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Centro de Florianópolis

Vista noturna Florianópolis

Lagoa da Conceição - Florianópolis

Forte de São José da Ponta Grossa - começou a ser construído em 1740, para proteger a chegada de navios ao continente, junto à Ilha de Florianópolis.

Praia Mole - Florianópolis

Peixada Catarinense

Costão do Santinho - Resort com 500 mil m² de área, localizado no extremo norte da Ilha de Florianópolis, em uma área de 1 milhão de m2, sendo 750 mil m2 de Mata Atlântica, costões rochosos e dunas preservadas dentro de uma reserva particular.

Ostras - Santa Catarina é o maior produtor nacional

Balneário Camburiú - Praia Central

São Francisco do Sul

Porto de São Francisco do Sul

Porto de Itajaí

Beto Carrero World

Praia do Rosa, Imbituba - uma das praias mais bonitas e famosas do Brasil

Centro Histórico de Laguna

Porta de Entrada de Joinvile

Maria Fumaça de Rio Negrinho

Blumenau

Castelo Suíço - Blumenau

Portão do Oktoberfest - Blumenau

Pomerode, considerada a cidade mais alemã do Brasil

Festa do Vinho - Urussanga

Museu ao ar livre - Orleans

Esculturas no Paredão, em Orleans

Lago artificial construído em Nova Veneza especialmente para abrigar uma autêntica gôndola, a única do mundo fora da Itália, doada pela prefeitura de Veneza para a cidade que foi a primeira colônia italiana oficialmente instalada no Brasil (1891).

Neve em São Joaquim

Serra do Rio do Rastro

Inscrições Rupestres de 40 séculos em Urusuí. no ponto mais elevado do Sul do Brasil.

Canyon Fortaleza

Fraiburgo é a terra da maçã

Hotel Resort na Estância Termal de Santo Amaro da Imperatriz - infra-estrutura turística completa.

Porto Belo

Bombinhas

Uma das inúmeras cachoeiras de Corupá.

Caverna de Botuverá

 

Fonte: Governo de Santa Catarina

 

 
     
 
 
 
     

 

BRASIL

 

  ESTADO DE SANTA CATARINA

 

ROTEIROS CATARINENSES

 

Ilha de Santa Catarina

 

Florianópolis é uma cidade excepcionalmente bela. Quem a visita, entrega-se a seus encantos e sempre volta. Capital do estado de Santa Catarina, é formada por uma grande ilha oceânica, com 424,4 km², e uma pequena península continental com 12,1 km², totalizando 436,4 km². Aproximadamente 300 mil pessoas moram na ilha e nos bairros do continente. Durante a temporada de verão, esta população ultrapassa 1 milhão de pessoas, entre moradores e visitantes. Floripa, como é conhecida pelos turistas, hoje, é um dos mais importantes destinos turísticos do Brasil.

É uma cidade de contrastes. Sua face urbana, formada pelo centro, pela região continental e pelos balneários turísticos, vive no ritmo do século 21. Porém, nas comunidades rurais do interior da ilha e nas pacatas povoações de pescadores à beira-mar, o tempo ainda obedece o vaivém das marés, o passar das estações e as mudanças da lua.

Esses contrastes fazem com que Florianópolis tenha um estilo de vida próprio, só seu, traduzido em qualidade de vida - a cidade detém o segundo maior Índice de Desenvolvimento Humano entre todas as mais de 5.000 cidades do país. Não por acaso, Florianópolis é apontada como a capital com melhor qualidade de vida do Brasil.

Infra-estrutura turística completa


Florianópolis tem capacidade para realizar grandes eventos, como congressos, convenções, competições esportivas, shows e espetáculos. Há mais de 100 hotéis de categoria superior ou turística - são 16.000 leitos apenas na rede hoteleira. Existem, ainda, pousadas, muitas de nível internacional. Ao todo, são aproximadamente 500 meios de hospedagem. O Aeroporto Internacional Hercílio Luz é campeão em vôos charters durante a temporada de verão. E os transatlânticos turísticos começam a aportar na cidade. A infra-estrutura de serviços, entretenimento e lazer é completa, com grandes shoppings, danceterias, bares e centenas de restaurantes - a gastronomia local é baseada em frutos do mar, mas existem casas especializadas em todo o tipo de culinária.
 

Litoral Norte


O Litoral Norte catarinense é encantador. Destacam-se, na paisagem paradisíaca, Balneário Camboriú, mais famoso e freqüentado balneário de toda a região Sul do Brasil; São Francisco do Sul, terceira povoação mais antiga do Brasil e a cidade mais antiga de Santa Catarina , e Bombinhas, capital regional do mergulho.

