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Obras de Niemeyer são tombadas pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

 

No dia 06 de dezembro de 2007, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou 35 obras do arquiteto Oscar Niemeyer, reconhecido no Brasil e no mundo como referência da arquitetura moderna.  A decisão do instituto foi uma homenagem ao centenário do arquiteto, comemorado no dia 15 de dezembro de 2007.

 

Destas obras, 23 são monumentos de Brasília, como os Palácios do Planalto e do Alvorada; a Praça dos Três Poderes; o Congresso; o Supremo Tribunal Federal (STF); a Esplanada dos Ministérios; os Palácios do Itamaraty e da Justiça; os Memoriais JK e dos Povos Indígenas; e, por fim, o Conjunto Cultural Sul, localizado ao lado da Catedral de Brasília, uma das únicas obras de Niemeyer já tombadas anteriormente.

 

Obras do arquiteto em São Paulo, Paraná, Goiás e Rio Grande do Norte também foram tombadas: o Edifício Copan, o Conjunto do Ibirapuera (Auditório e Palácio das Artes) e o Memorial da América Latina, em São Paulo;  o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba; o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia; e a Torre do Parque de Natal. No Rio de Janeiro, foram tombadas: a Casa das Canoas, residência envidraçada e curvilínea na Floresta da Tijuca, onde Niemeyer morou durante 12 anos;  o Sambódromo, o Centro Cultural Duque de Caxias, na Baixada Fluminense; o Monumento IX de Novembro, em Volta Redonda (RJ); o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói e o Caminho Niemeyer.

 

O projeto urbanístico de Brasília, dos arquitetos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, já é tombado desde 1990. Em 1987, Brasília, também, foi a primeira cidade do século 20 a ser alçada à condição de Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A lista das obras a serem tombadas foi elaborada pelo próprio arquiteto, que entregou-a ao ministro da Cultura, Gilberto Gil, em julho de 2007. As medidas burocráticas para a efetivação dos tombamentos serão tomadas pelo Iphan num prazo de 60 dias, a contar de 06 de dezembro de 2007.

 

Com o tombamento, o Estado brasileiro não apenas reconhece a importância do trabalho de Oscar Niemeyer, como assume o compromisso de preservá-las para sempre.

 

 

 

 

 

 

 
  BRASIL - Terra de paz, alegria e trabalho

 

 

 

 

 

Povo Brasileiro

 

 

OSCAR NIEMEYER

 

 

 

"Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein."

Oscar Niemeyer

 

 

Mais de 104 anos talento e coerência

 

Autor de vasta obra, estimada em 500 projetos, que vai do design de mobiliário à escultura e consagra-se numa arquitetura original e única, Oscar Niemeyer foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado e é considerado o maior mestre da Arquitetura Moderna ainda vivo e um de seus maiores criadores. Seus traços sinuosos, limpos e dinâmicos evocam a modernidade e identificam sua obra espalhada por diversos países e continentes, orgulhando o Brasil e os brasileiros.

 

O gênio inspirado pelas curvas da mulher e das montanhas, que criou edifícios e monumentos que acabaram se tornando símbolos do Brasil e das cidades, mostrando toda a alma do povo brasileiro, chega aos 100 anos fiel a tudo que sempre acreditou. Seu percurso coerente, numa linha evolutiva constante, acompanhada de provocações formais, causam estranheza e paixão, não poupando os sentidos de quem as vivencia. É, em si, uma grande escola e um grande legado para a cultura, a arte e a arquitetura brasileiras.

 

O homem e a obra

 

Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares nasceu em 15 de dezembro de 1907, na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil.

Concluiu o ensino secundário aos 21 anos, mesma idade com que casa com Annita Baldo, filha de imigrantes italianos da província de Pádua, com quem teve somente uma filha, Anna Maria Niemeyer. O casamento durou 76 anos, até o falecimento de Annita em 2004. Além da filha, tem cinco netos, doze bisnetos e sete trinetos.

Após o casamento, começa a trabalhar na oficina tipográfica do pai e entra para a Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, de onde sai formado como Engenheiro e Arquiteto em 1934 e vai atuar como estagiário no escritório de Lucio Costa e Carlos Leão. Em 1936, integrou a equipe de arquitetos que colaborou com Le Corbusier (assistiu-o como desenhista durante sua estada de três semanas na cidade) na construção do edifício do Ministério da Educação e Saúde, hoje Palácio da Cultura do Rio de Janeiro, um marco da moderna arquitetura brasileira. A construção ocorreu entre 1936 e 1945 e o edifício foi entregue em 1947.

