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  REGIÕES BRASILEIRAS - Sudeste    

 

 

Paraibuna - do tupi-guarani "rio de água preta", ou ainda "peixe de água preta"

Rio Paraíba do Sul

O rio Paraíba do Sul forma-se em Paraibuna, com o encontro das águas do Rio Paraitinga com as do Rio Paraibuna na Represa da CESP. A bacia do rio Paraíba do Sul situa-se na Região Sudeste do Brasil. Ocupa aproximadamente 55.400 km2, compreendendo os Estados de São Paulo (13.500 km2), Rio de Janeiro (21.000 km2) e Minas Gerais (20.900 km2). O rio Paraíba do Sul percorre 1.150 km até desaguar no norte fluminense, no município de São João da Barra. O vale do rio Paraíba do Sul distribui-se na direção leste-oeste entre as Serras do Mar e da Mantiqueira, situando-se numa das poucas regiões do país de relevo muito acidentado, com colinas e montanhas de mais 2.000 metros nos pontos mais elevados, e muito poucas áreas planas. A região é caracterizada por um clima predominantemente tropical quente e úmido, com variações determinadas pelas diferenças de altitude e entradas de ventos marinhos.

Vista aérea de trecho do município de Paraibuna, no qual podem ser vistos a Rod. dos Tamoios, o Rio Paraibuna e parte do lago formado pelo seu represamento

Igreja do Rosário - Construção de Taipa - Ano 1871

Igreja Matriz de Santo Antonio - 1886

Casarões Coloniais - típicos da época do ciclo cafeeiro

Mercado Municipal - construído em 1880

Praça do Mercado

 

 

Fontes: Prefeitura Paraibuna

Governo do Estado de SP

Wikipedia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
  ESTADO DE SÃO PAULO O INTERIOR

 

 

 

 

 

 

 

Paraibuna    

 

 

 

 

 

Vocação para o Turismo Rural e Gastronômico
 

 

 

 

 A cidade
 A Gastronomia
 Cidade de tradições festeiras
 Atrações Turísticas
 História da cidade
 Como chegar
 Distâncias
 Mapa da Região

 

 

 

A cidade

 

Município tipicamente rural e pacato, cercado de montanhas e banhado por rios e represas de águas límpidas e puras, Paraibuna tem uma nata vocação turística Está situado na região Leste do Estado de São Paulo, no Alto do Paraíba, na escarpa da Serra do Mar, onde, do encontro das águas do Rio Paraitinga com as do Rio Paraibuna, se forma o Rio Paraíba do Sul. No caminho do Litoral Norte, a cidade sabe receber muito bem os turistas que chegam em busca de ar puro e muita natureza.

 

A 634 m do nível do mar, Paraibuna conta um clima de montanha, de verões brandos e inverno seco. Limita-se ao Norte pela cidade de Jambeiro; ao Sul, por Caraguatatuba, ao Leste por Redenção da Serra e Natividade da Serra, e, a Oeste por Salesópolis e Santa Branca.  A população de cerca de 18 mil habitantes é gentil e hospitaleira,

 

O Centro da cidade tem arquitetura colonial barroca do período cafeeiro ainda preservada e igrejas que revelam o traço marcante da religiosidade do povo.

 

A cidade foi fundada em 13 de Junho de 1666, sendo uma das mais antigas do país. Suas origens estão ligadas aos movimentos exploratórios dos bandeirantes do século 17. Até o início do século 20, pela qualidade de suas terras e pela extensão do território (809 Km2), a cidade era conhecida como "o celeiro do Vale do Paraíba", sendo notável sua produção de café, feijão e milho, além dos grandes rebanhos leiteiros.

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A Gastronomia

 

Por ser uma grande bacia leiteira, Paraibuna tem tradição em laticínios, oferecendo uma variada produção de queijos. Fazendas centenárias, com seus casarões preservados, abrem-se aos turistas, hospedando e servindo gostosa comida tropeira e doces caseiros. A noite é reservada para passeios na praça central ou ouvir música ao vivo em alguns restaurantes locais na Av. Beira Rio.