É um litoral com muitos contrastes. Cidades com infra-estrutura e programação intensa para atender os visitantes, como Itapema e Itajaí, dividem espaço com pacatos e tranqüilos vilarejos de pescadores, como Barra do Sul, Barra Velha, Piçarras, Penha, Governador Celso Ramos.

O fluxo turístico está concentrado durante a temporada de verão. Mas há opções de lazer e divertimento o ano inteiro. Especialmente no outono, quando as paisagens ficam ainda mais luminosas e as águas permanecem quentes, perfeitas para o mergulho. O Beto Carrero World, em Penha, quinto maior parque temático do mundo, funciona todo o ano. E as cidades portuárias de Itajaí e São Francisco do Sul, que têm recebido os grandes navios de cruzeiro turísticos nos últimos anos, têm vida própria, com destaque para as atividades culturais.

 

Litoral Sul: Surf e História

 

De Garopaba a Laguna, o verão fervilha. Calmas e pacatas no inverno, quando a beleza natural se acentua, Garopaba e Imbituba chegam a receber até 100 mil turistas na temporada. Em Imbituba, fica a famosa Praia do Rosa.

Laguna é cidade histórica. Ali fica o Marco de Tordesilhas e a casa onde nasceu a heroína brasileira Anita Garibaldi. Ao todo, 600 prédios e monumentos já foram tombados pelo Patrimônio Histórico na cidade. Os maiores atrativos são o Farol de Santa Marta, a Lagoa Imaruí e o Carnaval. Ao Sul de Laguna, ficam balneários familiares como Rincão, Arroio do Silva e Morro dos Conventos.

Próximo ao litoral, em direção ao interior, fica Gravatal, estância hidromineral com boa estrutura hoteleira instalada.
 

O Caminho dos Príncipes

 

Maior cidade de Santa Catarina, com quase 500 mil habitantes, Joinville abre o Caminho dos Príncipes. Um roteiro bucólico que atravessa cidades como Jaraguá do Sul, Rio Negrinho, São Bento do Sul e Corupá. Percorrê-lo é descobrir a simplicidade e a beleza do interior catarinense, temperadas pela rica tradição germânica.

Situada entre a Serra do Mar e a Baía da Babitonga, Joinville é o maior parque industrial e também o maior centro exportador de Santa Catarina. Harmoniza avenidas largas e shopping centers com uma bela arquitetura colonial germânica e o ar pacato de cidade do interior.

Tomando-se a SC-301, logo acima de Joinville, ingressa-se num roteiro mágico que leva até Campo Alegre, São Bento do Sul e Rio Negrinho. São cidadezinhas tipicamente alemãs, com casarões de madeira e ruas impecavelmente limpas. São Bento é a mais próspera, mas seus 60 mil habitantes conseguem harmonizar o progresso com a preservação dos encantos do passado.

Partindo de Rio Negrinho pela Ferrovia das Cachoeiras, em uma antológica Maria-Fumaça, ou mesmo pela moderna rodovia que serpenteia serra abaixo, chega-se até Corupá. Ali, a atração são as cachoeiras que brotam das encostas, mapeadas por trilhas ecológicas. Pouco mais abaixo, Jaraguá do Sul é importante pólo industrial. Tem 100 mil habitantes, a cordialidade de cidade pequena e a fama de excelente local para a prática de canoagem e asa-delta.

 

O Vale Europeu

 

Um pedaço da Alemanha encravado em plena Santa Catarina. Assim é o Vale do Itajaí, onde cidades como Blumenau, Brusque e Pomerode preservam a cultura e as tradições dos imigrantes que colonizaram a região. Esta reverência germânica é visível na arquitetura e na culinária, no artesanato e nas festas, nos olhos azuis e nos cabelos loiros da população.

Blumenau é o centro deste enclave germânico. Maior pólo têxtil do Brasil, famosa por seus cristais e porcelanas, a cidade debruça-se bela sobre o Rio Itajaí-Açu. Largas avenidas pontilhadas de construções típicas, pontes que abraçam o rio e animadas cervejarias abrigam uma gente hospitaleira. A Vila Itoupava, distante 25 Km do centro, é um interessante conjunto de construções em estilo enxaimel, restaurantes típicos e pontos de venda de produtos coloniais.

Com mais de 120 indústrias, Brusque é conhecida como a "Cidade dos Tecidos". É o maior pólo de pronta-entrega de confecções do Sul do Brasil. Possui uma renda per capita em torno de US$ 6.500,00 - bem acima da média nacional - e atrações que vão desde sua arquitetura e culinária tipicamente alemãs até o fascínio da Caverna de Botuverá, uma das mais belas do país.