 

A influência corbusiana é notável nas primeiras obras de Niemeyer. Porém, pouco a pouco, o arquiteto adquire sua marca: a leveza das formas curvas cria os espaços que transformam o programa arquitetural em ambientes inusitados; portanto, harmonia, graça e elegância são os adjetivos mais apropriados para o trabalho de Oscar Niemeyer. As adaptações que o arquiteto produziu conectando o vocabulário barroco ao modernismo arquitetônico possibilitaram experiências formais com volumes espetaculares, que foram concretizadas por calculistas famosos, entre eles o brasileiro Joaquim Cardoso e o italiano Pier Luigi Nervi.

Em 1939, Niemeyer viaja com Lucio Costa para projetar o Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque. Associam-se ao escritório de Paul Lester Wiener, responsável pelo detalhamento dos interiores e stands de exposição. Em uma época onde a Europa e os Estados Unidos estavam concentrando suas potências industriais na Segunda Guerra Mundial, o Brasil estava investindo em arquitetura, o que lhe colocou na vanguarda da Arquitetura Modernista internacional, onde ainda permaneceu por várias décadas, graças em boa parte ao talento de Oscar Niemeyer.
 

Carreira solo

 

Em 1940, Niemeyer conheceu Juscelino Kubitschek. Este, na época, era o prefeito de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, e tinha interesse em desenvolver uma área ao Norte da cidade chamada Pampulha. Chamou Niemeyer para projetar uma série de prédios que seriam conhecidos como conjunto da Pampulha. 

 

Ao redor da lagoa, o arquiteto traçou a Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile, o Cassino da Pampulha e o Iate Clube. Hoje, onde era o cassino, funciona o Museu de Arte da Pampulha, e, na antiga Casa do Baile, um centro de referência em urbanismo e arquitetura. Este seria o primeiro trabalho individual de Niemeyer, com 33 anos de idade.

 

Prontos em 1943, os prédios renderam muitas críticas e admiração. Conseguiu sua primeira projeção internacional e muitas polêmicas locais. A Igreja católica negou-se a benzer a Igreja de São Francisco de Assis (Belo Horizonte), em parte por sua forma não ortodoxa, em parte pelo mural moderno pintado por Portinari. O mural possuía traços abstratos e reconhecia-se um cachorro, representando um lobo junto à São Francisco de Assis.

 

 

 

No conjunto da Pampulha Niemeyer começa um estilo que irá marcar o seu trabalho quase todo: utiliza-se das propriedades estruturais do concreto armado para dar formas sinuosas aos prédios. Quando Niemeyer desenha um prédio ele o faz com o mínimo de traços possíveis. Ele porém nega que seus prédios tenham uma estética que ofusca o utilitarismo: sempre escreveu enormes justificativas de projetos, onde descreve a função de cada curva do edifício. Ele costuma dizer que se não pode justificar uma idéia em um parágrafo, desiste dela.

 

Os anos seguintes consolidam o renome do artista. Ainda no início dos anos 40, projeta uma casa e um colégio para o industrial e intelectual Francisco Inácio Peixoto em Cataguases. O colégio, cujas obras foram entregues em 1947, conta com jardins de Burle Marx, um painel em mosaicos de Paulo Werneck e um mural de Cândido Portinari. Nesse mesmo ano, a consagração total vem através de um convite, para Niemeyer fazer parte da equipe de arquitetos renomados que projetará a sede das Nações Unidas em Nova Iorque.  Seu projeto, associado ao de Le Corbusier, é escolhido como base do plano definitivo.

 

No ano anterior, havia recebido outro convite dos Estados Unidos, para lecionar na Universidade de Yale, mas não pode aceitar, pois teve seu visto negado por ser um comunista assumido (ingressou no Partido Comunista em 1945, do qual viria a desligar-se, junto com Luiz Carlos Prestes, 1990).

Na década de 1950, os trabalhos de Niemeyer tomaram uma projeção muito grande. Em 1950, Stamo Papadaki publica o primeiro livro sobre seu trabalho, nos Estados Unidos, o "The Work of Oscar Niemeyer".

 

Em 1951, idealiza o conjunto de edificações do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, para a comemoração do quarto centenário da cidade, comemorado quatro anos depois. Na mesma época, foi o escolhido pela Companhia Panamericana de Hotéis e Turismo (CPHT) para projetar o Edifício Copan, localizado no centro da capital paulista.

Em 1953 projeta sua própria casa, no Rio de Janeiro, chamada Casa das Canoas, que hoje faz parte da Fundação Oscar Niemeyer. Instalada em plena Floresta da Tijuca, a casa é uma referência arquitetônica mundial.