 

A Culinária de Paraibuna acompanha os típicos pratos do Alto Paraíba, como a Quirera (prato com quirera de milho mais carne de frango ou porco), a Vaca Atolada (carne bovina com mandioca), os Pastéis de massa de farinha de milho do Manezinho Stábile, com sua receita que passa de pai para filho e até hoje permanece secreta. Nos quitutes, destacam-se os muitos doces de frutos da região.

 

O prato típico oficial da cidade é o Afogado (ali chamado de Fogado), a base de carne, farinha de mandioca e arroz branco, servida em casamentos, festas religiosas e outros eventos importantes. Em junho de 2005, por um decreto municipal, a receita do Fogado Paraibuna foi oficializada como patrimônio histórico-cultural do município de Paraibuna (para saber mais, clique aqui).

 

Há muitas opções de restaurantes e bares com culinária típica da roça,, tanto na área urbana quanto na área rural.  E para os apreciadores de uma boa cachaça, a cidade conta com diversos alambiques com a fabricação artesanal da "marvada".

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Cidade de tradições festeiras

 

Paraibuna mantém as festas folclóricas na praça da Igreja Matriz, com diversas manifestações culturais que perpetuam as tradições locais como as danças -. Forró, Arrasta-Pé, Quadrilhas, Moçambique entre outras; a Música Sertaneja que sempre se fez presente no cotidiano paraibunense, e as rodas de moda de viola freqüentes na zona rural. A tradição do "bolo casamenteiro", distribuído à população todos os anos no dia de Santo Antônio que também é o dia do aniversário da cidade, também se mantém firme.
 

Possui uma boa estrutura de hospedagem, oferecendo pousadas no centro da cidade e em áreas rurais para receber os turistas.

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Atrações Turísticas

 

Igreja do Rosário - Construção de Taipa - Ano 1871

 

Igreja Matriz de Santo Antonio - Ano 1886

 

Fonte da Bica d’Água - serve moradores e visitantes desde 1880. Está localizada no final da R. Padre Antônio Pires do Prado.

 

Casarões Coloniais - típicos da época do ciclo cafeeiro - na praça Monsenhor Ernesto A. Arantes - Centro

 

Mercado Municipal - construído em 1880; é um importante ponto de encontro comercial e social entre a comunidade rural e urbana da cidade. Local onde se pode saborear o Afogado, prato típico da região, também encontrado em restaurantes da Praça Central.

 

Feira do produtor rural - funciona às quartas- feiras, sábados e domingos na praça Manuel Antônio de Carvalho, a praça do mercado, com cerca de 30 pequenos produtores oferecendo seus produtos, frescos, a preços acessíveis.

 

Festa de aniversário de Paraibuna - 13 de Junho ( a festa dura uma semana).

 

Feira do Turismo - na semana de aniversário da cidade. Exposição de produtos típicos e artesanato local.

 

Fundão - parque ecológico municipal, próximo à cidade, com reserva de mata atlântica e trilhas para caminhadas.

 

Morro do Remédio - um dos pontos mais altos de Paraibuna, com vista panorâmica das cidades do Vale do Paraíba. Segundo lenda local, lá foram mortos vários escravos fugitivos das fazendas da região. Conta com uma capela em homenagem a N. Sra. dos Remédios, padroeira dos negros e uma mina d´água. Está localizado a 18 km do centro da cidade.

 

Cachoeiras - no trecho do Rio Paraíba, que vai da represa do Paraibuna até a divisa com o município de Santa Branca, há bons locais para banho, além de cachoeiras como a Do Inferno e Três Monjolos; é conveniente o acompanhamento de guias.

 

Lago da Barragem (Represa de Paraibuna) -  lago de águas azuis, formado pelos rios Paraibuna e Paraitinga. Com 206km² e 100 metros de profundidade, circunda 204 ilhas. Possui enseadinhas, pequenas praias, trechos rasos e profundos junto às encostas dos morros, e belas casas de veraneio que completam a paisagem;. Duas balsas fazem a travessia da Represa dentro do município de Paraibuna, e uma no município de Natividade da Serra, operando de hora em hora, também transportando carros. Um barco especial realiza passeios ecológicos de três a cinco horas. Uma estrada simples acompanha o imenso lago, passando junto a sítios, pequenas fazendas e igrejinhas. A represa é palco de diversos esportes náuticos, passeios ecológicos de barco e pesca. 

