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Festa do Divino, acontecem os encontros fluviais das Irmandades do Divino em grandes batelões - os famosos Encontros de Batelões.


Grupo Cupuaçu, mantém a tradição do Boi-bumbá na cidade de São Paulo, instalado no Morro do Querosene, no bairro do Butantã.


Parada Gay - São Paulo


Carnaval paulistano


Romaria a cavalo em Bom Jesus do Pirapora

Tapete de serragem decorando as ruas para a procissão de Corpus Christi - Guaratinguetá


Dança de São Gonçalo - dança de origem lusitana, em homenagem a São Gonçalo do Amarante, muito popular em Portugal.


Festa de Yemanjá





 
  ESTADO DE SÃO PAULO

 

 

 

 

 

 

FESTAS POPULARES

 

 

O folclore paulista é rico em festas, religiosas ou não, com danças, teatro, música, procissões, comidas especiais, indumentárias e tudo quanto a elas se relacione. Com certeza, enumerar todas é impossível, devido ao caráter dinâmico de nossa cultura.

 

Em Juquitiba, Santa Isabel, São José dos Campos, Joanópolis, Atibaia, Piracaia e muitas outras localidades por todo o Estado, acontece a Dança de São Gonçalo, diante do altar do santo, com a função de pagar promessa, sem data determinada. Inicia-se com reza cantada por todo o público, em solo e coro, sem instrumentos, tirada pelo capelão (pessoa que conhece os cânticos e tem boa voz). Na dança, cantam os violeiros, especialmente convidados e especialistas na função.
 

São Benedito, de grande devoção popular, é festejado em muitas cidades, como Aparecida, onde se reúnem grupos folclóricos, entre Moçambiques, Congadas, Marujadas, Catopés (variante de Congada), além dos Cabeções. Participa ainda a Cavalaria de São Benedito: desfile de cerca de 500 cavaleiros, vestidos de branco, montando cavalos escolhidos. As procissões que conduzem a imagem do santo são acompanhadas pelos grupos que cantam e dançam sua própria música. É servido o afogado à população. Na festa de Corpus Christi, confeccionam-se tapetes florais, com motivos religiosos, que cobrem as ruas a serem percorridas pela procissão. Constituem trabalho coletivo da população que usa materiais como pétalas de flores, serragem, vidro moído, pó de café, casca de ovo, tampas de garrafa etc. Entre outras cidades, são famosas pelos seus tapetes: Matão, São Manuel e Santana do Parnaíba.

No mês de abril dá-se a romaria a Bom Jesus de Pirapora, quando milhares de pessoas a cavalo, a pé, em carroças, de bicicleta, atualmente com carros e até motos, dirigem-se ao santuário do Bom Jesus para pedir proteção à lavoura e agradecer graças recebidas. Partem caravanas do bairro de Santo Amaro, na capital, mas o maior contingente é oriundo da cidade de Caucaia do Alto.

No dia 13 de maio comemora-se a libertação dos escravos, em Cotia, com concentração de Congadas, Moçambiques, Marujadas. Realiza-se um cortejo encabeçado por personagem representando a Princesa Isabel. Outra forma de rememorar o fato histórico é com a dança do Batuque, como em Tietê.

 

Muitas são as festas religiosas dos santos e orixás das religiões da cultura africana: umbanda e candomblé. A principal é a de Iemanjá, orixá do mar, a 8 de dezembro, na Praia Grande. É uma romaria em que milhares de fiéis prestam homenagem à rainha do mar, por meio de oferendas jogadas na água e prática dos rituais de culto, na praia. Muito festejados são também os Ibejis ou Erês, protetores das crianças (sincretizados em Cosme e Damião), com rituais a elas destinados, no mês de setembro, principalmente na capital.

 

Festas do Divino

 

A devoção ao Divino Espírito Santo constitui-se em um dos fortes núcleos das devoções populares em São Paulo. Herança do colonizador português se exterioriza de diversas formas, resultando sempre em grandes festas, sendo estas das mais cheias de pompa e espetáculo desde os tempos do Brasil Colônia. Da celebração festiva já faziam parte os imperadores, mordomos, bandeireiros, império e levantamento do Mastro do Divino.

Folias do Divino

São pequenos grupos de até 5 pessoas, os Foliões do Divino, que, com suas jornadas, meses participam da preparação das Festas do Divino, visitando as casas das zonas rural e urbana, cantando os feitos e os poderes do Divino Espírito Santo, recolhendo donativos, sempre abundantes, para sua celebração. Percorrendo assim as comunidades de canto a canto e anunciando a festa, avivam a fé no Divino.

Encontro de Batelões

No Médio Tietê, no principal dia da Festa do Divino, acontecem os encontros fluviais das Irmandades do Divino em grandes batelões - os famosos Encontros de Batelões. Os batelões são grandes barcos capazes de transportar, em alguns casos, até 40 pessoas, impulsionados por varejões ou por remos. Até pouco tempo levam os Irmãos do Divino neles seguiam de pouso em pouso (os sítios na zona rural que acolhem a bandeira/ folia, dando-lhes pernoite). Hoje ainda são muitos os pousos (os donos das casas recebendo os amigos e devotos do Divino sempre com mesas fartas), mas os acessos, nem sempre, são feitos por barcos. No grande dia da festa, os barcos do rio abaixo se encontram com os do rio acima, em meio a revoadas de pombos e tiroteios preparados pelos fogueteiros artesanais.

 

Folia de Reis

 

É tão expressiva a presença das Folias de Reis ao Norte e Noroeste paulista que muitos dos municípios da região realizam grandes Encontros de Folias de Reis que chegam a mobilizar acima de 50 grupos em cada um, afluxo de devotos e fartura de comezainas. No calendário dos eventos buscam os organizadores nos muitos municípios não coincidir datas, o que em muitos momentos torna-se inevitável, estendendo-se os mesmos até o mês de Maio, com interrupções pelo período quaresmal, e até mesmo pelo 2º semestre.

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Folia de Reis

A Folia de Reis é uma festa religiosa de origem portuguesa, que chegou ao Brasil no século 18. Em Portugal, em meados do século 17, tinha a principal finalidade de divertir o povo, enquanto aqui no Brasil passou a ter um caráter mais religioso do que de diversão. No período de 24 de dezembro, véspera de Natal, a 6 de janeiro, Dia de Reis, um grupo de cantadores e instrumentistas percorre a cidade entoando versos relativos à visita dos reis magos ao Menino Jesus.
O grupo compõe-se de dois tocadores de viola, um tocador de caixa, outro de adufe (pandeiro quadrado). O Chefe da folia é o Alferes, que conduz a lapinha e recebe as esmolas. Em alguns grupos aparecem os mascarados - Palhaço, Pai Juão, Catirina, Mocorongo e Bastião. Eles são chamados de espias do rei Herodes.
As folias percorrem as casas da cidade ou os sítios casas do campo. Onde os foliões entram são bem recebidos. Segundo a tradição, quem acolhe os reis visitantes é abençoado.
Normalmente as pessoas da casa são acordadas com cantos e oferecem comidas e bebidas ao grupo.




Fontes: Governo do Estado de SP/Prefeitura SP

 

 

 

Festa do Divino de São Luis do Paraitinga


Violeiro na Festa de São Benedito
Aparecida do Norte


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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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