 

Viaja pela primeira vez à Europa em 1954, quando participa do projeto para reconstrução de Berlim. No ano seguinte, funda a revista "Módulo", no Rio de Janeiro.

 

Brasília


Em 1956, Juscelino Kubitschek é eleito presidente do Brasil e o chama para a direção do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da NOVACAP, empresa urbanizadora da nova Capital, que já tem a função de construir e transferir a Capital do País para o Centro-Oeste despovoado.

 

Niemeyer dá início aos trabalhos, abrindo um concurso para a escolha do Plano-piloto de Brasília e quem ganha é, justamente, Lúcio Costa, seu antigo patrão e amigo. Ambos dividem, então, as atividades: Lúcio cuidaria de todo o plano da cidade e Niemeyer, dos projetos dos prédios. Rapidamente, o gênio projeta dezenas de edifícios, sendo que a Catedral se sobressai, trazendo simbolismos de rara beleza.


Ele e Lúcio procuram colocar em prática todas as suas idéias modernistas, além de uma ideologia socialista, com prédios com apartamentos sem distinção de classes, todos basicamente semelhantes. Pretendiam, também, que outras cidades como a Capital fossem construídas em diversas regiões do País, concretizando assim a aspiração de Juscelino de povoar as áreas inóspitas do Brasil, além de alavancar sua indústria. No curto espaço de quatro anos, que durou o mandato de Juscelino, Brasília foi totalmente projetada, concluída e inaugurada.


Após a inauguração da cidade, Niemeyer é nomeado coordenador da Faculdade de Arquitetura da recém criada Universidade de Brasília - UnB. Em 1963, é nomeado membro honorário do Instituto Americano de Arquitetos dos Estados Unidos e, também, recebe o Prêmio Lênin da Paz, na União Soviética.  No mesmo ano, viaja para o Líbano para projetar a Feira Internacional e Permanente de Trípoli e o Conjunto Esportivo do Líbano. Em 1964, foi nomeado membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciências e do Instituto Nacional de Artes e Letras, da qual se desliga em 1970, em protesto contra a guerra do Vietnã. Ainda em 1964, entretanto, na volta de uma viagem a negócios para Israel, já encontra a ditadura militar instalada no País.

 

O período do exílio

 

Durante a ditadura, tudo foi diferente e ele passa de arquiteto elogiado a cidadão suspeito. Seu escritório é saqueado e o da revista Módulo, que dirigia, semi-destruído. Seus projetos pouco a pouco começam a ser recusados. Em 1965, com mais 200 professores, retira-se da Universidade de Brasília em protesto contra a política universitária e viaja para França, para uma exposição sobre sua obra no Museu do Louvre.

 

Impedido de exercer a profissão e desiludido com o País, muda-se, em 1967, para a Europa decidido a instalar-se em Paris. Abre um escritório nos Champs-Élysées, tendo clientes em diversos países, em especial na Argélia, onde desenha a Universidade de Constantine (1969) e a mesquita de Argel (1970). Na França, cria a sede do Partido Comunista Francês em Paris (1967), o Centro Cultural de Le Havre (conhecido como Le Vulcan), na Normandia, (1972) e a Bolsa do Trabalho de Bobigny (1972). Na Itália, projeta a da Editora Mondadori (1968) e a sede da Fata Engineering (1975). Em Portugal, na cidade de Funchal, na Ilha da Madeira,  o Pestana Casino Park, complexo composto por três edifícios: um Casino, um Centro de Congressos e um hotel de 5 estrelas (projeto de 1966 mas concluído em 1976).
 

A volta ao Brasil

 

Nos anos 80, quando a ditadura dá início ao processo que entrou para a História como "abertura política lenta e gradual", Niemeyer volta definitivamente ao País. Ele próprio define esta época como o início da última fase de sua vida.


Em 1983, acontece uma retrospectiva de sua obra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), outro de seus projetos. Nesse período, projeta o Memorial JK (1980), o edifício sede da Rede Manchete de Televisão (1983), o Sambódromo do Rio de Janeiro (1984), o Panteão da Pátria de Brasília (1985); o Memorial da América Latina (1987), mais um símbolo arquitetônico de São Paulo, Ainda em 1988  foi criado o Terminal Rodoviário da cidade de Londrina, no Paraná (1988), cuja construção, em  formato circular, é toda feita de zinco, possuindo na parte central uma abertura que sai para o jardim.

