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REGIÕES BRASILEIRAS

 

 

O Brasil encontra-se política e geograficamente dividido em cinco regiões distintas, que possuem traços comuns no que se refere aos aspectos físicos, humanos, econômicos e culturais. Os limites de cada região - Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste - coincidem sempre com as fronteiras dos Estados que as compõem.

 

 

Região Norte: é a que ocupa a maior parte do território brasileiro, com uma área que corresponde a 45,26% dos 8.547.403,5 de km2 da área total do País. É formada pelos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e, após a Constituição Federal de 1988, também o Estado do Tocantins, desmembrado de Goiás.

 

Abriga um inestimável capital natural e cultural, concentrando grande parte dos interesses estratégicos que movem a política e a economia, como recursos hídricos, minerais (ferro, manganês) e vegetais, além de produtos e serviços relacionados à preservação da biodiversidade.

 

Constituindo grande parte da Bacia Amazônica e da floresta equatorial sul-americana, a região Norte distingue-se pela discussão do impacto de seu processo de povoamento sobre o meio ambiente. Hoje, ela se caracteriza por possuir apenas 7,95% da população do país, pela baixa densidade demográfica (3,79 hab/Km²), pelo elevado grau de urbanização (69,87%) e presença de uma numerosa população indígena.

 

 

Região Nordeste: pode ser considerada a mais heterogênea do País. Dividida em quatro grandes zonas - meio-norte, zona da mata, agreste e sertão -, ocupa 18,26% do território nacional e tem nove Estados - Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Alagoas e Bahia.

 

A região concentra 28,01% da população do país, o que revela uma diferenciação básica em relação à região Norte no que diz respeito à densidade demográfica (33,16 hab/Km²).

 

O Nordeste brasileiro abriga centros estratégicos do processo histórico de ocupação do litoral açucareiro e do interior do Brasil.

 

Hoje, uma das principais características do espaço regional nordestino é a diversidade de suas estruturas econômicas, com focos de dinamismo nas cidades litorâneas e nas áreas agropastoris tradicionais do interior.

 

Na região urbana, o pólo petroquímico de Camaçari (Bahia) e a consolidação de um moderno setor têxtil e de confecções no Ceará são grandes influências para o crescimento das suas respectivas capitais - Salvador e Fortaleza - no espaço regional.

 

Na área rural, vale ressaltar a introdução de modernas técnicas de produção, como na lavoura de soja e algodão nos chapadões de cerrado do oeste baiano e da fruticultura irrigada no Vale do São Francisco.

 

 

Região Sudeste: formada por quatro Estados - Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, é a região de maior importância econômica do País.

 

Apresentando grandes diferenças sob o aspecto físico, com litoral, serras e planícies, a região Sudeste tem uma área superior a 920 mil quilômetros quadrados (10,86% do território nacional).

 

No Sudeste se concentra não apenas a maior proporção do PIB nacional (56,78%), mas também o maior contingente populacional – 77.873.120 habitantes – equivalendo a 42,33% do total nacional.

 

Por essa região e por seu principal centro urbano - a capital paulista - passa o processo de integração e de comando dos fluxos econômico-financeiros do país, onde se localiza uma estrutura que abrange quase todos os segmentos produtivos estratégicos da economia nacional.

 

Grande parte do parque industrial brasileiro (setores de extração de petróleo e mineral, siderúrgico, metal-mecânico, químico, têxtil e mobiliário) se localiza no perímetro comandado por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo-Horizonte.

 

A agroindústria sucro-alcooleira, além a da laranja, do café e da carne ampliam a liderança dessa região sobre as demais aumentando sua capacidade de articular não só o espaço nacional como de liderar a articulação do país com o mundo: no Sudeste estão os principais portos (Santos, Vitória e Tubarão) e aeroportos do país.

 

 

Região Sul: é mais fria do País, com ocorrências de geadas e neve. Os rios que cortam sua área formam a bacia do Paraná em quase toda sua totalidade e são de grande importância para o País, principalmente pelo seu potencial hidrelétrico.

 

Com mais de 575 mil quilômetros quadrados, a região Sul corresponde a 6,77% do território nacional e abrange os Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com uma população de 26.733.595 (14,53% dos habitantes do país), essa região possui uma alta densidade demográfica (46,38 hab/Km²) em relação ao total nacional.

 

A presença no campo da pequena produção familiar do colono de origem européia marca a estrutura dessa região ao lado da diversidade cultural que a diferencia do resto do país. No Sul, se destacam atividades típicas do pequeno produtor rural integradas à grande indústria, como a avicultura, a suinocultura e o fumo, além da produção de soja, milho trigo, feijão, arroz e da fruticultura (maçã, uva).

 

A economia da região, tradicionalmente voltada para a agropecuária, diversifica-se hoje com o crescimento de um importante parque industrial têxtil, de cerâmica, metal-mecânica e petroquímica, concentrados no eixo Porto Alegre-Caxias do Sul, norte Catarinense e região metropolitana de Curitiba.

 

 

Região Centro-Oeste: com uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados (18,86% do território nacional),  a região é formada pelos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal. Dominada, basicamente, pelo Planalto Central Brasileiro, pode ser dividida em três porções: maciço goiano-mato-grossense, bacia de sedimentação do Paraná e as depressões.

 

Historicamente ocupada pela atividade garimpeira e por uma pecuária extensiva, a organização dessa região foi alterada pelo processo de transferência da capital federal, iniciado com a inauguração de Brasília em 1960. Essa mudança impactou de forma direta o meio urbano-regional do Centro-Oeste, com expansão da moderna agroindústria de grãos (soja e milho), de carnes e no crescimento do setor de serviços.

 

Além do bioma Cerrado e Amazônia no norte do Mato Grosso, a presença do Pantanal constitui um fator determinante no potencial turístico que a região possui ao lado do enorme patrimônio cultural representado pela arquitetura contemporânea da Capital Federal.

 

 

Fonte: Governo Brasileiro

 

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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