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CATARATAS DO IGUAÇU
De braços abertos para o mundo
 

 

A palavra Iguaçu significa "água grande", na etimologia tupi-guarani. As Cataratas são formadas pelas quedas do rio Iguaçu, que nasce no Estado do Paraná e estão localizas na fronteira do Brasil com a Argentina, próximo à confluência entre o Iguaçu e o rio Paraná. Dezoito quilômetros antes de juntar-se ao rio Paraná, o Iguaçu vence um desnível do terreno e se precipita em quedas de 65 m de altura em média, numa largura de 2780 metros. Sua formação geológica data de aproximadamente 150 milhões de anos.

O rio Iguaçu mede 1200 m de largura acima das cataratas. Abaixo, estreita-se num canal de até 65m. A largura total das Cataratas no território brasileiro é de aproximadamente 800m e no lado argentino de 1900m.

 

Ao caudal do rio Iguaçu se junta o grande volume de águas oriundas de precipitações, na estação chuvosa, o que contribui para a grandiosidade do sistema. Dependendo da vazão do rio, o número de saltos varia de 150 a 300 e a altura das quedas varia de 40 a 82 metros resultando numa largura de 2.700 metros, com formato semicircular. A vazão de água média do rio em torno de 1.500 m3 por segundo, variando de 500 m3/s nas ocasiões de seca e de 6.500 m3/s nas cheias.

 
As quedas isoladas podem chegar a quase 300, dependendo do volume de água do rio, reduzindo para menos de 20 em tempo de cheia. Os grandes saltos são 19, três deles do lado brasileiro (Floriano, Deodoro e Benjamin Constant) e os demais no lado argentino. A disposição dos saltos - a maior parte deles no lado argentino e voltados para o Brasil - proporciona a melhor vista para quem observa o cenário a partir do Brasil.

Após uma ampla curva e uma corredeira, a parte principal das cataratas precipita-se lateralmente na profunda fenda de erosão, formando a Garganta do Diabo. Com quase 85m de altura este é o salto mais apreciado pelos visitantes, seu formato, lembra uma ferradura.


No fim do século 19 nasceu a idéia de criar um parque nacional na região, com a finalidade de preservar a vegetação, a fauna e a paisagem. O problema da localização fronteiriça das cataratas foi solucionado com a criação de dois parques nacionais, um em cada país. Além de explorar o potencial turístico da área, os governos de ambos os países consideraram a possibilidade de aproveitar as quedas d'água para a geração de energia hidrelétrica, o que exigiria estreita cooperação entre ambos para a solução de problemas técnicos, como as acentuadas variações no caudal do rio de acordo com as estações e a inexistência de um mercado potencial próximo.

 

 

 

 

 

COMO CHEGAR

Por via terrestre ,chega-se às Cataratas pela BR 277 que liga Curitiba a Foz do Iguaçu, e pela BR-469 (Rodovia das Cataratas) que liga a cidade ao Parque. A cidade de Foz do Iguaçu fica a 650km de Curitiba, capital do Estado do Paraná.

O acesso ao Parque é feito a partir de Foz do Iguaçu, a 28 km da cidade, pela BR 469 - Rodovia das Cataratas. O portão de entrada fica no km 18 da Rodovia das Cataratas, sendo percorridos mais 12 km dentro do Parque, para chegar até as Cataratas do Iguaçu.

O Parque Nacional do Iguaçu oferece uma localização privilegiada a apenas 5 km do aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, Centro de Convenções, além da proximidade com os grandes hotéis da região.

 

 

 

Fontes:Cataratas do Iguaçu S/A

Enciclopédia Britânica



Lenda Indígena

Iguaçu - As Cataratas que surgiram do Amor

 

 


 

Distribuída em várias aldeias, às margens do sereno Rio Iguaçu, a tribo dos Caiangangs formava uma poderosa Nação Indígena. Tinham como deuses Tupã, O Deus do Bem e M'Boy, seu filho rebelde, o Deus do Mal. Era este o causador das doenças, tempestades, das pagas nas plantações, além dos ataques de animais ferozes e das demais tribos inimigas. A fim de se protegerem do Deus do Mal, em todas as primaveras, os Caiangangs a ele ofereciam uma bela jovem como esposa, ficando esta impedida para sempre de amar alguém. Apesar do sacrifício, esta escolha era para ela um privilégio, motivo de honra e orgulho. Naípi, filha de um grande cacique, conhecida em todos os cantos por sua beleza, foi desta vez a eleita.

Feliz, aguardava com ansiedade o dia de tornar-se esposa do temido Deus. Iniciaram-se assim os preparativos da grande festa. Convidados chegavam de todas as aldeias para conhecê-la. Entre eles estava Tarobá, valentes guerreiros, famosos e respeitados por suas vitórias. Ocorreu que, talvez pela vontade do bom Deus Tupã, Tarobá e Naípi vieram a se apaixonar, passando a manter encontros secretos às margens do rio. Sem ser notado, M'Boy acompanhava os acontecimentos, aumentando a sua fúria a cada dia. Na véspera da consagração, os jovens encontraram-se novamente às margens do rio. Tarobá preparou uma canoa para fugirem no dia seguinte, enquanto todos adormeciam, fatigados com as danças e festejos e sob efeito das bebidas fermentadas.

Iniciaram a fuga e, já à boa distância do local M'Boy concretizou sua vingança. Lançou seu poderoso corpo no espaço em forma de uma enorme serpente, mergulhando violentamente nas tranqüilas águas e abrindo uma cratera no fundo do rio Iguaçu. Formaram-se assim as cataratas, que tragaram a frágil canoa. Tarobá foi transformado em uma palmeira no alto das quedas e Naípi em uma pedra nas profundezas de suas águas. Do alto, o jovem apaixonado contempla sua amada, sem poder tocá-la. Restando-lhe apenas murmurar seu amor quando a brisa lhe sacode a fronde.

Em todas as primaveras lança suas flores para Naípi, através das águas, como prova de seu amor. A jovem está sempre banhada por um véu de águas claras e frescas, que lhe amenizam o calor de seus sentimentos. Ainda hoje, M'Boy permanece escondido numa gruta escura, vigiando atentamente os jovens apaixonados. Ouve-se dizer que, quando o arco-íris une a palmeira à pedra, pode-se vislumbrar uma luz que dá forma aos dois amantes, podendo-se ouvir murmúrios de amor e lamento.

 

 

 

 

PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

 

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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