Embora menor, Pomerode é considerada a cidade mais alemã do Brasil. Distante 32 Km de Blumenau, destaca-se por suas porcelanas, pelo bilingüismo (95% da população fala fluentemente o alemão) e, como não poderia deixar de ser, pela arquitetura e culinária tipicamente germânicas.

A Pequena Itália

 

Quem percorre os caminhos do Sul descobre, nas dobras do interior e no povo ímpar que as habita, um jeito italiano que surpreende e agrada. Maior corrente migratória recebida pelo estado, os italianos representam quase 65% da população catarinense.

Existem colônias italianas ao norte e oeste do estado, mas o principal e mais homogêneo reduto italiano de Santa Catarina fica no sul. Lá, degustar um bom vinho, comprar produtos caseiros, apreciar dialetos e canções tradicionais são prazeres simples que gratificam o visitante.

Urussanga é a capital da "Pequena Itália". Sede da Festa do Vinho, é uma agradável cidadezinha, salpicada de casas coloniais e cantinas transformadas em simpáticos restaurantes caseiros. A réplica da "Pietá" de Michelangelo, doada pelo Vaticano e exposta no interior da Igreja Matriz, é outra atração da localidade.

Em Orleans, o Museu ao Ar Livre preserva casas, engenhos e equipamentos dos primeiros imigrantes e a Via Sacra foi arrancada da rocha pelo escultor Zé Diabo. Em Nova Veneza, a atração é a antiga casa da Família Bratti, o mais excepcional conjunto arquitetônico feito em taipa de pedra da região.

Complementam o circuito os municípios de Criciúma, Pedras Grandes, Treze de Maio, Sangão, Morro da Fumaça, Cocal do Sul, Siderópolis, Forquilhinha, Maracajá, Morro Grande, Meleiro, Turvo e Jacinto Machado. Jeitos e rostos de um mundo simples, com sabor italiano.
 

Planalto Serrano - O caminho da neve

 

O Planalto Serrano catarinense é a região mais fria do Brasil. E é o único lugar no país onde a precipitação de neve é certa - todos os anos a paisagem verde-amarelada de araucárias, coxilhas (campos ondulados) e taipas (muros de pedra) torna-se branca, mesmo que por poucos dias, no inverno. Nestes dias, até as águas das cachoeiras congelam.

É uma região de campos de altitude, florestas e grandes cânions. Nos campos, ficam as fazendas, algumas com serviços de hospedagem. A região é ideal para o turismo rural. Lages, maior cidade do Planalto Serrano, há dois séculos era entreposto comercial no Caminho dos Tropeiros, no qual era feito o transporte de gado entre Rio Grande do Sul e São Paulo. Hoje, a cultura campeira, cujos ícones são o homem do campo, as fazendas e o cavalo, é predominante na Serra Catarinense. Algumas das fazendas que oferecem turismo rural são centenárias. O frio, as histórias de tropeiros contadas ao pé do fogo de chão, o pinhão, o chimarrão, o camargo (café misturado com o leite saído na hora, bebido ao pé da vaca) criam uma atmosfera especial, repleta de calor humano e hospitalidade.

No inverno, o cenário de neve, pinheiros e frio surpreende e torna ainda mais bela a natureza agreste do Planalto Catarinense. Pequenas cidades e povoados rurais emolduram e complementam o espetáculo natural de serras e planícies cortadas por cânions e, mesmo estando-se a menos de 100 Km do litoral, respira-se o revigorante ar gelado das montanhas.

Basta deixar a BR-101 e aventurar-se pela Serra do Rio do Rastro, ou do Corvo Branco, para maravilhar-se com os cenários que se sucedem a cada curva da sinuosa estrada. Montanhas cobertas de Mata Atlântica são lentamente substituídas por araucárias seculares e cachoeiras pontuam rios de água cristalina. No planalto, campos gramados, demarcados por rústicas taipas de pedra, abrigam rebanhos de gado e são, ocasionalmente, cobertos por fina camada de neve. Hotéis-fazenda espalham-se pela região, recuperando a vida simples do interior, o trato com os animais e as tradições que vieram do Sul.

Urubici, a 1.820 metros de altitude, é a cidade mais fria do estado, e lá a temperatura chega aos zero graus no auge do inverno. São Joaquim - segundo produtor regional de maçã - recebe maior incidência de neve e, por conseqüência, o maior número de visitantes da região. Lages, mais para o oeste, foi passagem dos tropeiros que ligavam o Rio Grande do Sul a São Paulo e ainda hoje por lá predominam a cultura campeira, o pinhão, o churrasco e o chimarrão.