 

Regata da Cidade de Paraibuna (Barco a vela)

 

Piabóia - Descida de bóia no Rio Paraiba do Sul (todo último domingo do mês de novembro)

 

Fazendas - Várias construções ainda estão de pé, conservando a arquitetura colonial. Destaque para:

 

- Fazenda São Pedro - Estrada Municipal Paraibuna - Santa Branca, km 10 - 14 km
- Fazenda Boa Esperança - Rodovia dos Tamoios, km 38 - 16 km
- Fazenda do Grama - Rodovia dos Tamoios, km 44 - 4 km

- Fazenda Santa Rita - Rodovia dos Tamoios, km 38 - 18 km

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História da cidade

 

Paraibuna - do tupi-guarani "rio de água preta", ou ainda "peixe de água preta" - tem suas origens ligadas aos bandeirantes. 

 

Em meados do século 17, alguns homens provenientes de Taubaté e São Paulo desceram o Rio Paraitinga, detendo-se no local onde este encontra o Rio Paraibuna. Embrenhando-se na mata, pararam numa clareira 2Km adiante. Ali, fixaram-se, construindo uma cabana e em homenagem ao Santo do dia fizeram uma capela. Era o dia 13 de Junho 1666, dia de Santo Antônio.


Em pouco tempo surgiu junto a capela algumas cabanas, pequenas roças e as pessoas foram chegando, dando início a uma povoação já denominada Santo Antônio da Barra de Paraibuna. Durante mais de um século não foi mais que um ponto de pouso para os passantes que circulavam entre o Litoral Norte e a Província de São Paulo.

 

O desenvolvimento chega apenas em meados do século 19, com a fixação do café no Vale do Paraíba, De 1830 a 1880, aproximadamente, toda a energia econômica voltou-se para o cultivo do café, que então era vendido, sem concorrência, ao mercado europeu em expansão. Tornou-se, por isso, o estabilizador da economia do Império, a ponto de se dizer, na época, que "o Brasil é o Vale".
 

Neste período, Paraibuna, como todo o Vale do Paraíba, viveu o esplendor da pompa e da riqueza, cujos testemunhos são os belos sobrados da cidade e os casarões de suas fazendas, De 1830 a 1870  várias imponentes fazendas foram construídas para este fim. Em 1835, só no 2° distrito da Vila de Paraibuna, registraram-se 34 fazendas de café e 87 fazendas de culturas diversas.


Entretanto, a economia cafeeira não alterou os quadros sociais herdados do passado colonial. Ao contrário, ela fortaleceu a escravidão, a grande propriedade, a monocultura e a produção voltada para o mercado externo. Como no passado, a cafeicultura caracterizou-se por ser uma cultura extensiva e predatória. Em conseqüência disso, o solo esgotou-se rapidamente no vale do Paraíba e a cultura cafeeira ali entrou em declínio.

Para tentar equilibrar as dificuldades que sofria a lavoura cafeeira e escravagista, em 1860, a cultura do algodão foi introduzida em várias fazendas de café, O café continuou a sua marcha para outras regiões, deixando atrás de si hipotecas e fazendas ao abandono. Paraibuna também entrou em declínio, isso entre 1890 e 1920.

Com a construção da Rodovia Presidente Dutra e da Estrada dos Tamoios, entre 1922-24, o município ganhou um novo impulso. Novas culturas agrícolas foram introduzidas e iniciou-se a criação de gado  O Leite passou, então, a ser o forte da economia, chegando mesmo a produzir 50 mil litros diários por volta de 1960, quando a cidade atravessa uma nova fase difícil com a construção da barragem Paraibuna-Paraitinga, na década de 1960, que, com a inundação de terras e o êxodo dos trabalhadores rurais. trouxe novos problemas ao Município, que foram sendo superados com os anos.

 

Hoje a atividade econômica de Paraibuna está basicamente no setor primário, tendo a agricultura e a pecuária como atividades principais. São produzidos no município 16.000 litros de leite (b e c) por dia., boa parte deles destinada, pelos 265 produtores locais,  para o fabrico de queijo, requeijão, manteiga, etc., para venda direta ao consumidor. A Olericultura (cultura de hortaliças) também tem importante papel na economia local, já atingindo 600 hectares de área cultivada.