Em 1998, foi realizada exposição retrospectiva sobre sua obra - Oscar Niemeyer 90 Anos - no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, remontada em 1999 no Riocentro e seguindo depois para Brasília, Buenos Aires, Argentina, Portugal e França. Também em 1988, em Los Angeles, Estados Unidos,  recebe o maior prêmio da arquitetura mundial (considerado o "Prêmio Nobel de arquitetura") o The Pritzker Architecture Prize, da The Hyatt Foundation. Ainda nesse ano, é criada a Fundação Oscar Niemeyer com o objetivo de preservar o seu acervo. Em 1989, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Lucas, no Rio de Janeiro, dedicou seu enredo ao arquiteto.

 

Em 1990, em cerimônia no Vaticano, Itália, recebe do papa João Paulo II o título da Ordem de São Gregório, o Grande. Em 2001 - é eleito o arquiteto do século, pelo Conselho Superior do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB.
 

Em 1991,  projeta o Sambódromo da capital paulista.
 

Nos anos seguintes, viu sua projeção e reconhecimento se consolidarem no Velho Mundo e no resto do planeta. Permanece envolvido em diversos projetos, entre esculturas e reformas ou readaptações de antigas obras. As obras declaradas pelo patrimônio público pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ou Patrimônio da Humanidade pela Unesco (caso de Brasília), só podem ser alteradas pelo próprio arquiteto.

Em 1996, já com 89 anos, criou o que muitos consideram sua obra prima, o MAC - Museu de Arte Contemporânea, em Niterói. Um museu em um lugar improvável, com uma forma bela e original (semelhante a um disco voador), uma escultura que se projeta sobre a pedra, dando uma linda visão da Baía de Guanabara e do Rio de Janeiro. As piores críticas que se fazem do museu é que sua forma é tão bela que ofusca as obras de arte dentro delas. Para a visita ser completa vale iniciar o passeio pelo Caminho Niemeyer, um complexo arquitetônico que traz, entre outras obras, a Fundação Niemeyer, o Museu do Cinema, a Praça Juscelino Kubitschek e a estação de barcas Charitas.


O arquiteto do século 20 no século 21

 

O século 21 encontra Oscar Niemeyer, eleito o arquiteto do século 20 pela, com mais de 90 anos e tão ativo como sempre.

 

Já na virada do século, é lançado o documentário "Oscar Niemeyer, Um Arquiteto Engajado em seu Século", do cineasta belga Marc-Henri Wajnberg.

 

Em 2001 projetou o Acqua City Palace em Moscou, Rússia; o anexo do hotel Copacabana Palace e o Museu do Cinema de Niterói. Em 2002, foi a vez do Centro Cultural e Esportivo da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Realizou-se, também, a exposição Oscar Niemeyer 90 anos, na Galerie Nationale du Jeu de Paume, em Paris, França.

Em novembro de 2002, é inaugurado o complexo de 144 mil metros quadrados de área, localizado no Centro Cívico da cidade de Curitiba, no Paraná, que abriga o Museu Oscar Niemeyer. Tendo ao fundo a massa verde do Bosque do Papa, o Museu, com mais de 35 mil metros quadrados de área construída, é uma obra de arte em si mesmo. Conta com diversos ambientes, incluindo um auditório para 400 lugares, café, elevadores e espaços de lazer. Conhecido pelo formato de um olho, expõe fotos, maquetes e croquis dos principais trabalhos do arquiteto, desenvolvidos entre 1941 e 2002. Niemeyer utiliza no prédio a tecnologia do concreto protendido, que permite a criação de grandes vãos livres entre as colunas e a construção de grandes balanços. 


Em 2003, Niemeyer é escolhido para projetar um anexo provisório na Serpentine Gallery - galeria londrina que constrói a cada ano um pavilhão em seu jardim.
 

Em 2005, por ocasião do Ano do Brasil na França, recebe uma homenagem do governo francês e desenhou a escultura "Uma Mulher, Uma Flor, Solidariedade", hoje instalada às margens do rio Sena.

 

Em 2006, Niemeyer entrega o projeto da sede do Centro de Cultura Internacional em Avilés (Espanha). Em 15 de dezembro deste mesmo ano, data em que completa 99 anos, inaugura, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília , o Museu Nacional Honestino Guimarães e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola que, juntas, formam o Complexo Cultural da República o maior centro cultural do Brasil, com 91,8 mil metros quadrados, projetado há 40 anos atrás. Nesse mesmo mês, Niemeyer surpreende os amigos casando-se, pela segunda vez, com sua secretária, Vera Lúcia Cabreira, de 60 anos.