 

Os encantos do Oeste

 

O Oeste é uma vasta região que, geograficamente, pode ser situada entre a BR-116 e a divisa com a Argentina. No centro desse território ficam Irani e outras cidades que foram palco da Guerra do Contestado, episódio militar que marcou a região e cuja história permanece viva nos museus, nos monumentos e na memória das novas gerações.

 

Aconchegada entre as verdes colinas do Meio-oeste catarinense, Treze Tílias é uma verdadeira viagem aos Alpes austríacos. Uma cidade de 4 mil habitantes, recheada de telhados pontiagudos, floreiras nas janelas e simpáticos olhos azuis. Uma herança cultural tirolesa, que transparece também nas danças ao som de bandinhas típicas e nos ateliês de escultura em madeira, um dos maiores atrativos da cidade. Boa parte dos moradores tem dupla nacionalidade e vota nas eleições austríacas através do vice-consulado daquele país existente na cidade. Um pedacinho da Europa em terras tropicais, onde analfabetos e desempregados praticamente não existem.

Já Fraiburgo teve colonização de alemães e italianos. Com 40 mil habitantes, é considerada a Capital Nacional da Maçã, responsável por 45% da produção nacional. Tudo na região gira em torno do fruto proibido, dos cenários verdes de pomares que sobem colinas ao prato mais típico da região: torta de maçã.

Além dos europeus, o Meio-oeste catarinense também tem asiáticos. Perto de Curitibanos, em Frei Rogério, uma intrigante comunidade japonesa trabalha a terra, para dela extrair verduras, frutas e flores multicoloridas. Com proverbial perseverança, colore os campos da região com cravos e crisântemos. Muitos sequer falam português. Vivem bem consigo mesmos, cultuando em silêncio a terra e a tradição dos seus antepassados.

Águas de curam

 

Brota das profundezas da terra, quente e cristalina, uma das maiores riquezas de Santa Catarina. São as fontes termais, de qualidade só comparável às melhores do mundo, e que atraem milhares de visitantes aos balneários construídos para seu melhor aproveitamento. Muitos buscam apenas repouso e lazer, outros a cura para seus males, já que as propriedades terapêuticas destas águas - com temperaturas em torno de 38º graus - curam reumatismo, artrite, problemas de estômago, intestino e pele, estafa, insônia e nervosismo.

As principais termas de Santa Catarina estão equipadas com completa infra-estrutura turística, propiciando uma atmosfera de tranqüilidade aos que nelas buscam a solução para seus males, ou apenas deliciosos momentos de relaxamento e paz. Destacam-se Gravatal, Águas Mornas e Santo Amaro da Imperatriz, próximas ao litoral, e Piratuba, Águas de Chapecó, Palmitos e São Carlos, no Oeste do Estado. Além destas principais, inúmeras pequenas fontes termais espalham-se por todo o território catarinense, visitadas por turistas vindos de vários pontos do país e até do exterior. Um complemento natural e saudável da geografia privilegiada com que a região foi agraciada.

 

Aventuras naturais

 

Para quem gosta de natureza, Santa Catarina é o paraíso. A diversidade geográfica do Estado, aliada a uma cobertura vegetal rica e preservada, garante aos adeptos do ecoturismo opções fascinantes. Mergulho, vôo-livre, trekking, montanhismo, canoagem e rapel são algumas das modalidades esportivas praticadas com entusiasmo em terras catarinas.

Para mergulhar, nenhum local supera a Reserva Biológica do Arvoredo, um conjunto de três ilhas situado entre Porto Belo e Florianópolis. Ali se encontram a Corrente das Falklands, de águas geladas, com a tépida Corrente do Brasil, produzindo uma notável miscigenação da vida marinha. Outras ilhas, como a do Campeche, em Florianópolis, também propiciam boas condições de mergulho, assim como costões e enseadas em quase toda a costa catarinense, entre Laguna e São Francisco do Sul.

Nas encostas da Serra do Mar, quem gosta de sentir o sangue pulsar forte nas veias não se decepciona. Descer cachoeiras em Presidente Getúlio, atirar-se de bote nas correntes do Rio Itajaí-Açu, voar de asa-delta em Jaraguá do Sul ou fazer trekking em Florianópolis ou na Serra do Corvo Branco são alguns esportes ecológicos possíveis no cenário agreste da Mata Atlântica catarinense.

As cachoeiras de Corupá e a fantástica Caverna de Botuverá também são ícones do ecoturismo local, um segmento que representa nova e promissora fonte de recursos para o Estado.

 

Visite Santa Catarina, com certeza, você vai adorar!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Atualizado em: 02 janeiro, 2018.