm origem glacial. Acredita-se que as gigantescas geleiras que os formaram eram tão pesadas que erodiram o fundo do vale muito abaixo do nível do mar, antes de flutuarem. Depois que se fundiram, o mar invadiu os vales, erodidos em forma de U.
Em geral os fiordes são mais profundos nas áreas mais distantes do mar. Isto decorre da maior capacidade erosiva das geleiras perto de sua origem, onde se movem com mais vigor. Em alguns fiordes, pequenos cursos d'água se lançam de grande altura sobre sua borda, e algumas das maiores quedas d'água do mundo são desse tipo.

 

 

 

 

 

Fontes: Enciclopédia Britânica

Wilipédia

Embaixada da Noruega no Brasil

História Medieval - Prof. Ricardo da Costa

Mundi

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.