Em 2007, ano de seu centenário, Oscar Niemeyer aceitou ser presidente de honra do Centro de Educação popular e Pesquisas Econômicas e Sociais CEPPES, centro de estudos fundado pelo amigo e "camarada" do Partido Comunista, Luiz Carlos Prestes. Fora do Brasil, o arquiteto prepara-se para iniciar as obras do seu primeiro projeto na Espanha: um centro cultural com o seu nome, em Avilés, com inauguração prevista para antes de 2010. Este projeto foi oferecido à Fundação Príncipe das Astúrias como agradecimento pela condecoração que Niemeyer recebeu, em 1989 (Prêmio Príncipe das Astúrias das Artes). Do projeto constará um edifício dedicado a albergar o Museu Internacional dos Prêmios Príncipe das Astúrias, onde se prestará tributo a todos os galardoados.


Aos 100 anos, Oscar Niemeyer mantém-se perfeitamente lúcido e ativo, trabalhando diariamente em seu atelier, iluminado pelas janelas da Baía de Guanabara e as montanhas do Rio de Janeiro, e já se dispôs a projetar um estádio de futebol  para a Copa do Mundo em 2014 no Brasil. Atento aos acontecimentos e conhecimentos gerais, ele ainda se permite ao estudo da filosofia e transita de questões existenciais ao universo da cosmologia.

 

Oscar Niemeyer morreu na noite de 05 de dezembro de 2012, às vésperas de completar 105 anos. Complicação pulmonares puseram fim à sua longa e produtiva vida, na qual manteve-se lúcido praticamente até o fim. Foi-se o homem que fez e será sempre História.

 

 

Prêmios e Condecorações

Ao longo de sua carreira recebeu diversos prêmios e condecorações como: Prêmio Lênin Internacional - URSS, 1963; Prêmio Benito Juarez do Centenário da Revolução Mexicana, 1968; Medalha do Conselho Artístico da Unesco, 1980; Medalha do Porto Oceânico de Le Havre - França, 1982; Prêmio Roma-Brasília - Cidade da Paz, da Prefeitura de Roma, 1985; Medalha Rodrigo Melo Franco de Andrade da Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 1987; Prêmio Pritzker de Arquitetura - Chicago, 1988; Medalha do Colégio de Arquitetos de Catalunha, Barcelona, Espanha, em cerimônia realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1990; Insígnia da Ordem do Mérito Cultural no Brasil, 1995; Ordem José Marti, outorgado pelo governo da República de Cuba, 1997 e a Royal Gold Medal do Royal Institute of British Architects - RIBA, 1998. Em 1989, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Lucas - RJ, Brasil, dedicou seu enredo ao arquiteto.
 

Entre os títulos adquiridos pelo conjunto de sua obra, destacam-se: Membro Honorário do Instituto Americano de Arquitetos dos Estados Unidos, 1963; Comendador da Ordem do Infante D. Henrique - Portugal, 1975; Oficial da Ordem da Legião de Honra da França, 1979; Membro Honorário da Academia de Artes da União Soviética, 1982; Comendador da Ordem das Artes e das Letras - França, 1982; Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Brasília, 1985; Virtuoso da Pontifícia Insigne Academia Artística, 1985; Membro Honorário do Real Instituto dos Arquitetos Britânicos, 1999; Cavaleiro Comendador da Ordem de São Gregório Magno, Vaticano - Itália, 1990 e o diploma de Honra ao Mérito outorgado pela Associação de Arquitetos do Reino Unido, 1997.

 

Niemeyer é, ainda, Doutor Honoris Causa do Centro de Pesquisa e Ensino de Arquitetura da Alemanha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade de Braz Cubas, em São Paulo, da Universidade de São Paulo e da Universidade de Minas Gerais.

 

 

Mostras e Exposições

Sua obra foi exposta em muitas mostras no Brasil e no exterior, como no Palácio do Louvre - França, 1965; no Centro Georges Pompidou - França, 1979; no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1983; no Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1997; no Memorial da América Latina, também em São Paulo, 1997; no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 1997 e ainda em cidades como Veneza, Florença, Turim, Pádua e Londres.

 

 

Livros Publicados

Publicou diversos livros relatando suas experiências como artista, entre eles: A Forma na arquitetura, Rio de Janeiro: Avenir, 1978; Rio: de província à metrópole, Rio de Janeiro: Avenir, 1980; Como se faz arquitetura, Petrópolis: Vozes, 1986; Meu sósia e eu, Rio de Janeiro: Revan, 1992; Conversa de arquiteto, Rio de Janeiro: Revan,1993; Quase memórias: viagens, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966; e As curvas do tempo - Memórias, Rio de Janeiro: Revan, 2000.
 