 

Paraibuna está trabalhando para instalar em seu município a Indústria do Turismo, colocando à disposição do turista diversas opções, tais como: Turismo rural, Turismo da terceira idade, Turismo esportivo, Turismo náutico, Turismo gastronômico, Ecoturismo, Esporte de Aventura etc.

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O município investe na sua natural vocação para o turismo rural, ecológico, esportivo, náutico, gastronômico e histórico, conquistando cada dia mais visitantes.

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Como chegar:

 

Rodovia dos Tamoios entrada no Km 32
Acesso pela Rodovia Presidente Dutra e Pela Rodovia Ayrton Sena.

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Distâncias


São Paulo - 124 km
São José dos Campos - 33 km
Campinas - 173 km
Campos do Jordão - 125 km
Caraguatatuba - 48 km
São Sebastião - 68 km
Mogi das Cruzes - 73 km
Ubatuba - 105 km
Rio de Janeiro - 333 km

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Mapa da Região
 

 

 

Para saber mais sobre:

Fogado Paraibuna, clique aqui.
Receita original do Fogado Paraibuna, clique aqui.
Cozinha Paulista, clique aqui.
São Paulo, clique aqui.
 

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Paraibuna possui uma ampla programação de festas populares

Fogado Paraibuna ou Afogado, a mais afamada riqueza gastronômica da cidade

Parque Ecológico Municipal do Fundão -  próximo à cidade, com reserva de mata atlântica e trilhas para caminhadas.

Morro do Remédio - um dos pontos mais altos de Paraibuna, com vista panorâmica das cidades do Vale do Paraíba.

Capela no Morro dos Remédios

Uma das belas cachoeiras da região que é palco de muitos esportes radicais

Represa

 

Represa de Paraibuna - um grande reservatório com aproximadamente 760 km de perímetro, com 204 ilhas e 5 bilhões de m³ de água, que além da beleza natural, são consideradas do tipo 1, onde não é encontrado nenhum tipo de poluente. Local ideal para a prática de esportes como: Regata, Jet-Sky, passeios de lancha, Canoagem, Wind Surf, Barco a vela, Wake board, Esqui aquático e outros. A pesca amadora é muito praticada, tendo a represa tilápias, lambaris, carpas, tucunarés, traíras etc.

 

A represa de Paraibuna tem uma característica que a difere da maioria das represas existentes no país. Normalmente uma represa é feita pelo represamento de um rio, já a represa de Paraibuna foi contruída com represamento dos rios Paraibuna e Paraitinga, além de seus afluentes, rio Lourenço Velho e rio do Peixe. Quem passa pela SP-99 - Rodovia dos Tamoios em direção ao litoral, não pode imaginar o mar de água doce que está ao seu lado. Apenas em quatro pontos, é possível se vislumbrar um pouco dessa água. Mas a realidade é que, adentrando pelo lago, sua extensão espanta. São tantas entradas de águas pelos grotões da serra que sua extensão chega a 760 km de perímetro e 204 ilhas nativas catalogadas. Por ser um paraíso de água limpa, a represa de Paraibuna que chegou a ganhar o referendo da Eco 92 como a represa mais bem conservada ecologicamente do Brasil. Para os praticantes de esportes aquáticos e pescadores, a represa de Paraibuna é um lugar ideal, além de ser também um paraíso para a prática do mountain bike, pois em meio a essa beleza encravada na Mata Atlântica existe um emaranhado de estradinhas de terra, algumas vezes sendo necessário fazer travessias de balsas, que unem uma cidade à outra ou formam circuitos para pedaladas das mais variadas opções.

 

Balsas cruzando a represa

Regata

Festa da Piabóia

Prefeitura Municipal

Desfile de carros antibos

Festa do Peão de Boiadeiro

Fazendas coloniais

Cidade conta com infra-estrutura turística de excelente qualidade

Fonte da Bica d’Água - serve moradores e visitantes desde 1880

Antiquário

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.

 
 

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