Cronologia (parcial) dos Projetos de Oscar Niemeyer


1936-1943 Ministério de Educação e Saúde (com Le Corbusier e Lucio Costa), Rio de Janeiro, Brasil.
1937 - Obra do Berço, Rio de Janeiro, Brasil.
1939 - Pavilhão do Brasil na Feria Mundial, New York, USA.
1940 - Grande Hotel, Ouro Preto, Brasil.
1942-1944 - Edifícios da Pampulha, Belo Horizonte, Brasil.
1946 - Banco Boavista, Rio de Janeiro, Brasil.
1947 - Centro Técnico de Aeronáutica, São José dos Campos, Brasil.
1947 - Edifício de Nações Unidas (com Le Corbusier), New York, USA.
1950 - Fábrica Duchen, Guarulhos, Brasil.
1950 - Edifício Copan, São Paulo, Brasil.
1950 - Edifício de apartamentos no bairro de Hansa, Berlin, Alemanha.
1951 - Escola Sara Kubitschek, Belo Horizonte, Brasil.
1951 - Hotel Diamantina em Residência Canavelas, Rio de Janeiro, Brasil.
1951 - Complexo Kubitschek, Belo Horizonte, Brasil.
1951-1955 - Parque Ibirapuera, São Paulo, Brasil.

1952 - Hospital da Lagoa, Rio de Janeiro, Brasil.
1953 - Casa de Oscar Niemeyer na Gávea, Rio de Janeiro, Brasil.
1954 - Edifício Niemeyer (residencial), Belo Horizonte, Brasil.
1954 - Museu de Caracas, Caracas, Venezuela.
1957 - Palácio da Alvorada, Brasília, Brasil.
1958 - Congresso Nacional, Brasília, Brasil.
1958 - Museu da Fundação de Brasília, Brasília, Brasil.
1958 - Palácio do Planalto, Brasília, Brasil.

1958- Supremo Tribunal Federal, Brasília, Brasil.

1960 - Catedral Metropolitana, Brasília, Brasil.
1960 - Instituto Central de Ciências da Universidade de Brasília, Brasília, Brasil.
1960 - Edifício de Ceplan, Brasília, Brasil.
1964 - Cidade de Negev, Negev, Israel.
1965 - Palácio dos Arcos ou do Itamaraty, Brasília, Brasil.
1965 - Palácio de Brazaville, Brazaville, República do Congo.
1967 - Projeto do Aeroporto, Brasília, Brasil.
1967 - Sede do Partido Comunista Francês, Paris, França.
1968 - Ministério da Defesa, Brasília, Brasil.

1968 - Hotel Nacional, praia de São Conrado, Rio de Janeiro, Brasil.

1968 - Sede da Editora Mondadori,  Itália.

1968 - Centro Cívico, Argel, Argélia.
1969 - Universidade de Constantine, Constantine, Argélia.
1972 - Bolsa do Trabalho de Bobigny, Bobigny, França.
1972 - Casa da Cultura, Le Havre, França.
1972 - Centro de Negócios, Miami, Estados Unidos.
1973 - Bairro de Athayde, Rio de Janeiro, Brasil.
1980 - Centro administrativo, Pernambuco, Brasil.
1982 - Memorial Juscelino Kubistchek, Brasília, Brasil.
1983 - Passarela do Samba - Sambódromo, Rio de Janeiro, Brasil.
1983-1986 - Escolas pré-fabricadas CIEPs, Rio de Janeiro, Brasil.

1985 - Panteão da Pátria, Brasília, Brasil.
1987 - Sede do Jornal l’Humanité - Saint-Denis,França.

1988 - Memorial da América Latina, São Paulo - Brasil.

1988 - Terminal Rodoviário da cidade de Londrina, Paraná, Brasil.
1991 - Parlamento da América Latina, São Paulo - Brasil.
1991 - Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil.

1991 - Sambódromo de São Paulo, Brasil.
1992 - Monumento a Luís Carlos Prestes, Rio de Janeiro, Brasil.

1994 - Museu O Homem e seu Universo, Brasília, Brasil.

1994 - Torre da Embratel, Rio de Janeiro, Brasil.

1995 - Monumento em Comemoração ao Centenário de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
1996 - Monumento Eldorado Memória
(homenagem aos mortos em Eldorado dos Carajás, PA)

1997 - Caminho Niemeyer, em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil.

1997 - Museu de Arte Moderna , Brasília, Brasil.

1999 - Novo Teatro no Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil.

1999 - Complexo Cultural da República, Brasília, Brasil.

1999 - Centro Administrativo de Betim, Minas Gerais, Brasil.

1999 - Monumento Comemorativo aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, São Vicente, São Paulo, Brasil.

2000 - Módulo Educação Integrada - MEI, creches populares incorporadas aos Centros Integrados de Educação Pública - CIEPs, Rio de Janeiro, Brasil.

2000- Centro Administrativo de Goiânia, Goiás, Brasil.

2000 - Memorial Cassiano Ricardo, São José dos Campos, São Paulo, Brasil.

2000 - Sede da UNE, Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, Brasil. o auditório em 2000 - Jardim Botânico, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil.

2000 - Centro Cultural e Esportivo João Saldanha, Maricá, Rio de Janeiro, Brasil.

2000 - Auditório de Ravello, Itália.

2001- Residência em Oslo, Noruega

2001- Acqua City Palace, Moscou, Rússia

2001 - Auditório e Salão de Exposições da Faculdade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, Brasil.

2001 - Anexo do hotel Copacabana Palace no Rio de Janeiro, Brasil.

2001 - Centro de Memória do DOI-CODI, São Paulo, Brasil.

2001 - Museu do Cinema, em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil.

2001 - Museu Arte e Arquitetura, Curitiba, Paraná, Brasil.

2001 - Hospital Veterinário da Universidade do Norte Fluminense, Campos, Rio de Janeiro, Brasil.

2002 - Centro Cultural e Esportivo da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, Rio de Janeiro, Brasil.

2005 - Parque Encontro das Águas, Manaus, Amazonas, Brasil.

2006 - Teatro Popular de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil.

2006 - Centro de Cultura Internacional Oscar Niemeyer, em Avilés, Espanha.

 

 

 

Bibliografia de Referência:

Entre as inúmeras publicações que fazem referência à obra de Oscar Niemeyer, destacam-se (em ordem cronológica):

  • PAPADAKI, Stamo. The Work of Oscar Niemeyer. New York: Reinhold, 1950.

  • YOSHIZAKA, Takamasa; SUZUKI, Makoto. Oscar Niemeyer. Tokyo: Bijutsu-Shuppan-Sha, 1960.

  • SPADE, Rupert. Oscar Niemeyer. Londres: Thames and Hudson, 1971.

  • ARJITEKTURA i Oshchestbo: Oskar Nimeier. Moscou: Progress. 1975.

  • NORWICH, John Julius. Great Architecture of the World. London: Mitchell Beazley Publishers, 1975.

  • SODRÉ, Nelson Werneck. Oscar Niemeyer. Rio de Janeiro: Graal, 1978.

  • HORNING, Christina. Oscar Niemeyer: Bauten und Projekte. München: Heinz Moos, 1981.

  • FILS, Alexander. Oscar Niemeyer: Selbstdarstellung, Kritiken, Œuvre. Münsterschwarzach: Frölich und Kaufmann, 1982.

  • PENTEADO, Hélio, org. Oscar Niemeyer. São Paulo: Almed, 1985.

  • RIBEIRO, Darcy. O Livro dos CIEPS. Rio de Janeiro: Bloch, 1986.

  • LUIGI, Gilbert. Oscar Niemeyer: une esthétique de la fluidité. Marseille: Parenthèses, 1987.

  • BOTEY I GOMEZ, Josep Maria; DALMAU, Miguel. Oscar Niemeyer. Barcelona: Fundació Caixa de Barcelona, 1990.

  • SHARP, Dennis. Twentieth Century Architecture: a Visual History. New York: Facts on File, 1990.

  • KATINSKY, Julio. Brasília em três tempos: a arquitetura de Oscar Niemeyer na capital. Rio de Janeiro: Revan, 1991.

  • BALBY, Edouard. Niemeyer par lui-même. Paris: Balland, 1993.

  • UNDERWOOD, David. Oscar Niemeyer and Brazilian free-form of modernism. New York: George Braziller,1994.

  • PETIT, Jean. Oscar Niemeyer: poète d'architecture. Lugano: Fidia, 1995.

  • CORRÊA, Marcos Sá. Oscar Niemeyer: Rio de Janeiro: Relume-Dumará; RioArte, 1996.

  • PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura, texto e contexto: o discurso de Oscar Niemeyer. Brasília: Universidade de Brasília, 1997.

 

 

Conheça a FUNDAÇÃO OSCAR NIEMEYER

 

A Fundação Oscar Niemeyer, criada em 1988, é um centro de informação e pesquisa voltado para a reflexão e difusão da arquitetura, urbanismo, design e artes plásticas, e para a valorização e preservação da memória e do patrimônio arquitetônico moderno do País.

 

Endereço:
Rua Conde Lages, 25 - Glória
20241-080 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Fone/Fax- 55 21 2509 1844
fundacao@niemeyer.org.br
www.niemeyer.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Edifício do Ministério da Educação e Saúde, hoje Palácio da Cultura, do Rio de Janeiro, também conhecido como Palácio Capanema. Fica na Rua da Imprensa, 16 - Centro da cidade.

Obra do Berço - Rio de Janeiro - RJ (1937)

Igreja de São Francisco de Assis, Conjunto da Pampulha - Belo Horizonte - MG. Os quadros da Via Sacra e o painel de azulejo foram pintados por Cândido Portinari. Os jardins, projetados por Burle Marx.

Colégio Cataguases - na cidade de Cataguases - MG (1944)

Sede da ONU - New York - Estados Unidos (1947)

Edifício Copan - (1950)

Avenida Ipiranga, 200 - Centro de São Paulo

Parque do Ibirapuera - São Paulo (1951/55)

Casa das Canoas -  Rio de Janeiro - (1953) Construída na Floresta da Tijuca, remanescente vegetação tropical em um terreno pedregoso de grande declive para abrigar a família do arquiteto, hoje faz parte da Fundação Oscar Niemeyer.

Edifício Niemeyer - (1954)

Praça da Liberdade - Belo Horizonte - MG

Palácio da Alvorada

Primeiro edifício inaugurado em Brasília, em junho de 1958.

Congresso Nacional (1958)

Catedral de Brasília

Sede do Partido Comunista Francês - Paris- França (1967)

Universidade de Constantine, Constantine, Argélia (1969)

Bolsa do Trabalho de Bobigny - Bobigny - França (1972)

Casa da Cultura - Le Havre - Normandia - França (1972)

Conhecido como "Le Vulcan", o vulcão, foi um projeto tão atrevido, que foi preciso usar os computadores da Nasa para calcular a estrutura.

Pestana Casino Park, composto por três edifícios: um Casino, um Centro de Congressos e um hotel 5 estrelas - Funchal - Ilha da Madeira - Portugal (projeto de 1966 mas concluído em 1976)

Memorial JK - Brasília - DF (1982)

Passarela do Samba - Sambódromo - Rio de Janeiro (1983)

CIEP - Escolas Estaduais de estrutura pré-fabricada, ícone da política educacional do mestre Darci Ribeiro durante o governo de Leonel Brizola - Rio de Janeiro (1983-1986)

Panteão da Pátria - integra a Praça dos Três Poderes e homenageia a memória do ex-presidente Tancredo Neves - Brasília - DF (1986)

Memorial da América Latina - São Paulo (1983-1986)

Terminal Rodoviário de Londrina - Paraná, com sua estrutura redonda toda em zinco  (1983-1986)

Sede do Jornal l’Humanité - Saint-Denis - França (1989)

Museu de Arte Contemporânea de Niterói - Rio de Janeiro (1991)

Considerado uma das obras primas do artista, para a visita ser completa vale iniciar o passeio pelo Caminho Niemeyer, um complexo arquitetônico que traz, entre outras obras, a Fundação Niemeyer, o Museu do Cinema, a Praça Juscelino Kubitschek e a estação de barcas Charitas

 

Museu de Arte e Arquitetura  Oscar Niemeyer - Curitiba (2001)

Memorial 500 anos do Descobrimento do Brasil - São Vicente - São Paulo (1999)

Complexo Cultural da República o maior centro cultural do Brasil, com 91,8 mil metros quadrados, projetado há 40 anos atrás e inaugurado em 2006  - Brasília - DF

Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola - Complexo Cultural da República - Brasília - DF

Museu Nacional Honestino Guimarães com sua cúpula de 80 metros de diâmetro - Complexo Cultural da República - Brasília - DF

Interior do Museu Nacional Honestino Guimarães, com mostra retrospectiva da obra de Oscar Niemeyer - Complexo Cultural da República - Brasília - DF

Teatro Popular de Niterói, nome mais conhecido do Teatro Oscar Niemeyer, em homenagem a seu idealizador - Niterói - Rio de Janeiro (2007)

Maquete Centro de Cultura Internacional Oscar Niemeyer, em Avilés, Espanha (projeto de 2006, com inauguração prevista para 2010)

 

 

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e veja as imagens ampliadas.

 

 

 

 

 

 

Fontes:

Fundação Niemeyer

Niterói Artes

Sampa Art

Veja

Ordem Nacional do Mérito Científico





CADERNO TURISMO

  Congresso Nacional - Brasília - Capital do Brasil (obra de 1958) Voltar ao topo  
 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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